O verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Um Papa e três profecias


Olá a todos,

No dia 28 de fevereiro de 2013, há quatro anos, o Papa Bento XVI renunciou a seu papado. 

No texto “Orem pelo meu Sucessor”, discorri na mesma data sobre sua renuncia e sobre a sucessão papal pela ótica das Profecias de São Malaquias.



Gloria Olivae, a insignia em latim atribuída por São Malaquias a Bento XVI, em sua lista profética de 112 papas, demonstrava em 2005 que este Papa seria um papa contemporizador, possivelmente fraco, sem o devido carisma e brilhantismo político/religioso necessário a boa condução do cargo.

Me refiro a 2005 porque falo das análises realizadas naquele momento, antes de sequer Raztinger ser eleito papa, isso há 12 anos.

Transcrição de trecho escrito em 05 de abril de 2005: "Um Papa excessivamente contemporizador, ao ponto de tornar-se fraco demais para lidera-la. é assim que eu sempre percebi o personagem".

E como vimos 8 anos depois destes comentários, em 2013, o perfil traçado para Gloria Olivae se evidenciou correto, não só porque o papado de Bento XVI foi marcado por escândalos, processos e divisões internas que ele não pode conter, como terminou de forma lacônica através de sua renúncia.

Na sequência deste texto, faço indicações de outros textos do Blog que são de leitura pertinente, já que não irei abordar os temas indicados com a mesma profundidade aqui.

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 Joseph Ratzinger nasceu na Alemanha, Baviera, em 1927, e cito isso para apenas comentar sobre seu suposto passado nazista.


Hitler se tornou Chanceler em 1933, portanto Ratzinger que tinha na época 6 anos, assim como toda sua geração de compatriotas, cresceu doutrinado e alienado pelo Partido Nazista alemão. 

Mas nem a família de Ratzinger e nem o próprio, se filiaram ao Partido Nazista em qualquer momento, mas Ratzinger participou da Juventude Hitlerista, conforme demonstra a foto.

Na Ditadura Nazista, todas as crianças “tinham” que se unir ao Grupo, pois isso era observado pelo Regime. Agentes do Estado, Professores, outros Pais, todos observavam o grau de comprometimento das Famílias com o Partido e com o Fhurer, e quem parecesse pouco comprometido poderia facilmente ser preso ou ter destino pior.



Há muitos detratores da Igreja e do próprio Ratzinger
Na legenda se lê: "Um Jovem Ratzinger saudando Hitler"

A foto Verdadeira, tirada durante Cerimônia Católica


Cabe comentar o interessante detalhe relatado por Ratzinger no Livro “O Sal da Terra”, do escritor e jornalista alemão Peter Seewald, de 1996, aonde o autor disse que Ratzinger "claramente via Hitler e o III Reich como um inimigo," tanto da sua familia quanto da Igreja.

O pai de Ratzinger "viu que uma vitória de Hitler nao seria uma vitoria para a Alemanha, mas uma vitoria para o Anticristo".

Eu só tomei conhecimento desta opinião do Pai de Joseph Ratzinger na atualização de dados para este texto. 

Em 2012 escrevi no texto “A Luta Definitiva”: “Hitler foi eleito Chanceler da Alemanha em 1933, Fuher em 1934, mas teve ainda que dividir o poder com outros Partidos, militares de carreira e com o poder civil, até meados de 1938, quando efetivamente tomou todo o Poder para sí e para os Nazistas. Então esta "pressa" do Mal, que em apenas 7 anos (1938-1945) aniquilou milhões de pessoas, se justificava pela proximidade do tempo do cumprimento da profecia de Ezequiel sobre a restauração de Israel, e o Mal atuou para impedir a concretização desta promessa profética.” 


Ratzinger fala seis idiomas fluentemente, e escreveu 23 livros ao longo de seus 89 anos de idade.


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Bento XVI e a Espera Messianica dos Judeus


O Cardeal Joseph Ratzinger em 2002, na época Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, divulgou um Documento em fevereiro de 2002, chamado “The Jewish People and their Sacred Scriptures in the Christian Bible” (O povo judeu e suas escrituras sagradas na Bíblia cristã), da Vatican Pontifical Biblical Commission, afirma que:

O que já foi cumprida em Cristo deve ser cumprido em nós e no mundo. O cumprimento definitivo será no final com a ressurreição dos mortos, um novo céu e uma nova terra. Expectativa messiânica judaica não é em vão. Ela pode se tornar para nós cristãos um estimulante poderoso para manter viva a dimensão escatológica da nossa fé. Como eles, nós também vivemos na expectativa. A diferença é que para nós o que há de vir terá os traços de Jesus que já veio e já está presente e atuante entre nós”.

Então o Cardeal Ratzinger e ex-Papa Bento XVI, endossou em nome da Igreja Católica, a espera messiânica dos judeus, a espera por Mashiach (Messias), e a vinda dele representa o ápice de uma série de eventos proféticos.

No entanto eu defendo em alguns textos como “O papa e o anticristo” ou “A besta que você viu, era e já não é", que o anticristo poderá ser confundido com o Messias. 

Esta ocorrência profética, a vinda do Messias, deve ser bem contextualizada, do contrário corre o risco de ser um engodo.

"Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores." (Mateus 24:5-8)

Então a validação da espera messiânica dos judeus pela Igreja Católica, poderá ser usada contra ela mesma, na busca pelo reconhecimento de alguém se passando pelo Messias, alguém inescrupuloso o suficiente para faze-lo.

"Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito." (Mateus 24:23-25)

A validação de Ratzinger para a espera messiânica dos judeus é muito relevante, profeticamente falando.

As três religiões abraâmicas, Judaísmo, Islamismo e Cristianismo, preconizam a vinda de um Enviado de DEUS, durante o ápice dos eventos profetizados.



No Cristianismo é chamado de Parusia.

"E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima."  (Lucas 21:25-28)

No Judaísmo eles ainda esperam pelo Massiach, já que não reconheceram Jesus como tal. O aval do Catolicismo para a espera de Massiach poderá trazer no futuro, a questão delicada de que os Judeus venham a reconhecer alguém como Massiach, exigindo o reconhecimento pelo Catolicismo.

No Islam espera-se a vinda de Mahdi (o Mahdismo), uma pessoa de moralidade superior que combaterá as superstições e distorções existentes no Islamismo. E espera-se o retorno de Issa, o mesmo Jesus que para os cristãos foi crucificado. Ambos, Mahdi e Issa (Jesus), combaterão al-massih ad-dajjal, o anticristo biblico.

Portanto a espera messiânica é questão de Fé para bilhões de pessoas, e está no ápice de eventos profetizados por textos cristãos, islâmicos e judeus.

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Bento XVI e a Mensagem divulgada em Fátima

Lúcia (10 anos) e seus dois primos, Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos)

Texto do 3º segredo em Fátima, conforme revelado por Irmã Lúcia : “E vimos n’uma luz imensa que é DEUS: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas a subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’êles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de DEUS.”

O cenário da mensagem escrita em 1944 por Irmã Lúcia, e único texto endossado por ela, sendo ela uma das três crianças que viu e ouviu diretamente Nsa.Sra. na aparição de 1917 de Fátima,  Portugal, fala de um cenário de destruição ( .. Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas ..  ), sofrimento e morte ( .. meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho .. ), e guerra ( .. prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas .. ).

Em 2000 o então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger, ligou publicamente esta mensagem ao atentado cometido contra João Paulo II, em 13 de maio de 1981, dia consagrado a Nsa.Sra. em Fátima, cuja a primeira aparição foi em 13 de maio de 1917, e divulgando que a profecia foi cumprida.

Segundo o documento divulgado na época pelo Vaticano: “Irmã Lúcia concorda plenamente com o Papa, afirmando que foi a mão da Virgem que guiou as balas e fez João Paulo II sobreviver ao atentado.” No entanto nada é dito sobre a concordância com a interpretação sobre o terceiro segredo.

Comparando com o atentado a João Paulo II:
  1. A profecia diz claramente que "o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruinas" - JPII estava na Praça de São Marcos, em Roma, a grande cidade, mas não em ruinas, o que indica outro momento histórico que não o momento do atentado.
  2. "meio tremulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho" - O Papa não caminhava, estava no papamóvel, não tinha dor alguma, era um homem saudável, e também não havia cadáveres.
  3. "chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pes da grande Cruz" - ele estava no papamóvel, não estava prostrado e nem de joelhos, e nem aos pés de nenhuma grande Cruz.
  4. "foi morto por um grupo de soldados" – Ele não foi morto, e também não havia soldados lhe atirando.
  5. "foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições" - Duas outras pessoas foram atingidas no atentado a JPII, a norte-americana Ana Odre de 60 anos, atingida no peito, e a jamaicana Rose Hill de 22 anos, ferida no braço. Nenhuma delas veio a falecer por causa disso, e nem Bispos, Sacerdotes, religiosos ou seculares, enfim, ninguém pereceu no atentado, nem mesmo Ali Agca, o atirador, que permaneceu preso por 29 anos.
O Papa João Paulo II, com seu atirador na prisão em Roma




Bento XVI em Fátima, Portugal


Em 2010, quando Bento XVI visitou Fátima, Portugal, reabriu toda a controvérsia do Terceiro Segredo, rejeitando  a “interpretação” de uma década antes.

Pelo contrário, disse o ex-Papa, "o Terceiro Segredo profetiza o que está a acontecer hoje na Igreja, não está absolutamente nada limitado ao “passado,” e prediz acontecimentos futuros na Igreja que ainda estão a desenvolver-se dia a dia".

Isso foi dito em 2010, e foi até hoje a primeira vez que um Papa admitiu publicamente a veracidade de uma profecia em andamento, e seu desfecho no futuro.

Portanto Ratzinger tem outra profunda ligação com o tema do 3º Segredo, primeiramente revelando o texto da profecia em Fátima, erroneamente ligando-o ao Papa JPII. Porém uma década depois, reconheceu publicamente que os acontecimentos narrados nesta profecia, ainda não tiveram seu término.

Neste ano de 2017, comemora-se um século do evento.



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Bento XVI e a Profecia dos Papas de São Malaquias

São Malaquias

Malachy O’Mongoir nasceu em Armagh, Irlanda do Norte,  no ano de 1094. Foi arcebispo de Armagh e primaz da Irlanda. Tornou-se padre em 1119, mas somente após ir a Roma, em 1145, começou a ter visões proféticas, falecendo 3 anos depois. O papa Inocêncio III canonizou Malachy em 1190.


São Malaquias registrou uma lista de 111 divisas (ou insígnias) em latim, cada qual se referindo aos papas a partir de 1143, começando com Celestino II (1143-1144).

Existe certa discordância a respeito de quantas são as divisas, 111 ou 112. A profecia refere-se a 112 papas, mas destaca 111 divisas, e isso causa a confusão. O último Papa é descrito por um texto, que contém a divisa dentro dele.

Embora a primeira divisa seja ligada a Celestino II, nenhuma menção a “profecia dos papas” foi feita antes de 1595, quando o historiador e Monge Beneditino Arnold de Wion publicou seu livro chamado “A Árvore da vida” (Lignum Vitae), aonde menciona as profecias que hoje conhecemos como as Profecias dos Papas de Malaquias.

As divisas, em geral, fazem menções a características pessoais do Papa, mas podem fazer menções a acontecimentos ou características marcantes do pontificado.

Por exemplo, Guido de Città de Castello ou Celestino II nasceu na Bologna, em Titerna, um forte construído sobre o rio Tibre, o mesmo que corta Roma. Sua divisa “Ex Castro Tiberis”, que significa “Do Castelo do Tibre”.

A Profecia dos Papas de Malaquias não tem aprovação eclesiástica, mas nunca foi refutada pela Igreja. O autor é canonizado e a primeira publicação de suas profecias veio através de um Beneditino (Ordem Católica).

As ultimas 7 divisas :

106 Pastor Angelicus,O Pastor Angélico
Pío XII (1939-1958)

107 Pastor et Nauta, Pastor e Navegante
João XXIII (1958-1963)

108 Flos Florum, A Flor das Flores
Paulo VI (1963-1978)

109 De Medietate Lunae, Da Meia Lua
João Paulo I (1978)

110 De Labore Solis, o Trabalho do Sol
João Paulo II (1978-2005)

111 De Gloria Olivae, Da Glória da Oliveira
Bento XVI (2005-2013)

112 Petrus Romanus
"In persecutione. extrema S.R.E sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis dirueter, & Iudex tremedus iudicabit populum suum. Finis."

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, e o Juiz (que está) tremendo julgará o seu povo (o de Pedro). O fim.


E porque Bento XVI foi Gloria Olivae?

A Ordem dos Beneditinos foi estabelecida em 529 de nossa era na Toscana, Itália, no Monte Cassino, região produtora de oliveiras desde tempos remotos, e são chamados de Olivetanos, termo utilizado até os dias atuais.

Beneditinos = Olivetanos = Olivae

Ratzinger escolheu seu nome papal em homenagem a São Bento ou São Benedicto, padroeiro da Europa e fundador da Ordem dos Beneditinos.

Bento = Benedicto = Beneditinos = Olivetanos = Olivae

Bento XVI foi “Gloria Olivae“, o penúltimo Papa listado por Malaquias.

Outra ligação que eu percebo também possível, é a já mencionada defesa de Ratzinger da espera por Massiach, e neste aspecto, Olivae seria uma menção aos judeus (Oliveiras).

Notem que a primeira publicação desta profecia foi feita através do Livro de um Monge Beneditino, e sem dúvida Ratzinger é conhecedor desta profecia, assim como o Papa Francisco a conhece.

Na linha de sucessão dos Papas de Malaquias, o Papa Francisco é Petrus Romanus, o último Papa listado, e o cenário da profecia para ele é claro “Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída”.


Então Petrus Romanus é o último Papa citado por Malaquias, e segundo eu percebo, o Papa Francisco é Petrus Romanus.

Mas o que isso significa na prática?

- OU acontecerá o que está previsto;
- OU São Malaquias pode ter errado, mesmo com um retrospecto correto, não porque a sua visão foi deliberadamente incorreta e sua profecia é uma farsa pois tal se mostra improvável diante da sequência correta de insígnias com os respectivos Papas anteriores, mas que apenas sua condição de vislumbre do desfecho de sua profecia, foi afetada por outros fatores.

E o maior fator perceptível que pode ter afetado a sequência da profecia, é a renúncia de Bento XVI, que pode, em tese, ter sido um fator de mudança da “linha de eventos”. Sua renuncia pode ter tido impacto no cumprimento desta profecia.

Só o tempo dirá.

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Portanto Srs.,

Embora Joseph Ratzinger nunca tenha sido considerado uma figura carismática e simpática ao publico, como seu antecessor foi e seu posterior é, profeticamente falando, parece ser um ponto focal de importantes profecias.

Um Homem, um Papa ligado diretamente a três profecias aceitas pelo Catolicismo, e que versam sobre o destino da própria Igreja e do Mundo.

- São Malaquias
- Terceiro Segredo em Fátima
- A Espera por Massiach


Ratzinger, ex-Papa Bento XVI, atualmente com 89 anos


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