O verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo.

Mostrando postagens com marcador Hinduísmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hinduísmo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de julho de 2016

O Ciclo Menor de Eras - Os tempos de Kali-Yuga


O Modelo Purânico Tradicional




Olá a todos.

Em Outubro de 2009 publiquei neste Blog o texto "O que são os tempos de Kali Yuga", que traz explicações sobre a Era de Kali baseadas no Modelo Purânico Tradicional. Se você nunca ouviu falar do assunto e não tem nenhuma ideia do que seja a Kali Yuga, leia o texto acima indicado, antes de continuar a ler este.

Suas explicações permanecem válidas, mas elas não contemplam um cenário mais próximo de nós  devido a sua imensidão em termos de tempo humano. Embora as descrições do período sejam coerentes com nossos tempos, é complexo fazer paralelos com um momento específico de nossa História, devido a amplitude do período.

Tempos atrás tomei conhecimento de uma tese diferenciada sobre as Yugas (Eras), o "Ciclo Menor de Eras", um estudo que conheci através do Instituto Norte-americano de Estudos Védicos.

Inicialmente tive alguma dificuldade para compreende-lo, mas considero coerente e interessante, e certamente auxilia um melhor entendimento sobre as Yugas e sobre os ensinos védicos ancestrais.

Recomendo novamente o texto "O que são os tempos de Kali Yuga", mas a seguir também farei um apanhado do texto original, para facilitar o entendimento da proposição título deste texto, ou seja, o Ciclo Menor de Eras.

Lembro a todos que este texto, assim como os demais neste Blog, não encerram as questões que abordam, portanto cabe estudar e pesquisar por si mesmos.

LEIA
**

O tempo para os hindus não é linear e sim cíclico, constituindo-se de eras de criação seguidas por destruição. Estes ciclos de imensa duração são chamados de Kalpas.

Um Kalpa representa um dia completo na vida do Criador Brahma, e corresponde a 4,32 bilhões de anos terrestres, ou 12 milhões de anos divinos ou ainda 1.000 “grandes-eras”.

Segundo a tradição, Brahma vive por 36 mil Kalpas, sendo que cada Kalpa tem um dia e uma noite. Durante a fase da noite, o Cosmos é temporariamente dissolvido em um processo conhecido por Pralaya.

Este calculo 36 mil Kalpas por 4,32 bilhão de anos, dá como resultado 155.520.000.000.000 (Cento e cinquenta e cinco Trilhões e Quinhentos e vinte bilhões de anos terrestres).

Cada Kalpa é dividida em Manvantaras (306,72 milhões de anos), palavra que significa literalmente “tempo de Manu”. Manus são criaturas criadas diretamente por Brahma, e que por sua vez criam Mundos e vida nestes Mundos. Por este motivo Manus também são chamados de “pais da humanidade” ou “progenitores”.

Cada Manvantara é dividida em Divya-Yugas (4,32 milhões de anos), por sua vez divididas em 4 Yugas (Eras), separadas por períodos chamados de Sandhis, “períodos de descanso dos Manus” que correspondem a 10% de cada período.
  • - Satya-Yuga, a idade de ouro ou da verdade, quando a mentira e o mal não eram conhecidos – será novamente o próximo Yuga. (1,728 milhões de anos) 
  • - Tetra-Yuga, a idade de prata, aonde prevalece a moralidade (1,296 milhões de anos)
  • - Dwapara-Yuga, a idade do bronze, a Era da dúvida e foi encerrada com a morte de Krishna. (864 mil anos)
  • - Kali-Yuga, a idade do ferro, a atual. (432 mil anos) 

Em termos mais simples, todo o acima poderia ser expresso com a seguinte imagem:


Uma sequencia de engrenagens.

O movimento originado em C dispara um movimento em B em ritmo diferenciado. B por sua vez gera movimento em A, também em um ritmo diferenciado dos dois demais. Tudo interligado e interdependente, mas cada engrenagem tem seu próprio ritmo.

**

As quatro características principais de Kali-Yuga são a intoxicação, a prostituição, a matança de animais e destruição da natureza, e a jogatina. Essa é a era em que a gratificação dos sentidos é a meta da existência e acredita-se somente no que se vê — não existe misericórdia, e DEUS tornou-se um mito. Nesse período, os valores morais declinam e a materialidade sobrepuja a espiritualidade.

A seguir uma tradução dos Puranas a respeito da Kali-Yuga, extraída do segundo volume da obra “A Doutrina secreta” de Helena Petrovna Blavatskaya (H.P. Blavatsky):

Haverá monarcas contemporâneos reinando sobre a Terra, reis de espírito mau e caráter violento, voltados à mentira e à perversidade. Farão matar mulheres, crianças e vacas; cobiçarão as mulheres dos outros; terão poder limitado, suas vidas serão curtas, seus desejos insaciáveis; gentes de vários países, unindo-se a eles seguirão seus exemplos; e, sendo poderosos os bárbaros, sob a proteção dos príncipes, e afastadas as tribos puras, perecerá o povo.

A riqueza e a piedade diminuirão dia a dia, até que o mundo se depravará por completo; a classe será conferida unicamente pelos haveres; a riqueza será a única fonte de devoção; a paixão o único laço de união entre os sexos; a falsidade o único fator de êxito nos litígios; as mulheres serão usadas como objeto de satisfação puramente sexual; a aparência externa será o único distintivo das diversas ordens de vida; a falta de honestidade, o meio universal de subsistência; a fraqueza a causa da dependência; a liberdade valerá como devoção; o homem que for rico será reputado puro; o consentimento mútuo substituirá o casamento; os ricos trajes constituirão a divindade; reinará o que for mais forte; o povo não podendo suportar os pesados ônus (o peso dos impostos) buscará refúgio nos vales.

Assim, na idade de Kali a decadência prosseguirá sem detença, até que a raça humana se aproxime do seu aniquilamento . Quando o fim da idade de Kali estiver perto, descerá sobre a Terra uma parte daquele Ser Divino que existe por sua própria natureza espiritual (Kalki Avatar); Ele restabelecerá a justiça sobre a Terra e as mentes que viverem até o fim da Kali-Yuga serão despertadas e serão tão diáfanas como o cristal. Os homens assim transformados serão como sementes do verdadeiro homem (Eu Superior).

As várias similaridades com nossa atualidade, nosso contemporâneo e mesmo nossas raizes históricas, são claras. 

Mas notem o trecho .. “Quando o fim da idade de Kali estiver perto, descerá sobre a Terra uma parte daquele Ser Divino que existe por sua própria natureza espiritual (Kalki Avatar); Ele restabelecerá a justiça sobre a Terra ..."

Este trecho não poderia ser mais concordante com a Parusia, o retorno de Jesus. Alias o contexto é similar também, já que a Parusia se dará próximo ao fim dos eventos profetizados "Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem (a Cruz); e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." (Mateus 24:30).

E sobre este trecho, " .. e as mentes que viverem até o fim da Kali-Yuga serão despertadas e serão tão diáfanas como o cristal", a afirmação de que haverão pessoas (nem todas!) que ultrapassarão este período conflituoso, e que a partir disso florescerão moralmente e espiritualmente, é o próprio desfecho profético de uma centena de Doutrinas e Religiões, cada qual é claro, definindo isso por seus termos e referências. Eu chamo este desfecho de “a derradeira Profecia Determinante”, porque está presente em 10 de 10 profecias sobre a questão.


** ** 

O Ciclo Menor de Eras


A premissa básica desta tese é que o Movimento de Precessão rege a raça humana, ou seja, que cada Movimento de Precessão de Equinócios realizado, corresponde a um ano da Humanidade, e que é este o principal vetor para o Ciclo Menor de Eras. 

Cabe comentar que esta é uma das teses alternativas ao Modelo Purânico Tradicional, e envolve o conceito de sub-Yugas. 

Tentarei explicar os fundamentos desta linha de pensamento, e mais a frente você entenderá o motivo de sua relevância.

A Precessão dos equinócios é um dos vários movimentos que a Terra realiza. Ele ocorre graças ao fato de a Terra realizar o seu movimento de rotação de forma inclinada, o que provoca que a cada 25 mil anos (período aproximado), ela complete uma volta em torno do eixo de sua elíptica. O Movimento recebe esse nome porque tem a capacidade de antecipar ou preceder os equinócios. 

Para entender melhor a Precessão, podemos tomar como exemplo o giro de um peão que em vez de girar com o eixo na vertical, realiza-o com o eixo inclinado, o que faz que seu giro fique “torto”.


  Ilustração do movimento de precessão dos equinócios.


A precessão ocasiona uma antecipação dos equinócios – o momento no movimento de translação em que a luz solar encontra-se igualmente distribuída nos dois hemisférios terrestres. Assim, a cada ano, os equinócios são antecipados 20 minutos, de forma que a cada 2 mil anos, temos um mês de diferença.

Do ponto de vista das estações do ano, as alterações da Precessão são praticamente nulas, mas do ponto de vista astronômico e astrológico, as transformações são consideradas relevantes. Isso porque atualmente os equinócios acontecem quando o Sol está aparentemente posicionado sobre a Constelação de Peixes. Porém, na Antiguidade, ele estaria posicionado na Constelação de Áries.

No ano de 2150, os equinócios deixarão de acontecer em Peixes e passarão a acontecer em Aquário, motivando a ideia de que esse será um novo período na história da humanidade, a chamada “Era de Aquarius”.  

Hippies



Na verdade esta datação de 2150 é um dos calculos que existem. O consenso científico é a de que o Sol só entrará na Constelação de  Aquário, por volta do ano 2600.

Eu cito a Precessão de Equinócios no texto “Inversão Magnética e Verticalização do Eixo Imaginário”. Já no texto “Profecias Determinantes”, eu ligo movimentos da Terra ao conceito de ciclos ou eras os quais textos proféticos podem se referir. Estes comentários também estão presentes no Livro “O que são Profecias”. 

Para efeito deste estudo, o tempo da Precessão contempla um período de 24 mil anos, conforme a astrologia Védica. A Precessão real, estima-se hoje, se realiza entre 25 e 26 mil anos, mas ser preciso nesta escala de tempo é difícil, portanto todos os períodos informados são períodos aproximados.

A Kali-Yuga com seu período de 432 mil anos, reflete 18 precessões ou 36 períodos consecutivos de Precessão ascendente e descendente. A Dwapara-Yuga com 864 mil anos, representa 36 precessões e o dobro de períodos consecutivos de precessões ascendente e descendente.

A Treta-yuga com 1,296 milhões de anos, representa 54 precessões, e por fim a Satya-Yuga com 1,728 milhões de anos, representa 72 precessões. (uma sequencia 18 – 36 – 54 – 72).

Portanto existe uma relação matemática entre os períodos indicados, sendo a Dwapara-Yuga o dobro da Kali-Yuga. A Treta-Yuga e a Dwapara-Yuga, soma-se mais 432 mil anos a cada um. 

Isso significa na prática, dizer que a Kali-Yuga é o primeiro ciclo, seguido de um período de tempo dobrado, e mantém esta relação para os dois demais. Portanto podemos atribuir a Kali-Yuga um “Peso 1”, que representa 432 mil anos. Aos demais podemos atribuir “Pesos” 2, 3 e 4, representando a multiplicação de cada período indicado. 


Olhando de forma inversa, se considerarmos a Satya-Yuga representando um valor inteiro qualquer (100%), a Tetra-Yuga representaria 75% deste valor, a Dwapara 50% e a Kali-Yuga 25%.

E como cada Yuga possui elementos das demais Yugas, formando as sub-Yugas, esta relação 1 – 2 – 3 – 4 é mantida, ou seja, em cada Yuga prevalecerá aspectos das demais Yugas, na mesma relação de seu “Peso”.

Portanto podemos dividir uma Yuga em períodos alternados de sub-Yugas,  cada qual na mesma proporção demonstrada, 100% - 75% - 50% - 25%, em relação ao tempo de sua ocorrência dentro da Yuga.

Ainda segundo a astrologia Védica, neste período de 24 mil anos da Precessão, nosso Sol se alinha com o sol central, uma fonte de energia espiritual e moral que nos afeta diretamente, e que se encontra no Centro de nossa Galáxia.

Sobre o suposto alinhamento com o centro de nossa Galáxia, no texto do Blog “Inversão Magnética e Verticalização do Eixo Imaginário”, a questão do alinhamento com o centro de nossa Galáxia é citada como ponto focal de eventos proféticos de grande relevância.

Quando o nosso Sol se encontra em direção ao alinhamento com o núcleo central da Galáxia, isso é a Precessão ascendente, e que gera energias positivas a nós. Esse movimento representa a direção a sub-Yuga Tetra. Quando o nosso sol se afasta deste alinhamento, isso é a Precessão descendente ou negativa. Esse movimento representa a direção a sub-Yuga Kali.

Portanto são períodos aproximados de 12 mil anos para cada movimento, metade do período de uma Precessão completa, 24 mil anos para a nossa tese, lembrando que são períodos aproximados.

**

Então dividimos este período de 12 mil anos para cada sub-Yuga, mantendo as proporções já mencionadas. E para cada sub-Yuga temos os Sandhis, os “períodos de descanso dos Manus”, que correspondem a 10% de cada período, antes e depois.

Então fazendo estas contas, temos 4800 anos para a sub-Yuga Satya, 3600 anos para a sub-Yuga Tetra, 2400 anos para a sub-Yuga Dwapara e 1200 anos para a sub-Yuga Kali, perfazendo um total de 12 mil anos para a Precessão ascendente e descendente, ou seja, 24 mil anos.

Manus são criaturas criadas diretamente por Brahma, e que criam Mundos e vida nestes Mundos.  
Por este motivo os Manus são chamados de “pais da humanidade” ou simplesmente “progenitores”.   


**

As sub-Yugas não saltam da Satya, a mais alta, para a Kali, a mais baixa, nem vice-versa, e isso pode ser melhor entendido pela imagem a seguir.



** **

Porque esta Tese faz sentido?

O avatar Rama é descrito nos Puranas como nascido 35 gerações antes de Krishna, que nasceu há 5.100 anos. Como já comentamos, Krishna nasceu no fim da Dwapara-Yuga e seu nascimento marca o inicio da Kali-Yuga no Modelo Purânico Tradicional.

Cabe comentar que Puranas pertencem à classe de livros sagrados hindus. Também que o corpo purânico (Os vários Puranas) é complexo e fornece argumentos para uma grande quantidade de cultos, sistemas religiosos e filosóficos do hinduísmo, às vezes até conflitantes entre si.

Então é dito que Rama nasceu 35 gerações antes de Krishna, mas também é dito que Rama nasceu no final da Tetra-Yuga.

Se considerarmos os períodos para as próprias Yugas, como ilustrado na imagem abaixo, significaria que Rama nasceu há mais de 860 mil anos, pois teria que ter nascido antes da Dvapara-Yuga.
Mas se considerarmos o início da atual Yuga na última Precessão, em vez de atribuirmos ao nascimento de Krishna (5100 ac), e adicionarmos o raciocinio sobre as sub-Yugas, estaremos falando de um nascimento ocorrido em um período de 2500 anos antes de Krishna, ou seja, factível (em torno de 7500 anos atrás).

Mas igualmente interessante é que por esta conta não estamos na sub-Yuga Kali, ela terminou há 700 anos. Estamos no decorrer do primeiro ¼ da sub-Yuga Dwapara.

Por este ponto de vista, a Yuga o qual estamos inseridos é deduzida a partir de suas características descritas, e a Humanidade demonstra estar na Kali-Yuga. Mas as características da Yuga e da sub-Yuga nela inserida se misturam, e por isso o entendimento deste mecanismo menor, regido pela Precessão, torna-se interessante.

**

Se estamos em Kali-Dwapara, o que isso significa?

Dwapara-Yuga é descrita como uma Era de Dúvidas, em que há grande mistura de energia positivas e negativas. É uma era de imensa multiplicidade, o qual os seres humanos estão mais individualizados, e portanto, são menos capazes de chegar a acordos e mais propensos a discordâncias. Tendências ligadas ao materialismo e a cobiça, a indecisão de princípios, a confusão de Leis, a Luxúria e o Ódio. Há um colapso da veracidade e poucos respeitam a Verdade”.

Na Dwapara-Yuga, a Era da Dúvida, a ganância em todas as suas formas e variações, é indicada como a principal fonte de todos os males. As pessoas se tornam insensíveis e indiferentes, no entanto mais autocríticas, e muitas se tornam amarguradas.

Então podemos somar estas características as características ligadas a Kali-Yuga, formando a sub-Yuga Kali-Dwapara, a que provavelmente estamos.

Estamos no inicio da sub-Yuga Kali-Dwapara, portanto estamos em um momento de transição, e talvez por isso seja um período tão conflituoso e contraditório o que vivemos.

•Temos tecnologia e conforto, mas nunca tivemos tantos suicidas e depressivos.

•Temos tanta informação e comunicação disponível, mas nunca tivemos tantos solitários e tantos ignorantes, no sentido real e prático da palavra.

•Temos tantos recursos em medicina e ciências, e milhões de semelhantes ainda morrendo de doenças curáveis e tratáveis.

•Temos tanta riqueza gerada como nunca ouve antes, e nunca tanta concentração de renda, gerando a pior distorção social Global desde que existe o conceito do acumulo do Capital. Hoje 1% das pessoas possuem quase 50% da riqueza global, o que significa dizer que 1% da população global tem o mesmo que 99% da população restante.

•Temos os recursos tecnológicos e financeiros para provermos soluções para a maior parte dos problemas globais, e não conseguimos aplica-los devido a Política, as guerras, a Ganancia, a Corrupção e etc.. .

Não estou exagerando quando digo isso, o Mundo gasta bem mais de 1 trilhão de dólares em armamentos por ano, então basta refletir quantos problemas planetários este montante poderia solucionar. Em 2014 o montante foi de US$ 250.00 por cada habitante do planeta.  

** **

Então Srs.,

o cotidiano nos indica que estamos na Kali-Yuga, e quando aplicamos a tese do Ciclo Menor de Eras, a descrição para a  sub-Yuga Kali-Dwapara, a que estamos, nos fornece ainda mais detalhes sobre nossa atualidade.

As similaridades disso com o cotidiano e com outros textos proféticos não pode ser ignorada, mas entendo que a principal lição deste conhecimento védico ancestral, é a idéia da criação e renovação continua, através de infinitas eras de criação-florescimento-destruição.

Entender isso, que é complexo, nos dá uma noção clara de que existe um planejamento, um plano nisso tudo, e se há um planejamento há um PLANEJADOR.

Sejamos confiantes e façamos o melhor ao nosso alcance.


**  **
**

Sobre a Teoria do segundo Sol




Segundo a astrologia védica, nosso sol possui uma irmã, uma estrela menor e escura que não podemos observar. E segundo eles, esta estrela menor, quando se encontra entre nosso Sol e o Centro da Galáxia, interfere na recepção das energias positivas, portanto este movimento pode estar associado a Precessão descendente.

Vale notar que esta ideia é conhecida hoje como a Teoria de Nemesis, a partir da proposição de astrofísicos norte-americanos, em 1980, milhares de anos depois da astrologia védica.

Segundo a hipótese cientificamente proposta, Nêmesis seria uma estrela pequena e escura do tipo anã marrom, com uma orbita milhares de vezes mais distante que Plutão e que levaria pelo menos 26 milhões de anos para completar uma revolução ao redor do Sol.

De acordo com alguns estudos, essa longa periodicidade faria a estrela atravessar eventualmente a Nuvem de Oort, arremessando para todos os lados milhões de asteroides ou cometas que poderiam se chocar contra a Terra. Na visão de alguns pesquisadores, mais ou menos a cada 30 milhões de anos ocorrem gigantescos eventos de extinção em massa, associados ao surgimento de uma grande cratera de impacto como a originada há 65 milhões de anos com a queda de um cometa seguida da possível extinção dos dinossauros. O nome desta proposição defendida cientificamente, chama-se “Hipótese de Shiva”, porque a deusa Shiva do Hinduísmo está ligada ao conceito de destruição ou transformação, e foi proposta em 1996 pelos Drs. Michael Rampino e Bruce M. Haggerty

Para os defensores da teoria de Nêmesis, a "Hipótese de Shiva" seria uma das evidências da existência de Nemesis, mas a ausência de um campo gravitacional inequívoco faz com que a possibilidade da existência do segundo Sol permaneça na teoria cientifica.





(clique nas imagens do Blog para amplia-las)

domingo, 25 de outubro de 2009

O que são os tempos de Kali Yuga


Baseado em textos diversos sobre o assunto

Deus Brahma

O tempo para os hindus não é linear e sim cíclico, constituindo-se de eras de criação seguidas por destruição e nova criação. Estes ciclos de imensa duração são chamados de Kalpas.

Um Kalpa representa um dia completo na vida do Criador Brahma, e corresponde a 4,32 bilhões de anos terrestres, ou 12 milhões de anos divinos ou ainda 1.000 “grandes-eras” (maha-yuga).

Segundo a tradição, Brahma vive por 36 mil kalpas, sendo que cada kalpa tem um dia e uma noite. Durante a fase da noite, o Cosmos é temporariamente dissolvido em um processo conhecido por pralaya, que dura 4.320.000.000 de anos.

Ciclos de tempo Hindu






Cada Kalpa é dividida em Manvantaras, palavra que significa literalmente, “tempo de Manu”. Manus são criaturas criadas diretamente por Brahma, e que criam Mundos e vida nestes Mundos, por um período de tempo, aproximadamente 307 milhões de anos. Por este motivo também os Manus são chamados de “pais da humanidade” ou “progenitores”.


LEIA

KALPA DIVYA YUGA
Estamos na Kalpa Divya Yuga, ou Eon Divino, que por sua vêz é subdividido em Quatro eras ou ciclos : Satya Yuga, Tetra Yuga, Dwapara Yuga e o quarto é Kali Yuga, a atual.

Cada Yuga (ou Era) é precedido por um período chamado de sandhis, que significa basicamente “período de descanso dos Manus”.

- Satya Yuga, a idade de ouro ou da verdade, quando a mentira e o mal não eram conhecidos – será novamente a próxima Yuga.

- Tetra Yuga, a idade de prata, aonde prevaleceu a moralidade

- Dwapara Yuga, a idade do bronze, encerrada com a morte de Krishna

- Kali Yuga, a idade do ferro, a atual.


Estamos no Kali Yuga, que se iniciou no final da vida corpórea de Krishna, há aproximadamente 5.100 anos atrás. Portanto ainda restam aproximadamente 427 mil anos da atual Yuga (ou Era).

Krishna
As quatro características principais de Kali Yuga são a Intoxicação, a Prostituição, a Matança de animais e destruição da natureza, e a Jogatina.


Essa é a era em que a gratificação dos sentidos é a meta da existência e acredita-se somente no que se vê — não existe misericórdia, e Deus se tornou um mito. Nesse período, os valores morais declinam e a materialidade sobrepuja a espiritualidade.

O termo KALI (negra) é referente a Deusa Parvati, consorte e atributo de SHIVA, responsável pela morte de tudo que é grosseiro, mal e decrépito.

Shiva, Parvati e Ganesha

Abaixo uma tradução do texto sagrado dos Puranas (5000 A.C.) a respeito da Kali Yuga. O texto abaixo foi extraído do segundo volume da obra “A Doutrina secreta” de H. P. Blavatsky, mas o texto original em sânscrito, pertence ao Purana de Vishnu (A Segunda Pessoa da Trimurti Hindu), escrito há 7.000 anos.

“Haverá monarcas contemporâneos reinando sobre a Terra, reis de espírito mau e caráter violento, voltados à mentira e à perversidade.

Farão matar mulheres, crianças e vacas; cobiçarão as mulheres dos outros; terão poder limitado, suas vidas serão curtas, seus desejos insaciáveis; gentes de vários países, unindo-se a eles seguirão seus exemplos; e, sendo poderosos os bárbaros, sob a proteção dos príncipes, e afastadas as tribos puras, perecerá o povo.

A riqueza e a piedade diminuirão dia a dia, até que o mundo se depravará por completo; a classe será conferida unicamente pelos haveres; a riqueza será a única fonte de devoção; a paixão o único laço de união entre os sexos; a falsidade o único fator de êxito nos litígios; as mulheres serão usadas como objeto de satisfação puramente sexual; a aparência externa será o único distintivo das diversas ordens de vida; a falta de honestidade, o meio universal de subsistência; a fraqueza a causa da dependência; a liberdade valerá como devoção; o homem que for rico será reputado puro; o consentimento mútuo substituirá o casamento; os ricos trajes constituirão a divindade; reinará o que for mais forte; o povo não podendo suportar os pesados ônus (o peso dos impostos) buscará refúgio nos vales.

Assim, na idade de Kali a decadência prosseguirá sem detença, até que a raça humana se aproxime do seu aniquilamento (Pralaya).

Quando o fim da idade de Kali estiver perto, descerá sobre a Terra uma parte daquele Ser Divino que existe por sua própria natureza espiritual (Kalki Avatar); Ele restabelecerá a justiça sobre a Terra e as mentes que viverem até o fim da Kali Yuga serão despertadas e serão tão diáfanas como o cristal. Os homens assim transformados serão como sementes do verdadeiro homem (Eu Superior).”

Deusa Parvati, como Khali
parada sobre Rati and Kama, que representam o desejo primordial
do
qual derivam as repetidas criações. As cabeças em sua mão representam
o Poder e a Sabedoria; a espada aniquliação e destruição,
e o sangue representa a força da vida, que impele as criaturas.


As descrições feitas sobre a Era de Khali são bem atuais, qualquer pessoa concordará que seu cenário é similar ao contemporâneo, e similar a diversos textos proféticos de outras origens.

São várias as similaridades, mas destaco uma :

a indicação de que a civilização já passou por outros ciclos de destruição e criação, suposição esta também apontada em diversos textos proféticos nativo-americanos; e em diversas outras culturas.

Notem que são QUATRO os ciclos da Kalpa Divya Yuga, : Satya Yuga, Tetra Yuga, Dwapara Yuga, e o atual, Kali Yuga.

As tradições proféticas nativo-americanas falam de exatamente QUATRO mundos (civilizações), e estamos no quarto.

Tokpela (Espaço sem fim), Tokpa (Meia-noite escura), Kuskurza (Perdido além do tempo), e o atual, Tuwaqachi (Mundo completo).

Não afirmo que são os mesmos ciclos, mas a coincidência chama a atenção.



- O sistema de castas -


Segundo o hinduísmo, Brahma criou os homens a partir das várias partes do seu corpo, gerando assim as castas.

Este entendimento simbólico, ligado a essência espiritual dos indivíduos, e não a carne, não tem relação original com ancestralidade ou descendência.

Mas devido a incompreensão deste conceito, prevaleceu a ideia de que isso está ligado a consanguinidade, levando assim a preconceitos e privilégios fortemente arraigados no pensamento da Sociedade Hindu, e que ainda perduram.

O Sistema de Castas é proibido pela Constituição Indiana.


brāhmaṇa: os guardiões da ciência e os sacerdotes, que se originaram da boca de Brahma;

kṣatrya: guerreiros e governantes, criados a partir dos braços da divindade;

vaiśya
: agricultores, pastores e comerciantes, originados das suas coxas;śūdra: servos, originados dos seus pés.

dalits
: nasceram do pó que cobria os pés de Brama. Posteriormente, Gandhi os definiu como harijans, filhos de Hari. O termo dalit (em sânscrito dal significa "despedaçar, separar, abrir") designa coisas ou pessoas separadas, degeneradas, dispersas ou destruídas. 

Os dalits têm denominações diversas, mas sempre depreciativas.



O maior contingente de convertidos ao cristianismo na India, são dalits. Se convertem para escapar do estigma vinculado a sua casta no hinduísmo, no entanto isso gerou uma reação de segmentos mais radicais da sociedade indiana, naturalmente de castas superiores, e em 10 dos 28 Estados da Índia, foram aprovadas Leis anticonversao. A constituição indiana afirma que a religião é uma questão de jurisdição estadual, não do governo nacional.   

terça-feira, 29 de abril de 2008

Exoteologia - outros aspectos - Hinduísmo

(clique nas imagens do Blog para amplia-las)


Não deixe de ler o post inicial sobre EXOTEOLOGIA.



O Hinduísmo é uma das religiões mais antigas do mundo, e sua história remonta há mais de 3.500 anos atrás. Não há um fundador desta religião, pois na verdade o Hinduísmo se compõe de toda uma mistura de valores, filosofias e crenças, derivadas de diferentes povos e culturas. Sua originalidade é ser uma Fé baseada na experiência mística de uma infinidade de homens santos, sábios e videntes, que durante quase quatro mil anos nos trouxeram sua visão da verdade.


Trimurti (Três formas ou Trindade) do Hinduísmo
É a manifestação do Absoluto para dar lugar ao mundo fenomênico.
Está integrada pelos deuses Brahma, Vishnu e Shiva, que
representam respectivamente as funções de criação, preservação e destruição do universo.


Hinduísmo em sânscrito significa Sanatana Dharma ou Lei Eterna, e é uma vasta e profunda religião que divide em quatro ramos principais : saivismo, vaishnavismo, shaktismo e smatismo.


Os hinduístas não dizem que existe um só Deus; os hinduístas dizem que só existe Deus.

Se o universo for separado do infinito, então existe uma limitação ao infinito. Um infinito no qual não se inclua tudo não é infinito. Nós estamos todos neste infinito, e este infinito é Deus. Nada fora de Deus existe. Por este motivo, o hinduísta tem respeito por todas as formas de vida e formas não vivas também. Esta premissa hinduísta é similar à do Panteísmo, que ensina que o homem está unido à natureza, e por conseguinte, ao universo. Como Deus revela-se em tudo, e de todas as formas possíveis, a concepção das diversas divindades existentes nada mais é do que as várias manifestações de Deus.

Pode-se dizer então que apesar de a doutrina hinduísta parecer politeísta, sua concepção é monoteísta.

O Hinduísmo adora a "Realidade Suprema", chamada por muitos nomes, e ensina que todas as almas devem realizar a Verdade Suprema ou Deus. Não há um inferno eterno, nem uma condenação. Cada alma é livre para procurar seu próprio caminho, movidos pela devoção, austeridade, meditação ou serviço abnegado.

"No hinduísmo existe um só Deus. Existem diversas formas e nomes do mesmo Deus. Como um homem, para a sua mulher é marido, para as crianças é pai e para os seus irmãos é irmão. Para os clientes pode ser um médico, ou qualquer outra coisa. Pode ser tratado por nomes diferentes e usar vestuários diversos, de acordo com as regras, a posição ou a função, mas é sempre o mesmo homem. A mesma coisa se passa com Deus. No hinduísmo é sempre o mesmo e um só. Mas se você o ama como pai, ele apresenta-se como pai; se você o ama como uma mãe, ele vem como mãe; se você o chama amigo, então ele vem para ajudá-lo como um amigo. É a pessoa, é o devoto que cria as formas de Deus. Deus aproxima-se de acordo com nossas necessidades e desejos. É por isso que você vê muitas formas e muitos nomes de Deus, mas, de fato, Deus é um só."

Ou seja, basicamente os hinduístas adoram muitas imagens do mesmo Deus. Para auxiliar na concentração em um aspecto específico de Deus, usa-se uma imagem também específica. Os hinduístas sabem que Deus, é, ao mesmo tempo, criador, preservador e destruidor do universo, e isso é revelado através das formas Brahma, Vishnu e Shiva (acima).

Um hinduísta, ao ser iniciado, escolhe o aspecto de Deus com a qual mais se identifica. É Por este motivo que temos correntes como o Shivaísmo, onde a divindade adorada é Shiva, os Hare-Krishna, onde a encarnação do deus Vishnu - Krishna, é a divindade adorada, dentre muitas outras.


Samsara ou Roda da Vida
Samsara indica o ciclo infinito de vida e morte o qual estamos
submetidos através
do ciclo da reencarnação.
Romper com este ciclo (Karma) é um dos principais objetivos
do
Hinduísmo


Na primeira fase do Hinduísmo, que recebe o nome de Hinduísmo Védico, temos o culto aos deuses tribais. Dyaus, ou Dyaus-Pitar ("Deus do Céu", em sânscrito), era o deus supremo, consorte da Mãe Terra. Doador da chuva e da fertilidade, ele gerou todos os outros deuses. O Sol (Surya), a Lua (Chandra) e a Aurora (Heos) eram os deuses da luz. Divindades menores e locais são as árvores, as pedras, os rios e o fogo.

Na segunda fase do Hinduísmo, que recebe os nomes de Vedanta (fim dos Vedas) ou Hinduísmo Bramânico, ocorre a ascensão de Brahma, a divindade que simboliza a alma universal. Brahma é um dos deuses que compõem o Trimurti (Trindade) do Hinduísmo.


Conforme já comentado, o Hinduísmo explica que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é Deus, e estando unidos ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo Deus é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.

Assim como outros sistemas religiosos, o Hinduísmo crê no karma, na sobrevivência da alma e na reencarnação, em conceitos similares em alguns aspectos ao Paraíso (Moksha ou liberação - estado em que a alma está livre do karma -- estado semelhante ao Nirvana no Budismo) e Inferno (não um inferno eterno, mas regiões infernais ou vivências infernais). Assim como no Budismo, o Hinduísmo acredita em seres angelicais e infernais e que existem “planos de existência” entre estes dois extremos. Também compartilha diversas outras concepções com o Budismo, por exemplo, que universo está sujeito a ciclos infinitos de criação, preservação e dissolução.

A base doutrinária do Hinduismo concentra-se nos VEDAS, os primeiros livros do Hinduísmo, surgidos aproximadamente no ano de 1000 a.C., que aglutinam quatro coletâneas de textos. Vedas contêm as verdades eternas e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas. As histórias védicas também nos contam sobre a civilização da Índia, ou como era chamada, Bharatavarsa.

O Mahabharata é a maior história da Índia. É um poema épico de mais de cem mil versos, composto em Sânscrito pelo sábio Vyasa. E é neste ponto, principalmente, que surgem evidências interessantes sobre possíveis civilizações extraterrestres.

Ilustração de trecho da narrativa do Mahabharata


De acordo com os textos do Mahabharata, existia um Império chamado de Rama que se utilizava de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas, que voavam na "velocidade do vento" e produziam um "som melodioso". Decolavam verticalmente, podiam pairar no ar como um helicóptero, e venciam incríveis distâncias rapidamente.

As batalhas descritas no Mahabharata ocorreram,
possivelmente, nesta região da Ásia


O termo Vimana significa basicamente, "veloz como um pássaro", mas pode referir-se a outras máquinas velozes também em terra ou na água.

Existem portanto tipos diferentes de Vimanas descritos : circular com portinholas e um domo; outros em forma de pires, e outros ainda como um longo cilindro (em forma de charuto). Todos lembram as formas de UFOs descritos na atualidade.


Vimanas

Entalhe na rocha, feito nas Cavernas Ellora, na Índia,
e que exibe Vimanas




Representações baseadas nas descrições.
Os esquemas "técnicos" são datados do Século 19.















Este em 1923





Outra questão intrigante no Mahabharata versa sobre a explosão de um artefato de guerra, semelhante a uma arma nuclear, algo conseguido há apenas pouco mais de 60 anos atrás.


Diz o texto:

"Gurkha, voando a bordo de um Vimana de grande potência, lançou um projétil único, carregado com a potência do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo semelhante a 10 mil sóis se elevou em seu esplendor. Era uma arma desconhecida, um gigantesco mensageiro da morte, que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas. Os corpos ficaram tão queimados que se tornaram irreconhecíveis; Os cabelos e unhas dos que sobreviveram caíram; A cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos; ...Após algumas horas todos os alimentos estavam infectados... ...para escapar do fogo os soldados se jogaram nos rios, para lavarem-se e aos equipamentos."


Uma explosão nuclear há dezenas de Séculos atrás ?!

História ou Profecia ?!




Então, em similaridade com o Budismo, o Hinduísmo contém elementos que podem ser considerados como evidências de vida extraterrestre. Mas vai além, dando a entender que estes seres já estiveram entre nós.

Indo além da hipótese extraterrestre, o relato poderia mesmo estar se referindo a uma civilização tecnológica anterior, e que sucumbiu, como descrito em várias lendas ?! Ou seria uma profecia ?!



OBSERVAÇÃO

Os antigos Hindus representavam nosso Sistema solar conforme abaixo, atribuindo uma deidade a cada corpo celeste principal de nosso Sistema.




Os Sumérios, há mais de 4 mil anos atrás, representavam nosso Sistema Solar com 12 corpos celestes. Somavam além dos 9 conhecidos, a Lua, o Sol e Nibirú.

É interessante pensar em como os Sumérios e os antigos Hindus tomaram conhecimento de Urano, Netuno e Plutão, corpos celestes distantes e invisíveis a olho nú, muito antes que fossem oficialmente descobertos.

Urano foi descoberto em 1731, Netuno em 1846 e Plutão em 1930.





(clique nas imagens do Blog para amplia-las)

Compre o Livro "O que são Profecias"

Compre o Livro "O que são Profecias"
Compre o Livro "O que são Profecias"

Perfil do Autor no Facebook

Perfil do Autor no Facebook
Perfil do Autor no Facebook