O verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

São Malaquias


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Malachy O’Mongoir (ou Morgain) nasceu em Armagh, Irlanda do Norte,  no ano de 1094. Foi arcebispo de Armagh e primaz da Irlanda. Tornou-se padre em 1119, mas somente após ir a Roma, em 1145, começou a ter visões proféticas, falecendo 3 anos depois.

 São Malaquias


São Malaquias registrou uma lista de 111 divisas (ou insígnias) em latim, cada qual se referindo aos papas a partir de 1143, começando com Celestino II (1143-1144).

Escreveu esta e outras profecias, entregues antes de sua morte ao primeiro papa que ele profetizara, Celestino II.

Papa Celestino II


Malaquias profetizou inclusive o dia (finados) e local (Clairvaux, França) de sua própria morte, e a partir daí houve um vácuo de séculos, até que seus textos fossem novamente lidos.

Existe certa discordância a respeito de quantas são as divisas, 111 ou 112. A profecia refere-se a 112 papas, mas destaca 111 divisas, e isso causa a confusão. O ultimo Papa é descrito por um texto, que contem a divisa dentro dele.

Embora a primeira divisa seja ligada a Celestino II, nenhuma menção a “profecia dos papas” foi feita antes de 1595, quando o historiador e Monge Beneditino Arnold de Wion publicou seu livro chamado “A Árvore da vida” (Lignum Vitae), aonde menciona as profecias que hoje conhecemos como as Profecias dos Papas de Malaquias

As divisas, em geral, fazem menções a características pessoais do Papa, mas podem fazer menções a acontecimentos ou características marcantes do pontificado.

Por exemplo, Guido de Città de Castello ou Celestino II nasceu na Bologna, em Titerna, um forte construído sobre o rio Tibre, o mesmo que corta Roma. Sua divisa “Ex Castro Tiberis”, que significa “Do Castelo do Tibre”.

Outro exemplo, “De Labore Solis” ou “Do Trabalho do Sol”, e refere-se a João Paulo II.



A associação ficou clara durante seu pontificado, já que João Paulo II realizou o “trabalho do sol”, que “dá voltas” ao redor da Terra, fornecendo luz sem distinção. João Paulo II viajou a todos os continentes, foi a países islâmicos, comunistas e de outras religiões, sempre conclamando diálogo e o entendimento.

“De Labore Solis” também é uma expressão em latim que significa a ocorrência de eclipses.

Karol Wojtyła nasceu em 18 de Maio de 1920, quando ocorreu um eclipse parcial do sol na Ásia. E morreu em 2 de abril de 2005, e seis dias depois ocorreu outro eclipse solar ocorreu na América do Sul e em parte do Oceano Pacífico.

O papa Inocêncio III canonizou Malaquias em 1190.

As ultimas 7 divisas :

106 Pastor Angelicus,O Pastor Angélico
Pío XII (1939-1958).

107 Pastor et Nauta, Pastor e Navegante
João XXIII (1958-1963)

108 Flos Florum, A Flor das Flores
Paulo VI (1963-1978).

109 De Medietate Lunae, Da Meia Lua
João Paulo I (1978).

110 De Labore Solis, o Trabalho do Sol
João Paulo II.

111 De Gloria Olivae, Da Glória da Oliveira
Bento XVI

112 Petrus Romanus

In psecutione. extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis diruetur, Iudex tremendus iudicabit populum. Finis.

Pedro Romano

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, o Juiz poderoso julgará o povo. Fim."


**   Atualização fundamental  ao tema  **

Em 25 de Outubro de 2013 


Srs.

o texto amplamente aceito para a ultima 

insignia de Malaquias, a de Petrus Romanus,

aceita inclusive por mim até 25 de Outubro último,  

está incorreto. 


**


Isso pode ser aferido diretamente na página abaixo, 
da Edição do Lignum Vitae (Árvore da Vida), de 1595.

Foi o primeiro Livro a publicar as Insignias de Malaquias.


(clique nas imagens para amplia-las)





**


Faltavam duas palavras e outra estava incorreta.


O texto CORRETO é :

"In persecutione. extrema S.R.E sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis dirueter, & Iudex tremedus iudicabit populum suum. Finis."


O texto INCORRETO e amplamente utilizado:

"In psecutione. extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis diruetur, Iudex tremendus iudicabit populum. Finis."


===


O "&" faz a ligação, portanto o texto traduzido sai de "o Juiz poderoso julgará" para "e o Juiz poderoso julgará".

O SUUM signfica "seu", então o texto sai de "julgará o povo" para "julgará o seu povo"(refere-se ao povo de Petrus Romanus).

Mas o mais surpreendente é o erro na grafia de "tremenduspara "tremedus", que é o correto.
O "tremendus" da versão incorreta significa algo como medroso, o total oposto ao "poderoso" que vem sendo amplamente usado na tradução.

Mas ainda assim a palavra estava errada.

O correto é "tremedus" é gerúndio de tremere, que significa tremer, ou seja, algo que treme por medo, por frio, etc.... Enfim, alguém ou algo com tremores, e da forma como está é uma qualificação do Juiz citado no trecho, "o que vem julgar". 

Então o trecho refere-se a um "juiz que treme", "que está tremendo", "com tremores" ou "trêmulo".

Muitos acabam modificando o "tremendo" pelo entendimento de algo acima da média, então substituem o termo por adjetivos que designam algo excepcional ou no sentido de Poderoso, mas refere-se apenas a "tremores" mesmo.

Os trechos corrigidos da insignia de Petrus Romanus mudam o texto, mas não mudam o entendimento final, que fica :

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, e o Juiz (que está) tremendo julgará o seu povo (o de Pedro). O fim."



Todas as questões levantadas sobre o assunto permanecem válidas, assim como suas ligações com outras Profecias citadas, mas o texto correto é o acima indicado.

Mas agora temos mais uma pergunta: 
Porque o Juiz treme?


**   Fim da atualização   **





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E porque Bento XVI é Gloria Olivae ?


A Ordem dos Beneditinos foi estabelecida em 529 na Toscana, Itália, no Monte Cassino, região produtora de oliveiras desde tempos remotos, e são chamados de Olivetanos, termo utilizado até os dias atuais.

BENEDITINOS => OLIVETANOS => OLIVAE

Ratzinger escolheu seu nome papal em homenagem a São Bento ou São Benedicto, padroeiro da Europa e fundador da Ordem dos Beneditinos.

BENTO => BENEDICTO => BENEDITINOS => OLIVETANOS => OLIVAE

Bento XVI é “Gloria Olivae“, o penúltimo papa listado por Malaquias.


Além disso, e na MINHA OPINIÃO, a insignia pode ter relação com a admissão de Ratzinger, enquanto Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre a espera messiânica dos judeus.

Conforme o trecho do texto, O papa e o ac :

O trabalho assinado pelo então Cardeal e atual Papa, Joseph Ratzinger, na época Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, causou surpresa.

Ratzinger disse que "cristãos e judeus compartilham da espera pelo Messias, embora os judeus aguardem sua primeira vinda e os cristãos, a segunda", e ainda destacou, " a diferença reside no fato de, para nós (cristãos), aquele que virá terá as mesmas características do Jesus que já veio".

Isso se deu quando houve a formação de um trabalho em conjunto entre os judeus e o Vaticano, fruto do Jubileu em 2000, em que ambos se debruçaram sobre documentos históricos, buscando conciliação.


Autenticidade da profecia de Malaquias


É considerado que o fato da profecia de São Malaquias ter ficado na obscuridade, só tendo sido publicada em 1595, como o mais sério elemento para alegarem a falta de autenticidade da profecia.

Por que uma profecia escrita no século XII viria a ser conhecida somente no século XVI ? Seria isto impossível de acontecer ? Sim, é possível e aceitável dado as limitações da época que a profecia de São Malaquias tenha ficado hibernando por quatrocentos anos em uma biblioteca de algum mosteiro distante.

É verdade que os livros anteriores a 1595, sobre Profecias, não mencionam a profecia de Malaquias. Mas, pouco a pouco, sobretudo após terem sido encontradas as relações com pontificados posteriores a 1595, a profecia foi lembrada e aceita como verdadeira.

No século XVIII, principalmente, ela foi criticada por alguns e para estes, tornou-se objeto de duros ataques contra sua autenticidade. Em 1794 é publicada uma obra que afirma que existia uma cópia da profecia anterior ao século XVI no convento benedictino de Rimini (Itália). E no final do século XIX, apareceram novas refutações metódicas vinda de religiosos contra as objeções de não autenticidade, e a profecia ganhou novamente destaque. .

O primeiro autor que falou da Profecia de São Malaquias foi o beneditino Arnold de Wion, em seu Lignum Vitae (Árvore da vida), ornamentuem et decus Ecclesiae, publicado em 1595 e dedicado a Felipe II, rei da Espanha. Ele mesmo diz que nenhum outro escritor havia ainda mencionado a profecia.

A aceitação da profecia pela Igreja

Alguns papas aceitaram, eles próprios, em sua vida pública, a aplicação das legendas a sua pessoa. Em 1670, Clemente X passou em Roma sob um arco ornado com a divisa De flumine magno, atribuída a ela na profecia. Em Roma, para comemorar a eleição de Alexandre VIII, se cunhou uma medalha com sua inscrição profética: Poenitentia gloriosa. Outros países seguiram o exemplo e medalhas com as inscrições de Malaquias apareceram em várias cidades da Europa, para comemorar a eleição do Papa. Estes exemplos servem para, pelo menos, caracterizar a atitude da Igreja quanto à profecia: não aceitam oficialmente, mas não condenam.

A Lista Completa

1 Ex Castro Tiberis / Do Castelo do Tibre (Ano de 1143)
2 Inimicus Expulsus / Inimigos Expulsos
3 De Magnitudine Montis / Procedente de Montemagno
4 Abbas Suburranus / O Abade de Suburra
5 De Ruro Albo / De um Campo Branco
6 Ex Tetro Carcere / De um Horrível Cárcere
7 Via Transtiberina / Via Mais Além do Tibre
8 De Pannonia Tusciae / Da Hungria a Toscana
9 Ex Ansere Custode / Da Guarda do Ganso
10 Lux in Ostio / A Luz em Óstia
11 Sus in Cribro / O Porco na Peneira
12 Ensis Laurentii / A Espada de Lourenço
13 De Scholia Exiet / Saído de Scola(ri)
14 De Rure Bovensi /Do Campo dos Bois
15 Comes Signatus / O Conde de Segni
16 Canonicus Ex Latere / Canônico do Ladrilho
17 Avis Ostiensis / A Ave de Óstia
18 Leo Sabinus / O Leão Sabino
19 Comes Laurentius / O Conde de (São) Lourenço
20 Signum Ostiense / O Signo (Sinal) de Óstia
21 Jerusalem Campaniae / Jerusalém Campânia
22 Draco Depressus / O Dragão Arruinado
23 Anguineus Vir / O Homem da Serpente
24 Concionator Gallus / O Pregador Francês
25 Bonus Comes / O Bom Conde
26 Piscator Tuscus / O Pescador Toscano
27 Rosa Composita / A Rosa Dissimulada
28 Ex Telonio Liliacei Martini / Do Tesoureiro de Martinho dos Lírios
29 Ex Rosa Leonina / Da Rosa Leonina
30 Picus Inter Escas / O Pica-pau Entre os Alimentos
31 Eremo Celsus / Elevado da Solidão
35 De Sutore Osseo / Do Sapateiro de Ossa
36 Corvus Schismaticus / O Corvo Cismático
37 Abbas Frigidus / A Abade Frio
38 Ex Rosa Atrebatensi / Da Rosa de Arras
39 De Montibus Pammachii / O Lutador dos Montes
40 Gallus Vicecomes / O Visconde Francês
41 Novus de Virgine Forti / Forte da Virgem Nova
42 De Cruce Apostolica / Da Cruz dos Apóstolos
43 Luna Cosmedina / A Lua Cosmedina
44 Schisma Barcinonum / O Cisma de Barcelona
45 De Inferno Praegnani / Do Inferno de Pregnani
46 Cubus Mixtione / Cubo Sujeito à Mesclagem
47 De Miliore Sidere / De uma Estrela Melhor
48 Nauta de Pontenigro / Marinheiro do Mar Negro
49 Flagellum Solis / O Flagelo do Sol
50 Cervus Sirenae / O Cervo de Nápoles
51 Corona Veli Aurei / A Coroa do Véu de Ouro
52 Lupa Caelestina / A Loba Celestina
53 Amator Crucis / O Amante da Cruz
54 De Modicitate Lunae / Da Pequenez da Lua
55 Bos Pascens / O Boi que Pasta
56 De Capra et Albergo / De Cabra e Albergue
57 De Cervo et Leone / Do Cervo e do Leão
58 Piscator Minorita / O Pescador Menor
59 Praecursor Siciliae / O Precursor da Sicília
60 Bos Albanus in Portu / Boi de Álbano no Porto
61 De Parvo Homine / Do Homem Pequeno
62 Fructus Jovis Juvabit / O Fruto de Júpiter Comprazerá
63 De Craticula Politiana / A Grelha de Politiano
64 Leo Florentius / O Leão de Florença
65 Flos Pilae Aegrae / A Flor das colunas Vacilantes
66 Hyacinthus Medicorum / O Jacinto dos Médicos
67 De Corona Montana / Da Coroa do Monte
68 Frumentum Floccidum / O Trigo Insignificante
69 De Fide Petri / Da Fé de Pedro
70 Aesculapii Pharmacum / O Remédio de Esculápio
71 Angelus Nemorosus / O Anjo de Bosco
72 Medium Corpus Pilarum / O Corpo no Meio das Esferas
73 Axis in Meditate Signi / O Eixo no Meio do Emblema
74 De Rore Coeli / Do Orvalho do Céu
75 Ex Antiquitate Urbis / Da Cidade Antiga
76 Pia Civitas in Bello / Cidade Piedosa na Guerra
77 Crux Romulea / A Cruz dos de Roma
78 Undosus Vir / O Homem Agitado
79 Gens Perversa / A Nação Inimiga
80 In Tribulatione Pacis / Na Tribulação da Paz
81 Lilium et Rosa / O Lírio e a Rosa
82 Jucunditas Crucis / A Exaltação da Cruz
83 Montium Custus / O Guardião dos Montes
84 Sidus Olorum / A Estrela dos Cisnes
85 De Flumine Magno / Do Grande Rio
86 Bellua Insatiabilis / A Besta Insaciável
87 Poenitentia Gloriosa / A Penitência Gloriosa
88 Rastrum in Porta / O Rastelo na Porta
89 Flores Circumdati / Flores em Círculo
90 De Bona Religione / De Boa Religião
91 Miles in Bello / O Soldado no Combate
92 Columna Excelsa / A Coluna Elevada
93 Animal Rurale / O Animal dos Campos
94 Rosa Umbriae / A Rosa das Sombras
95 Ursus Velox / O Urso Veloz
96 Peregrinus Apostolicus / O Peregrino Apostólico
97 Aquila Rapax / A Águia Rapace
98 Canis et Coluber / O Cão e a Serpente
99 Vir Religiosus / O Varão Religioso
100 De Balneis Etruriae / De Balnes, Etrúria
101 Crux de Cruce / A Cruz da Cruz
102 Lumen in Caelo / A Luz no Céu
103 Ignis Ardens / O Fogo Ardente
104 Religio Depopulata / A Religião Despovoada
105 Fides Intrepida / A Fé Intrépida 

106 Pastor Angelicus - O Pastor Angélico
Pío XII (1939-1958).

107 Pastor et Nauta - Pastor e Navegante
João XXIII (1958-1963)

108 Flos Florum - A Flor das Flores
Paulo VI (1963-1978)

109 De Medietate Lunae - Do Meio (metade) da Lua 
João Paulo I (1978)

110 De Labore Solis - Do Trabalho do Sol
João Paulo II (2005)

111 Gloria Olivae - Glória da Oliveira
Bento XVI (2005 - 2013)

112 Petrus Romanus 
Francisco I (2013 - ... )

"In persecutione. extrema S.R.E sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis dirueter, & Iudex tremedus iudicabit populum suum. Finis.".

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, e o Juiz (que está) tremendo julgará o seu povo (o de Pedro). O fim.”


Coincidência ?

A última divisa de Malaquias, alias a única que foi descrita em um contexto, demonstra a sua importancia.

E o próprio texto que fala por sí, quando narra sobre  "a derradeira perseguição da Santa Igreja Romana". A palavra "Finis" evidencia o fim da lista, o fim do papado e da Igreja Católica como a conhecemos ?

Ao que me parece, Malaquias deixa claro que durante Petrus Romanus, algo muito grave ocorrerá com a Igreja, mas também com a Europa e possivelmente, em todo o Mundo.

Não há como a "cidade das sete colinas" ser destruída, sem que a própria Itália e possivelmente toda a Europa, estejam em um cenário de guerra ou similar.

Se a Europa estiver em guerra, o Mundo estará em guerra.


A Grande Cidade, Roma, a cidade das sete colinas



E esta afirmação sobre Roma não está baseada apenas em Malaquias, mas em outros textos proféticos reconhecidos, como a própria Revelação, notadamente no Capítulo 17, mas também por pessoas como Dom Bosco, Anne Catherine Emmerich ou ainda a Aparição em Fátima.

Abaixo segue apenas um exemplo, o da aparição em Fátima, Portugal, para que se possa verificar a "coincidência" de suas afirmações.

Lembro aos Srs. que as Profecias feitas em Fátima, em 1917, foram divididas em 3 partes, sendo que as duas primeiras se cumpriram integralmente, uma em 1918 e a outra entre 1938 e 1939.



Texto do 3º segredo em Fátima, conforme revelado por Irmã Lúcia :

Lúcia (no meio - 10 anos) e seus dois primos:
Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos)



E vimos n’uma luz imensa que é DEUS: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições.

Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’êles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de DEUS.”

O cenário da mensagem escrita em 1944 por Irmã Lúcia, e único texto endossado por ela, sendo ela uma das três crianças que viu e ouviu diretamente Nsa.Sra. na aparição de 1917 em Fátima, Portugal, fala de um cenário de destruição ( .. Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas .. ), sofrimento e morte ( .. meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho .. ), e guerra ( .. prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas .. ).

Em 2000 o Vaticano ligou esta mensagem ao atentado cometido contra João Paulo II, em 13 de maio de 1981, dia consagrado a Nsa.Sra. em Fátima, cuja a primeira aparição foi em 13 de maio, e divulgando que a profecia foi cumprida.


Entendo que a leitura do texto de Lucia evidencia que a comparação com o atentado realizado contra João Paulo II não tem qualquer relação, pois basta ler para perceber que estes 4 elementos, Destruição, Sofrimento e Morte, e a Guerra, não estavam presentes no atentado.

Além disso, a mensagem revelada em Fátima é clara, o papa morre: “ .. prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas “

Segundo o documento divulgado, na época, pelo Vaticano: “.. a Irmã Lúcia concorda plenamente com o papa, afirmando que foi a mão da Virgem que guiou as balas e fez João Paulo II sobreviver ao atentado”.

No entanto nada é dito sobre a concordância com a interpretação sobre o terceiro segredo.



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