O verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo.

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domingo, 22 de novembro de 2015

O Estado Islâmico e o cenário profético contemporâneo


Esta bandeira é usada pelo al-Shabaab, também pelo Boko Haram
pelo Estado Islâmico. Ela se baseia na Shahadah, o primeiro 


Origem do grupo

As origens do Estado Islâmico, também chamado de Estado Islâmico do Iraque e Levante (ISIS, na sigla em inglês) ou Daesh em árabe, remetem à rede terrorista al-Qaeda, de Osama bin Laden, responsável pelos atentados  as Torres gêmeas em Nova York (EUA), em 11 de setembro de 2001



Osama Bin Laden
Principal mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001


No ano de 1999, o jordaniano Abu Musab al-Zarqawi fundou o grupo al-Tawhid wa al-Jihad, (Organização pelo Monoteísmo e Jihad) que cederia lugar à al-Qaeda no Iraque, após a invasão americana a este país. Com a morte de Zarqawi em 2006, atingido por tropas americanas, o grupo ganhou um novo líder, Abu Bakr al-Baghdadi que permanece até hoje.

Com uma postura radical ligado à ala sunita e Wahhabista do Islam, o grupo adota uma leitura literal e própria dos ensinamentos islâmicos, e admite práticas como decapitação e execuções sumárias. Por acreditarem que são os únicos e reais fiéis, veem o resto do mundo, inclusive outros islâmicos que não comungam de suas idéias, como infiéis que querem destruir sua religião. Com táticas brutais, realizam sequestros, praticam assassinatos em massa, escravização, ataques terroristas, destroem heranças históricas e etc..., gerando uma onda de medo e violência em todo o mundo.

Cabe lembrar que este grupo radical só conseguiu este poder através das sucessivas intervenções ocidentais em países árabes e islâmicos, e podemos iniciar isso para efeito desta pequena análise, nos anos de 1980, quando do apoio aos Talebans contra os Russos no Afeganistão, sucedendo o apoio irrestrito a Saddam Hussein no Iraque para destruir o Irã (Guerra Irã-Iraque). Em ambos os casos foram criados "monstros" que se voltaram contra seus mestres.

Os Talebans tomaram o Poder posteriormente, cometeram diversas atrocidades e mostraram o caminho a outros grupos de ideologia similar pelo Mundo. Em 2001 o EUA teve que intervir militarmente no País contra seus antigos aliados, e afundou o País em uma guerra que se estende até os dias de hoje.

Já Saddam Hussein não venceu o Irã, mas armou-se as custas das potencias ocidentais, se convenceu de sua própria grandeza, invadiu países vizinhos no início da década de 1990 (Primeira guerra do Golfo) e manteve uma retórica bélica com seus antigos apoiadores que acabou resultando na mentirosa e trágica Invasão do Iraque em 2003, jogando o País em um caos que perdura até os dias atuais.

Posteriormente e apenas citando os fatos mais relevantes, já que são muitos os detalhes desta estória trágica, houve o engodo da Primavera Árabe, e novamente estavam lá as potencias ocidentais fomentando revoltas e insuflando mudanças sociais e políticas que foram desastrosas para vários destes países, e que resultaram dentre outras coisas em uma Revolução no Egito, outra a Líbia e outra na Síria.

No Egito a duras penas as coisas encontraram um rumo melhor, embora o País viva uma Ditadura de Direita atualmente, como que represando as mágoas que poderão novamente estourar e levar o País a um grande conflito interno. 

Na Líbia a insurgência, que na verdade nunca foi um só grupo unido por um ideal, mas vários grupos cada qual com seus próprios interesses, foi armada pelas potências, o que resultou na queda de Kadafi mas também da Ordem social e política do País, lançando-o a uma guerra civil e a total desorganização, abrindo caminho para o terrorismo do Estado Islâmico e resultando em uma legião de refugiados, muitos dos quais morrem no Mediterrâneo a procura de refúgio e paz na Europa e em ouros países. 

Na Síria tentaram derrubar Bashar al-Assad, igualmente armando uma insurgência desunida e multi-facetada como na Líbia, levando o País a uma fatídica guerra civil que segue para seu quarto ano, matando centenas de milhares e expulsando milhões de seus lares.

Então se o incipiente grupelho radical que atuava nas sombras, atualmente chamado de Estado Islâmico, tornou-se uma potencia terrorista de alcance global, isso foi graças também as desastrosas intervenções ocidentais na região, fruto de uma visão míope que visa seus próprios interesses, e não o Bem Comum.

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Em 2003

Em entrevista à BBC, mecânico que ajudou a derrubar monumento a 
ex-presidente iraquiano diz que país 'voltou à Idade Média' e 'foi roubado dos iraquianos', 

Em 2016

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Divisões

O Islamismo, assim como o Cristianismo e algumas outras Religiões, possui “divisões” na forma de interpretar a Fé.

Existem dois grandes grupos, os Sunitas (Sunis) que representam uns 90% do Islam global, e Xiitas (Shias).

Após a morte do Profeta Muhammad (Maomé) em 632 da nossa era, houve uma forte disputa sobre a identidade de seu sucessor, que fez com que os seguidores do Islam se dividissem. 

Profeta Muhammad recitando o Alcorão em Meca 
(gravura do século XV)

Os Sunis acreditavam que Muhammad não tinha herdeiro direto na condução do Islam, e que um líder religioso deveria ser escolhido dentre as pessoas da incipiente comunidade islâmica. Eles escolheram Abu Bakr, amigo e conselheiro de Muhammad como seu sucessor. Suni deriva da palavra Sunnah, que reune os preceitos islâmicos estabelecidos no século VIII, baseados nos ensinamentos de Muhammad.  

Os Shias acreditam que somente ALLAH (DEUS em árabe) poderia selecionar os líderes religiosos, e que portanto, todos os sucessores de Muhammad deveriam ter consanguinidade com ele. Eles sustentaram que Ali ben Abu Talib, primo e genro de Muhammad, casado com sua filha Fatimah, era o legítimo herdeiro da liderança da religião Islâmica após a sua morte. Shia deriva do termo árabe “Shiat Ali” ou "partido de Ali”.

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Fatimah = Fátima

O nome da filha de Muhammad (Maomé) deu o nome a filha de um nobre mouro que 
ocupava a Península Ibérica durante a ocupação islâmica. Este nobre deu o nome de 
sua filha a uma porção de terras que lhe pertencia, e que séculos depois, no atual 
Portugal, foi palco de aparições marianas, as Aparições em Fátima.

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Sunis e Shias possuem subdivisões

O Ibadismi (ou Ibadismo) e o Sufismo (o chamado misticismo islâmico) são correntes independentes do Islamismo, embora sejam mais afinadas aos Sunis. 

O Mustaali, Xiismo Duodecimano, Zaiditas e o Ismaili, são correntes islâmicas de orientação Shia. 

O Hanafismo, Hanbalismo, Maliquismo, Shafi'i e o Salafismo (Wahhabismo), são correntes islâmicas de orientação Suni.

Portanto quando falamos do Estado Islâmico e sua auto-afirmação de que representa o Islamismo, na verdade eles representam o pensamento de uma das várias vertentes do Islam Sunita, o Salafismo ou Wahhabismo.

Estado Islâmico

O Estado Islâmico ocupa atualmente áreas da Síria e do Iraque, e a partir daí expandiu-se para a Líbia, depois da morte da Kadafi, aproveitando-se da desorganização política e social deste País. 

Mas o grupo tem simpatizantes em vários países do Mundo, sendo um dos mais significativos o Boko Haram (A educação ocidental ou não-islâmica é um pecado) na Nigéria, África, que é atualmente o grupo terrorista que mais mata no Mundo.

Outro a ser citado por sua afinidade de pensamentos com o Estado Islâmico, embora não haja apoio explicito, é o grupo sunita Hamas ("Movimento de Resistência Islâmica") na Faixa de Gaza e West Bank, com seu braço armado, as "Brigadas Izz ad-Din al-Qassam" que atuam basicamente contra alvos israelenses e norte-americanos.

O Hamas é de corrente islâmica Suni e Wahhabista.

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O Estado Islâmico declarou em 2014 ter formado seu próprio califado no Oriente Médio, onde viveriam cerca de 8 milhões de pessoas. O califado é um sistema de Governo que se baseia numa interpretação literal da Lei islâmica, a Sharia, e baseado nisso o Grupo Estado Islâmico obriga mulheres a usar véu, realiza conversões forçadas, realiza perseguição a todos que discordarem de suas práticas, islâmicos ou não, promove castigos severos que incluem chibatadas e imolação, praticam a decapitação e realizam execuções com alto requinte de crueldade, como explodir pessoas, afoga-las, queima-las, joga-las de prédios e locais altos e até mesmo atropela-las com tanques de guerra.

O Califado foi oficialmente extinto como forma de Governo nos anos iniciais do Século 20, e sua ideologia busca formar uma unidade política do mundo Islâmico, sobrepondo-se a ideia da nacionalidade e pregando o fim das fronteiras nacionais em prol da unidade no Islamismo.



Qual é o real nome do grupo?

ISIS, ISIL, EIIL, EI, Daesh, Estado Islâmico, Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Todas são denominações do mesmo grupo e todas são válidas.

Na verdade o autoproclamado Estado Islâmico (EI) não é um Estado formal, não é um País, é um território tomado e governado pela força e pelo medo, sem qualquer representatividade ou reconhecimento formal pelas Nações ou Organizações do planeta.

O nome em árabe do grupo é "ad-Dawlah al-Islāmīyah fī al-‘Irāq wash-Shām" ou em português, "Estado Islâmico do Iraque e Al-Shaam", e o nome em árabe gerou o acronino Da'ish ou Daesh.

Al-Shaam refere-se a Síria ou a Grande Síria, uma região que abrange
alguns países do Oriente Médio como a Jordânia, Israel, Iraque e o Líbano

A grande Síria ou Al-Shaam

Mais recentemente o grupo divulgou o termo "Estado Islâmico do Iraque e do Levante", que deu origem ao acrônimo EIIL, buscando ressaltar a questão do pan-islamismo, e o termo "Levante" inclui geograficamente a Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e Hatay, uma área no sul da Turquia.

O acrônimo ISIS vem da tradução em inglês, Islamic State of Iraq and Syrya.

Portanto todos são nomes válidos e referem-se ao mesmo grupo. Eu prefiro utilizar o termo ISIS, ou o mais comum e que faculta seu melhor entendimento em português, Estado Islâmico, embora este termo seja uma distorção pois não há Estado algum.


Representatividade

Como já explicado, o Estado Islâmico atua defendendo uma das correntes do Islam sunita, o Wahhabismo, e cabe comentar que esta é a linha ideológica, religiosa e política de apenas um País do Mundo Islâmico, País este defendido como um dos "maiores aliados" das potências do Ocidente cristão, a Arábia Saudita, e curiosamente, é praticamente uma nulidade da mídia global quando se fala em terrorismo. 

Por outro lado existe uma ênfase da mídia nos atos de terrorismo em países ocidentais, quando na verdade,  78% das vítimas fatais do terrorismo islâmico se concentram entre Afeganistão, Iraque, Nigéria, Paquistão e Síria, e quase 90% de todas as mortes perpetradas por terroristas islâmicos, são islâmicos.

Não estou condenando a cobertura da mídia, estes ataques tem que ser informados e são crimes contra a Humanidade inteira, mas estou chamando a atenção para o fato de que há uma tendência midiática de focar em demasiado alguns dos ataques, os que são praticados contra Potências ocidentais, enquanto outros de países periféricos praticamente são ignorados, mesmo quando fazem grande número de vítimas, e esta tendência acaba por distorcer a verdadeira face deste grupo, que não pratica uma guerra exclusiva contra cristãos ou o Ocidente, mas contra TODOS que pensam de forma diferente da sua, e suas principais vítimas tem sido islâmicos. 

E isso considerando apenas as mortes, pois se considerarmos os que tiveram que fugir deixando seus lares, propriedades, deixando suas próprias raízes culturais e sociais, estamos aqui falando de milhões de pessoas, milhares deles cristãos e de outras Religiões, mas em sua maioria islâmicos, que buscam asilo em variados países locais, mas também na Europa, sendo este outro aspecto curioso da abordagem midiática.

Porque apenas uma parcela dos refugiados vai para a Europa, e novamente existe uma enfase demasiada a questão, como se isso estivesse ocorrendo apenas "agora", e na Europa houvesse uma ação deliberada de "invasão" ao continente.
A maioria de refugiados do Estado Islâmico estão concentrados em países como a Turquia, Egito, Líbano e Jordânia.

Os islâmicos tem sido as principais vítimas deste radicalismo, e se o apoiassem ficariam em suas terras, em suas casas, se filiariam a sua causa e atuariam de acordo com seus preceitos e práticas.

Mas a maioria foge deles!!

Este enfoque da grande mídia, além de dar uma visão ligeiramente distorcida da questão, a ponto de fomentar grandemente a Islamofobia, o ódio aos Muçulmanos, traz outros aspectos relevantes, principalmente o fomento do medo baseado na religião, nacionalidade e etnia.

E este medo interessa aos radicais de todos os lados, porque quanto mais for presente, maior será a dificuldade de entendimento, maior será o ódio, maior será o preconceito e portanto, maior será o conflito.


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Cenário Profético

O Corão, Livro sagrado do Islamismo, possui em seus escritos um conceito similar ao Apocalipse cristão, o Quiyamah, também conhecido por Dia de Julgamento ou Dia do Juízo Final.

Este é o período assinalado no Corão em que a humanidade será julgada por DEUS por seus atos coletivos, e que traz colocações extremamente similares a Revelação a João e presentes em outros livros proféticos Bíblicos.

Posso citar rapidamente algumas similaridades, como a ascensão do anticristo (ad-dajjal no Corão), Gog e Magog (Yajuj e Majuj), o retorno de Jesus (Issa), Guerras e Mudanças geofísicas.

A proximidade do Quiyamah pode ser percebido, segundo o Corão, por uma série de sinais que podem ser divididos em aspectos sociais, políticos, religiosos, climáticos, geofísicos e outros.

Um dos sinais indicados é que "A religiosidade e o conhecimento islâmico irão baixar, apesar do progresso científico"

E o próprio Muhammad disse sobre isso que "Entre os sinais da aproximação da hora do Juízo Final, estão a existência de muitos leitores e poucos entendedores e de tantos Príncipes e tão poucos Probos."  -   "Haverá no final dos tempos adoradores ignorantes e leitores corruptos."

E acrescentou: "A ignorância dominará as pessoas".

O que Muhammad nos informa com estas palavras, é sobre o surgimento de grupos radicais que usam o islamismo como justificativa, e em como este fato assinala a proximidade do "Dia do Julgamento". Então grupos como os Talebans, a Al-Qaeda, o Estado Islâmico, o Boko Haram, o Hamas e outros, são indiretamente citados neste contexto, porque pervertem a Fé Islâmica, disseminando preconceito e violência em nome de DEUS. 


LEIA


Al-Shaam

Mas os textos sobre o Quiyamah, escritos em torno de 1.400 anos atrás, são ainda mais diretos a respeito do Estado Islâmico, quando afirmam sobre Al-Masih ad-Dajjal, (falso messias, o impostor), o nome dado ao anticristo nos textos do Corão, que "Ele surgirá entre Shaam e o Iraq".

Como já dito acima, Shaam ou Al-Shaam refere-se a própria Síria e sua capital, Damasco, mas também refere-se a uma região geográfica específica, a Grande Siria, que compreende a Jordânia, Israel, Iraque, Líbano, a Ilha de Chipre, Sul da Turquia e a Península do Sinai.



Compare com a área pretendida pelo ISIS para estabelecer seu califado.

Portanto os textos proféticos islâmicos nos falam exatamente da região o qual o Estado Islâmico se estabeleceu, e o grupo ambiciona praticamente o mesmo território de Al-Shaam histórico, o qual ad-dajjal (o anticristo) profeticamente deverá ascender, lembrando ainda que o nome do grupo é "Estado Islâmico do Iraque e Al-Shaam".

Então o ISIS tem relação com a ascensão do anticristo? Esta é uma questão bem relevante, e ao que me parece, Sim.

Não é que esta liderança chamada de anticristo vá surgir do grupo, isso não faria sentido já que ele surgirá inicialmente como uma liderança de Paz. Mas o grupo está no contexto de eventos do Oriente Médio, e porque não, mundiais, que possibilitarão seu surgimento. 

Portanto os textos do Quiyamah, podem estar nos indicando mais que uma região geográfica, eles podem estar indicando um contexto, e este contexto envolve diretamente o Estado Islâmico.

Região geográfica da ascensão do anticristo, segundo profetas Bíblicos
(respectivamente áreas indicadas por Daniel, Isaias e Ezequiel)

                   



É possível que o anticristo surja justamente para se contrapor ao grupo, fazendo com que a retórica radical se esvazie em prol de uma união pan-islâmica, para posteriormente promover uma união Abraâmica (Judeus, Islâmicos e Cristãos). Mas tudo isso será apenas mais uma manipulação da Fé, uma falsa Paz, o qual os objetivos são bem claros na Bíblia e no Corão: Negar a DEUS e se colocar, ele próprio, como Divindade. E com esta pretensão, levará o Mundo a uma gigantesca guerra.

Mahdismo

E o próprio Estado Islâmico se utiliza tanto de afirmações proféticas quanto de afirmações pseudo-religiosas para promover assassinatos, a violência e a guerra. Isso não é muito abordado na mídia, que foca demasiadamente nas atrocidades cometidas, mas uma pesquisa um pouco mais aprofundada sobre a base ideológica do grupo demonstra que eles também se utilizam de retórica profética para arregimentar membros.

Por exemplo, além da ligação inequívoca com al-Shaam, o grupo usa com alguma regularidade e de forma distorcida o Mahdismo,  a crença de que nos tempos finais, ALLAH (DEUS em árabe) usará um servo que possui moralidade superior conhecido como Mahdi (“o guia para a verdade”), e ele orientará a humanidade de volta a direção da moralidade, que no caso do grupo significa a submissão a seus próprios conceitos de comportamento.

Segundo a escatologia tradicional do Islam, a primeira tarefa de Mahdi será promover uma guerra de idéias dentro do Mundo Islâmico e fazer com que aqueles muçulmanos que se afastaram da essência verdadeira do Islam, que retornem a crença verdadeira e a moralidade. 

E Mahdi terá mais três tarefas básicas, ainda segundo a escatologia tradicional: 

1. Combater todos os sistemas filosóficos que negam a existência de ALLAH e que dão apoio ao ateísmo. 

2. Combater a superstição, libertando do Islam do jugo dos indivíduos hipócritas que o corromperam, e então revelar e implementar a verdadeira moralidade islâmica baseada nas regras do Corão. 

3. Fortalecer todo o Mundo islâmico, politicamente e socialmente, e então trazer sobre ele a paz, segurança e bem-estar pela solução de todos os problemas sociais. 

Portanto o ISIS usa uma versão distorcida do Mahdismo (assim como distorce toda a Crença islâmica) para buscar legitimidade entre os demais Islâmicos, tomando para si o papel de abrir o caminho a ascensão de Mahdi.

Cabe comentar que o surgimento de Mahdi é também um dos grandes sinais da proximidade do Dia do Julgamento (Quiyamah).


Profecias cristãs

E o grupo Estado Islâmico também se utiliza de elementos da escatologia cristã, quando afirma, por exemplo, que irá hastear sua Bandeira em Roma ou que matará o Papa, se utilizando de elementos proféticos amplamente conhecidos por aqueles que estudam o tema, mesmo sem grande profundidade, como a própria Revelação a João, as Profecias de São Malaquias ou ainda profecias mais recentes como as do Terceiro Segredo em Fátima, sem citar outras tantas que narram contextos similares e que estão presentes neste Blog.

Capa da Revista do Estado Islâmico, com uma montagem da
Bandeira do Grupo sobre o Obelisco do Vaticano.

E pode até haver uma motivação sincera quando assim afirmam, o que seria ainda mais intrigante em termos proféticos, porque estas afirmações reafirmariam o que outros textos proféticos cristãos dizem sobre a perseguição aos cristãos, a invasão bélica da Europa e a destruição do Vaticano.

  • "Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; (Apocalipse 17:9)  ... Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo." (Apocalipse 17:15-16)
  • "Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. " (Trecho do Segredo revelado em Fátima - 1917, transcrito em 1944 por Irmã Lucia)
  • … enquanto nos aproximávamos, o fogo se arrefecia e nós vimos um prédio enegrecido. Nós entramos nele, passamos através de alguns recintos magníficos e nós finalmente chegamos ao Papa. Ele estava sentado e dormia em uma grande cadeira. Ele estava muito doente e fraco, e não conseguia mais andar. Os membros da Igreja mais próximos olharam de forma pouco sincera e demonstravam um zelo inexistente; eu não gostei deles.” (Anne Catherine Emmerich - inicio dos anos 1800)
  • "Pobre Itália, está caminhando para uma violência feia... O mundo está caminhando para a ruína. Cuidado com o mês de maio; vejo terremotos, aluviões, vejo sangue... Ocorrerão fatos tremendos. Um meteoro cairá sobre a Terra e tudo estremecerá. Será um desastre muito pior que uma guerra. ... A volta de Cristo não está próxima... mas falta pouco... O silêncio e o sossego voltarão um dia a reinar sobre a Terra, somente então o homem redescobrirá o homem". (Padre Pio de Petrelcinna - na metade do século 20)
  • "E de ti, Roma, que será? Roma ingrata, Roma efeminada, Roma soberba. Tu chegaste a tal ponto que não procuras outra coisa, nem nada mais admiras em teu soberano senão o luxo, esquecendo que sua glória verdadeira está sobre o monte Gólgota. ... Roma! ... Eu irei a ti quatro vezes. Na primeira golpearei as tuas terras e os seus habitantes. Na segunda, levarei a destruição e o extermínio até os teus muros. Não abres ainda os olhos ? Virei a terceira vez e derrubarei as defesas e os defensores e ao comando do Pai seguirá o reino do terror, do medo e da desolação. Mas os meus sábios fogem. A minha lei continua sendo pisada. Por isso farei a quarta visita. A guerra, a peste e a fome são flagelos com os quais serão castigadas a soberba e a malícia dos homens.” (Dom Bosco, 1870)



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A Rússia

Outro aspecto muito relevante na questão é o envolvimento direto da Rússia no conflito da Síria, algo que nos remete a profecias bíblicas de Ezequiel e igualmente presente no Corão e no Torah, sobre Gog e Magog (Yajuj e Majuj).

Gog e Magog ou Yajuj Majuj no Corão, foi o nome de uma comunidade descendente de Yafith ou Jafé, filho de Nuh (Noé).

Yafith ou Jafé é associado a um povo de etnia branca que ocupou a área da atual Turquia e Armênia, formando posteriormente o povo chamado pelos gregos de Citianos (Scythians, Sakas ou Sakai), que se espalhou também pela Ásia, chegando a Índia, e posteriormente também a Rússia e a Europa, em um processo de migração e miscigenação de séculos. 

Existem algumas hipóteses, dentre elas que quando os citianos começaram a ocupar as terras mais ao norte do Cáucaso, em direção a Europa, miscigenaram com os Varangians, descendentes de vikings que migraram para o sul da Escandinávia, e daí surgiu o povo Rur, que deu origem ao nome Rússia. 

É por isso que se associa Yajuj e Majuj (Gog e Magog) a Rússia ou a nações da antiga União Soviética, e se até poucos anos a atuação russa na região era mais discreta, hoje todos sabemos que o próprio Assad, governante sírio, só se mantém no Poder devido ao apoio russo, que no inicio da insurgência contra o Governante promovida pelo Ocidente, se opôs ao EUA e potencias europeias que pretendiam alija-lo a força do Poder, assim como fizeram com Kadafi na Líbia e Saddam no Iraque.

E atualmente o envolvimento da Rússia vai além da retórica política, sendo País atuante no cenário bélico da região, atuando contra o ISIS diretamente, bombardeando cidades sob o controle do grupo, fornecendo armas e dando apoio logístico ao exército sírio leal a Assad.

Este cenário não é ainda o de fato descrito sobre Gog e Magog, mas traz a Rússia a posição de destaque na atuação na região, fato que não ocorria antes, e abre inúmeras possibilidades, podendo mesmo a Rússia não mais abrir mão de sua influência regional direta, e indo de encontro a interesses futuros de países como Israel e o próprio EUA.




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Ainda sobre a Arábia Saudita

Mais acima eu comento sobre a Arábia Saudita e sua linha político-religiosa Islâmica Sunita Wahhabista. Estes comentários são baseados nos fatos que podemos apurar, e portanto, cabe a responsabilidade de afirmar aquilo que podemos efetivamente demonstrar pela lógica e pelos acontecimentos divulgados.


Mas penso que a Arábia Saudita é um dos principais financiadores e apoiadores do Grupo Estado Islâmico.

Não falo aqui exatamente do Governo Saudita, mas o País é governado por uma Elite familiar, a "Casa dos Saudi" cujos os membros circulam pelos Salões da Diplomacia e do Poder Mundial, são riquíssimos e influentes, principalmente pela força de Petróleo e Gás que seu País produz.

E também cabe lembrar que esta casta familiar governa o País com o auxilio de outra casta, a elite Religiosa Sunita e Wahhabista que dita as regras de comportamento e moral no País, que dentre outras coisas proíbe mulheres de dirigir ou viajar, suprime qualquer outra manifestação de Fé, proíbe judeus de pisarem no solo do  País (nem sequer em vôos com escalas), e no qual até usar a internet pode ser um crime passível de imolação ou morte.

Portanto entendo que membros destas castas sauditas, e certamente também de outras esferas sociais do País, acabam por dar apoio financeiro ao grupo, através de doações generosas e também na facilitação de negócios e contatos para o Estado Islâmico.

A afinidade politico-ideológica e religiosa do grupo com a Arábia Saudita é inquestionável, e até mesmo a maior parte da Liderança do Estado Islâmico, assim como era da Al-Qaeda, é Saudita.

Mas posso estar errado e o tempo dirá.

Este "aliado do Ocidente", a Arábia Saudita, não por acaso quase não é mencionado na mídia ocidental quando se fala em Terrorismo, em Direitos Humanos ou Democracia, já que boa parte da mídia, notadamente ao abordar cenários externos, busca produzir pautas alinhadas aos interesses políticos e econômicos de seus países de origem.

Os interesses que movem esta associação profunda entre alguns países Ocidentais e a Arábia Saudita, escapam das análises mais evidentes sobre Petróleo. Elas esbarram em profundas questões geopolíticas, que fogem a nossa lógica comum e constituem-se de uma contradição por parte de alguns países, entre o Discurso e Prática no cenário global.


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Srs.,

a conclusão inevitável sobre o ponto de vista profético, é que o surgimento do grupo Estado Islâmico está muito vinculado ao tema.

Trata-se de uma "coincidência" que eu chamaria de incrível, que textos escritos há dezenas de séculos como Ezequiel, Daniel, Isaías ou ainda o Quiyamah, sejam tão precisos ao citar uma região geográfica específica como o cenário de eventos atuais de relevância global, e que estes eventos estejam ocorrendo em série, citando também países como o Irã, Israel, Turquia ou Egito, além da própria Síria e o Iraque.

E também chama a atenção que tais citações proféticas tenham sido preservadas nas três religiões monoteístas abraâmicas, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Mesmo considerando a origem em comum destas religiões, a preservação e observância destes textos nas três Religiões é fato relevante.

Considerando o nível de acertos destes textos em relação ao cenário atual, considero relevante que se preste atenção ao que estes mesmos textos nos dizem sobre o cenário que ainda está em nosso futuro.

E cabe lembrar sempre que este grupo não representa o Islam, não representa os Islâmicos em geral, assim como tantos outros grupos que se denominam cristãos, não representam a totalidade do Cristianismo.

O extremismo não tem Religião, tem apenas objetivos que coadunam com seus próprios interesses.

Radicalismo, Política, Poder e Dinheiro NÃO TEM FÉ.





sábado, 6 de setembro de 2008

O Papa e o anticristo



Israel e Jerusalém


Todos sabem que a fundação do Estado de Israel é cumprimento bíblico profético e que portanto, é um “marco profético” importante para a compreensão do tema. Tanto o ocaso como a restauração de Israel, foram previstos profeticamente.

Um “marco profético” é um evento profetizado que pode ser identificado como fato, e como tal, pode nos dar noção de proximidade ou distância, em termos de ocorrência de outros eventos profeciados.

E também todos reconhecem a importância de JERUSALÉM como centro de origem e convergência das três principais Religiões do Mundo.



É interessante lembrar que alguns defendem a ideia de que os acontecimentos mais dramáticos profetizados já ocorreram, esquecendo-se, dentre outras coisas, de que a restauração de Israel é pressuposto básico para estes eventos.

O Estado de Israel, fundado em 1948, cumpre promessa profética e está inserido no contexto dos eventos “finais”, portanto estamos inseridos neste contexto nos tempos atuais.

JOEL 3:
1 Porque, eis que naqueles dias, e naquele tempo, em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém, 2 Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra. 3 E lançaram sortes sobre o meu povo, e deram um menino por uma meretriz, e venderam uma menina por vinho, para beberem


Comentários :
“naqueles dias” fala do contemporâneo, dos tempos atuais, pois apenas em 1948 “o cativeiro de Judá será (foi) removido”. E o texto segue falando da reunião das Nações, algo bem conhecido e presente no inconsciente coletivo do Mundo cristão : a Batalha do Vale do Monte Megido ou Armagedon. A citação do menino entregue a meretriz também é bem interessante e remete a citações do Apocalipse, notadamente Capítulo 17.

EZEQUIEL 11:

16 Portanto, dize: Assim diz o Senhor DEUS: Ainda que os lancei para longe entre os gentios, e ainda que os espalhei pelas terras, todavia lhes serei como um pequeno santuário, nas terras para onde forem. 17 Portanto, dize: Assim diz o Senhor DEUS: Hei de ajuntar-vos do meio dos povos, e vos recolherei das terras para onde fostes lançados, e vos darei a terra de Israel. 18 E virão ali, e tirarão dela todas as suas coisas detestáveis e todas as suas abominações. 19 E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne; 20 Para que andem nos meus estatutos, e guardem os meus juízos, e os cumpram; e eles me serão por povo, e eu lhes serei por Deus.


EZEQUIEL 34:

9 Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do SENHOR: 10 Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto. 11 Porque assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu, eu mesmo, procurarei pelas minhas ovelhas, e as buscarei. 12 Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que está no meio das suas ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; e livrá-las-ei de todos os lugares por onde andam espalhadas, no dia nublado e de escuridão. 13 E tirá-las-ei dos povos, e as congregarei dos países, e as trarei à sua própria terra, e as apascentarei nos montes de Israel, junto aos rios, e em todas as habitações da terra. 14 Em bons pastos as apascentarei, e nos altos montes de Israel será o seu aprisco; ali se deitarão num bom redil, e pastarão em pastos gordos nos montes de Israel. 15 Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o Senhor DEUS. 16 A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei; mas a gorda e a forte destruirei; apascentá-las-ei com juízo. 17 E quanto a vós, ó ovelhas minhas, assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes. 18 Acaso não vos basta pastar os bons pastos, senão que pisais o resto de vossos pastos aos vossos pés? E não vos basta beber as águas claras, senão que sujais o resto com os vossos pés? 19 E quanto às minhas ovelhas elas pastarão o que haveis pisado com os vossos pés, e beberão o que haveis sujado com os vossos pés. 20 Por isso o Senhor DEUS assim lhes diz: Eis que eu, eu mesmo, julgarei entre a ovelha gorda e a ovelha magra. 21 Porquanto com o lado e com o ombro dais empurrões, e com os vossos chifres escorneais todas as fracas, até que as espalhais para fora. 22 Portanto livrarei as minhas ovelhas, para que não sirvam mais de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas. 23 E suscitarei sobre elas um só pastor, e ele as apascentará; o meu servo Davi é que as apascentará; ele lhes servirá de pastor. 





Lucas, Marcos e Mateus

Temos em Marcos, em Mateus e em Lucas, um relato de Jesus sobre Jerusalém e o Tempo da Atribulação.

Os textos são reveladores, diretos, e contextualizados, ou seja, tais eventios ocorreriam somente quando uma série de outras condições (ou eventos) também se fizerem presentes :

1) muitos pretendendo ser o Cristo; 2) Guerras e rumores de guerras; 3) Fomes; 4) Doenças; 5) Terremotos; 6) Mártirios (mortes em nome da Fé); 7) Falsos profetas e doutrinas; 8) Aumento da iniquidade e Apostasia; 9) Evangelho divulgado a todas as Nações.


Em Lucas há um trecho que acho ainda mais interessante : “21:24 E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem."

Alguns entendem que o trecho “os tempos dos gentios se completem”, fala do tempo dos romanos e até a Fundação de Israel. Portanto toda a narrativa do texto até esta frase não seria profética para nós, ela já teria ocorrido. Alias nos 3 textos.

Discordo deste entendimento, pois penso que não se pode descontextualizar estes eventos do "marco profético" restauração de Israel, e os "gentios" cujo o tempo está para ser encerrado, refere-se a NÓS.

O uso de expressões como goy, gentio, judeu, não-judeu e etc... , confundem e dão um falso entendimento de que se fala de grupos em particular.

Lembrem-se de que nos tempos destes textos, somente os judeus eram crentes em um DEUS único, e somente eles podiam ser utilizados como referência para esta Adoração. Somente seus termos e suas definição serviam para designar algo que somente eles conheciam. Quando “transportamos” tais termos para nosso presente, temos obviamente que considerar sua forma, mas também tentar compreender sua essência.

Então por “judeus”, podemos entender atualmente como todos aqueles que verdadeiramente crêem em DEUS, não pela Religião mas por seus corações e atos.

E “gentios” como todos os demais, os que O combatem e os que não O compreendem, e não apenas as pessoas, mas as nossas próprias Sociedades que chegarão a um termo, conforme profeticamente previsto : “Caiu, Caiu a Grande Babilônia”.


Abominação da desolação


De todas as advertências dos textos, vamos nos concentrar nesta :

"Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;" (Mateus 24:15)

"Ora, quando vós virdes a abominação do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes." (Marcos 13:14)

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas.” (Lucas 21:20)



Nesta frase Jesus nos avisa sobre a "abominação da desolação" e sobre quando ela estiver aonde não deveria estar, no “lugar santo”.

A "abominação" é o anticristo e o "lugar santo” é Jerusalém.

O aviso é um indicativo para que aqueles que entendem, que fujam, ou seja, ainda haverá tempo para a fuga neste momento. Então ainda não será um cenário de guerra, pois ainda será viável tentar evitar o pior fugindo.

Os “exércitos” estarão em volta da Cidade, não para toma-la mas apenas talvez em formação de homenagem, ou para dar segurança a Líderes diversos.

Podemos por essa lógica supor que a "abominação" entrará na Cidade Santa sem combates.

No Apocalipse também temos a indicação disso revelada também através da citação dos 42 meses, ou mil duzentos e sessenta dias, nos quais os "gentios pisarão na cidade Santa".

Veja a observação mais acima sobre os termos usados e em como compreende-los na atualidade : “aqueles que não crêem DEUS pisarão na cidade Santa" ou “aqueles que combatem a DEUS pisarão na cidade Santa”.



Entrada pacífica do anticristo em Jerusalém ?


Antes de teorizar, lembremo-nos de que o Vaticano emitiu um parecer sobre a Doutrina dos Judeus sobre o Messias, em que endossa esta espera.

O trabalho assinado pelo então Cardeal e ex-Papa (Bento XVI renunciou em 11 de Fevereiro de 2013), Joseph Ratzinger, na época Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, causou surpresa.

O texto de fevereiro de 2002, chamado “The Jewish People and their Sacred Scriptures in the Christian Bible” ("O povo judeu e suas escrituras sagradas na Bíblia cristã"), da Vatican Pontifical Biblical Commission, afirma que:  O que já foi cumprida em Cristo deve ser cumprido em nós e no mundo. O cumprimento definitivo será no final com a ressurreição dos mortos, um novo céu e uma nova terra. Expectativa messiânica judaica não é em vão. Ela pode se tornar para nós cristãos um estimulante poderoso para manter viva a dimensão escatológica da nossa fé. Como eles, nós também vivemos na expectativa. A diferença é que para nós o que há de vir terá os traços de Jesus que já veio e já está presente e atuante entre nós”.


Isso se deu quando houve a formação de um trabalho em conjunto entre os judeus e o Vaticano, fruto do Jubileu em 2000, em que ambos se debruçaram sobre documentos históricos, buscando conciliação.

O então Cardeal Ratzinger e ex-Papa Bento XVI, endossou
a espera judaica pelo Messias.
Coincidência ?!


E a forma de o anticristo ser aceito na Nação de Israel e entrar pacificamente em Jerusalém, é ser confundido com o Messias judaico.

E nos é dito em várias passagens Bíblicas e Corânicas que o ac realizará prodígios e que enganará milhões. Porque não os judeus de Israel também ?!

Neste aspecto chama a atenção a citação sobre dajjal e seus primeiros seguidores serem judeus, com o fato de que um dos pontos importantes a serem observados sobre o Messias judaico, segundo os escritos messiânicos, é que ele será da casa de Abraão.

Muitos entendem que isso indica exclusivamente um judeu, e precipitadamente a frase nos leva a pensar assim. Mas podem estar errados !!

Muhammad , fundador do Islam, é da descendência de Abraão através de Ismael.


Portanto, tanto judeus como islâmicos são da casa de Abraão.



Outra possibilidade seria a de que Jerusalém voltasse a ser uma cidade árabe, ou, mais provavelmente, que Jerusalém se tornasse uma cidade compartilhada enttre árabes e judeus. Dividida administrativamente, mas uma mesma cidade.

Até a Guerra dos Seis dias Jerusalém era árabe, e foi tomada por Israel em 1967, e este é um dos pontos chave para um acordo de paz, o status de Jerusalém.

Em Israel há muita retórica sobre Jerusalém baseada nas Escrituras, alias não só lá como em outros Países. Mas há a possibilidade de o pragmatismo em busca de um acordo de paz amplo, prevalecer, e Jerusalém poderá ser compartilhada.

Então além da possibilidade de os judeus receberem o ac pacificamente, há a possibilidade de serem os próprios árabes a "abrirem os portões" da Cidade Santa a "abominação da desolação", com ou sem a anuência de Israel.

E a partir daí surgirem fatos que levarão ao conflito, inclusive o citado mais a frente em “O que provocaria a guerra ?”.


E como se daria o “reconhecimento” ?

Através do cumprimento de profecias a respeito.

Na verdade podemos até conjecturar que o ac, sabedor destas profecias, poderá buscar cumpri-las deliberadamente.

Entre elas, talvez a mais significante, está o asseguramento da existência da Nação de Israel, conforme esperavam os judeus do tempo de Jesus, que desejavam um Messias bélico lutando contra os Romanos.

Existem algumas interpretações proféticas bem conhecidas que colocam uma guerra ocorrendo entre a Rússia e Israel (Ezequiel 38 e 39).

Acredito que será esta guerra que assegurará o status definitivo do ac dentro do Estado de Israel, pois o ac virá como aliado de Israel nesta guerra, e terá papel decisivo na vitória. Muitos acreditam que a Rússia atacará em conjunto com o ac, ou a seu mando, e demonstram através de fatos contemporâneos a aproximação entre uma série de forças que, a seu tempo, estarão alinhadas com o ac.

Isso é correto, estas forças estão mesmo se alinhando e é fácil acompanhar isso pela mídia.

Mas baseado na lógica dos fatos conforme profeciados, ocorrerá uma invasão da China a Rússia, apoiada pelo ac, na 2ª metade da semana, o que me indica que neste ponto a Rússia não estará aliada ao ac. Este tema será tratado em um post próprio (Atualizado no blog : "Eixo Paquistão-Índia-China"), e é comentada no tópico da Comunidade Profecias : "Eixo Pakistão, Índia, China".

Estes fatos, dentre outros, elevarão o Poder e o Reconhecimento deste personagem a nível Mundial, mas somente até que a 1ª metade da última semana se conclua.

A partir daí, na 2ª metade da semana, o cenário será de caos.



A última semana de Daniel


Daniel registrou uma revelação de 70 semanas de anos, na realidade, 490 anos nos quais ocorreriam importantes acontecimentos relacionados com Jerusalem e o povo judeu.



Os dois primeiros períodos maiores abrangiam 483 anos ou 69 semanas.

O primeiro período das setenta semanas de Daniel começa com a ordem para a restauração de Jerusalem (Daniel 9:25-26), ordem esta dada por Neemias no ano de 445 ac.

Foram sete semanas ou 49 anos que corresponderam ao tempo de reconstrução de Jerusalem.

O segundo período de 62 semanas (434 anos) assinala o tempo que iria passar até que a vida do Messias fosse tirada.

A soma destes dois períodos revela a exatidão da profecia de Daniel, pois Jesus foi crucificado pouco antes do término dos 483 anos previstos.

Só que ainda falta 01 semana não cumprida, que se refere ao “povo do príncipe que há de vir”.

Entendo que o ac será este príncipe e esta semana é justamente o período de 7 anos, os quais o ac exercerá seu Poder, com 42 meses de paz e 42 meses de guerra.



E quem seria o ac ?

Existe a premente necessidade de um acordo entre os árabes e Israel, disso ninguém duvida.

Este jogo de gato-e-rato já descambou para guerras abertas em que várias centenas de pessoas morreram; e poderá novamente ser isso se os ânimos se acirrarem. Mas com a diferença que hoje temos Israel com armas atômicas e o Irã a caminho de possui-las. E temos uma Nação islâmica assumidamente atômica, o Paquistão, que vem sofrendo com instabilidades políticas, religiosas e sociais.

Além disso existem os enormes interesses econômicos na região, e com o petróleo nos preços atuais, todos temem as repercussões do aumento da violência a nível regional, que fatalmente terá impacto global grave.

E há a pressão das potências e organismos mundiais para o entendimento, a pressão dos árabes, islâmicos e judeus moderados. E mesmo a pressão dos radicais, que empurram todos a um constante estado de tensão e vigilância, devido às ameaças e ao terrorismo.

Algum dia terão que chegar a um acordo !!

Então há a necessidade urgente de um líder de expressão dentro do Mundo islâmico, para ser o vetor deste processo. Tem que haver um interlocutor, uma voz, uma liderança que represente os islâmicos com legitimidade, e apesar dos esforços de organizações como a Liga árabe, esta voz ainda não surgiu.

Citações de Hadits do Corão colocam de forma objetiva a localização o qual ad-dajjal será primeiramente reconhecido como uma liderança espiritual, e cita diretamente quem serão seus primeiros seguidores.


al-Masih ad-Dajjal, “falso messias, o impostor”,
é o nome dado ao ac nos textos do Corão.


O Corão é mais rico em fornecer detalhes sobre o ac do que a Bíblia ou qualquer outra literatura ou fonte cristã. E o motivo para mim é simples : ad-dajjal será alguém oriundo desta cultura.

Um árabe ou um persa, provavelmente islâmico, ou mais remotamente um judeu ou cristão da região.

Alguns que estudam o tema profético afirmam que será judeu de nascença, oriundo da Tribo de Dã, e atribuem a afirmativa principalmente ao seguinte treco bíblico : "Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel. Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás. A tua salvação espero, ó SENHOR!" (Genesis 49:16)

Existem inclusive mensagens proféticas que afirmam textualmente que o ac será oriundo da tribo de Dã (ou Dan ou Danita).

Baseando apenas em profecias, só posso afirmar que é quase certo que o ac seja árabe ou persa. Poderá ser cristão, judeu ou islâmico de nascença, até o momento eu não tenho certeza de sua Religião e nem se a estará "usando" quando buscar/alcançar o Poder.


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OBSERVAÇÃO:

Em 03 de outubro de 2009 foi publicada a notícia de que Ahmadinejad poderia ser judeu de ancestralidade, de família convertida ao islamismo.

Isso foi especulado pela verificação da documentação do lider iraniano, pois seu sobrenome familiar é Sabourjian, termo judeu que significa tecelão.

Isso demonstra a hipótese levantada mais acima no texto, quando digo que o ac poderá estar usando outra religião que não a sua de nascença, quando ascender ao poder.

E torna ainda mais factível os textos que falam que judeus serão seus primeiros seguidores, porque poderão ser judeus convertidos ao islamismo, assim como Ahmadinejad parece ser, e isso confere outro entendimento a questão.

O fato das conversões é incontestável, centenas de milhares de judeus, zoroastristas e cristãos do Irã, adotaram o islamismo após a Revolução Islâmica.

Outra atualização interessante, de Janeiro de 2010, dá conta da possibilidade de os Talebans serem descendentes de uma das tribos perdidas de Israel,quando o então Reino foi conquistado pelos Assírios, por volta de 700 ac.


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O Muro que chorou 

Em Julho de 2002, ocorreu um fenômeno no Muro das Lamentações ao qual foi atribuído um caráter profético por parte do rabinato.

Um filete de água surgiu no Muro, de forma misteriosa porque lá não existem canos d´água que justifiquem vazamentos.

O "choro" do Muro





Segundo o rabino-chefe do muro na época, Shmuel Rabinovitch, “muitos judeus acreditam que o ‘‘choro’’ é um sinal da chegada do Messias”.

Escavações para se determinar a origem da água não foram permitidas pelas autoridades islâmicas, já que isso representaria cavar em baixo do Domo da Rocha, o terceiro local mais sagrado para os islâmicos.

Divulgou-se posteriormente que a substância era a resina de uma planta que estava crescendo entre as rachaduras do Muro.

Mas a questão é que o Muro chorou, e muitos viram (e vêem) isso como um sinal.



Ad-dajjal

Das Hadits do Corão: 

"Ele surgirá entre Shaam e o Iraque, e seu surgimento se tornará conhecido quando ele estiver em Isfahan em um lugar chamado Yahudea"

"Os judeus de Isfahan serão seus primeiros seguidores"

"Além de ter seguidores judeus, ele terá um grande número de mulheres como seguidores também"

"Ele terá consigo fogo e água, mas na realidade o fogo será água fria, enquanto que o que parece ser água fria será, na realidade, fogo"

"Aqueles que o obedecerem entram em “seu Paraíso”, enquanto que aqueles que o desobedecem entram em “seu Inferno”"
"Haverá um objeto grosso com a aparência de uma unha em seu olho esquerdo"

"As letras "Kaa" "Faa" "Raa" aparecerão em sua testa, e serão decifradas pelos crentes, independentes de serem literados ou não"

"Ele terá uma complexão esbranquiçada"

"Dajjal clamará ser um profeta"

"Ele então clamará Divindade"

"Ele realizará façanhas não usuais"

"Ele viajará o mundo todo. Ele enviará chuvas sobre aqueles que crerem nele, o que em conseqüência fará as colheitas crescerem, árvores a darem frutos e o gado a engordar"

"Ele trará a seca àqueles que descrerem nele, resultando em fome e dificuldades para eles"

"Os tesouros ocultos transbordarão sob seu comando. Ele permanecerá na Terra por um período de quarenta dias; a duração do primeiro dia será de um ano, o segundo dia será igual a um mês, o terceiro dia será igual a uma semana e os dias remanescentes serão normais."

"Ele será incapaz de entrar em Meca porque os anjos estarão guardando a Cidade Sagrada e não será capaz de entrar em Medina porque existirão anjos guardando cada uma das sete entradas de Medina."


Shaam é a Síria, mas também tem dois outros significados :
 

- pode se referir a sua capital, Damasco.
- pode se referir a Al-Shaam, o Reino de Shaam ou Grande Síria, que abrangia a própria Síria, o Iraque (ler abaixo), o Líbano, Jordânia, Israel e parte da Península Arábica.

Al-Shaam corresponde a área demarcada em verde


O Iraque citado é o território que vai das fronteiras da atual Síria, até as margens do Rio Eufrates.

Isfahaan é uma cidade antiquíssima situada na Pérsia, atual Irã, a 350 kms de Teerã, e que foi fundada há Séculos atrás por judeus, nos tempos do cativeiro da Babilônia, quando Ciro II autorizou o regresso dos judeus a Canaã.

Seu nome original em persa é Dar-Al-Yahud ou "casa dos judeus".

 

Mesmo hoje, após a revolução islâmica no Irã e com toda a retórica de guerra com Israel, residem entre 30 e 50 mil judeus no Irã, e há grupos judeus ortodoxos, como o Neturei Karta, que mantém bons relacionamentos com Teerã.



Os Neturei Karta, Ortodoxos Judeus, combatem o sionismo
e são contrários a violência e a expulsão dos árabes



A constituição iraniana reconhece três minorias religiosas : os zoroastristas, os judeus e os cristãos.

Em Isfahan estima-se que vivam apenas 2 mil judeus, em uma cidade de 2 milhões de habitantes. Há também minorias cristãs assírias e ortodoxos armênios no Irã.

Então a Hadit nos diz claramente a região em que o ac nascerá, no Oriente Médio, e aonde primeiramente será “notado” : em Isfahan no Irã.

Estes serão seus primeiros seguidores, o gérmen de algo que crescerá muito em Poder e influência, segundo os textos proféticos corânicos e bíblicos.

Várias são citações interessantes, mas chamo atenção para as que falam sobre chuvas e secas "distribuídas" a aliados e inimigos, de acordo com a vontade do ac. Parece algo fantástico, mas pode estar se referindo a alguma arma climática.


A Marca da besta e Kaa, Faa, Raa


As letras "Kaa - Faa - Raa", que segundo o Corão estarão presentes na testa de ad-dajjal, encontram-se na raiz da palavra árabe KAFIR, que significa incrédulo.

Esta citação tem certa coincidência com a menção bíblica da “marca na fronte”. Além disso são TRÊS as letras, exatamente como são TRÊS os números que indicam o ac na Bíblia.

Conheço bem as teorias sobre implantes (microchips), mas para mim existe uma outra explicação.

O número 6 simboliza a perfeição nas partes, porque ele é o primeiro número cujos componentes, somados ou multiplicados, dão 6 como resultado:

1+2+3 = 6
1 x 2 x 3 = 6.

Por isso, simbolicamente DEUS fez o mundo em seis dias, e ao fazer cada parte Ele a declarava boa.

O número 7 simboliza totalidade, perfeição em si. É a soma de DEUS com sua criação, portanto 6 + 1 = 7; a perfeição nas partes com DEUS, Criador e Criaturas.

Mas o número 6 também pode ser obtido pela subtração do 7 – 1, ou seja, tirando-se DEUS da equação. E entenda-se isso como se queira : apostasia, culto a esquerda, materialismo, etc... .

Seria neste caso a (pretensa) perfeição sem DEUS, ou seja a falsidade completa. Logo o número 666 significa FALSO, FALSO, FALSO.

Aquele que clama a Divindade sem se-lo, o falso messias, o impostor.


** Atualizacao Novembro/2016 **

'Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos.' (Deuteronômio 6:4-8)


Srs.

o trecho acima de Deutrenomio 6 serve para novamente evidenciar que a marca da besta não é algo fisico, e sim Espiritual e comportamental, conforme exposto acima e também no Livro 'O que são Profecias'.

Assim como a aliança com DEUS se fez sem qualquer aparato, representando um SINAL na mão e na fronte, o mesmo se dará com a aliança com o anticristo.

Alguns amigos insistem em microchips e implantes, mas a Biblia dá respostas para boa parte de suas proprias perguntas, e sobre o SINAL na Fronte e na Mão, Moises o explica em Deuteronomio, e não se trata de nada fisico.

De fato quando compreendemos que o anticristo surgirá clamando a Divindade, buscando imita-LA, compreendemos que isso ocorrerá também por uma série de paralelos com a Biblia, que buscam iludir e confundir os incautos, e falar em um Sinal de aliança faz parte deste contexto.

E neste aspecto, o Corão endossa por completo este entendimento sobre ad-dajjal.

** FIM da atualizacao **


Dragão com chifres
 

Profeticamente o Apocalipse nos fala de um Dragão com Chifres.

É uma simbologia que nos fala de uma Confederação de Nações (e interesses), com líderes representados pelos chifres, conforme diz o próprio texto : "Os dez chifres que viste são dez reis, ..." (Apocalipse 17:12).

A sequência da narrativa bíblica nos fala que deste Dragão sairá uma Besta que falará blasfêmias, e que lhe será dado o poder de governar o Mundo por 42 meses.

Entendo que são 10 líderes que conferirão o Poder a um líder, e a este passarão a responder, e este líder sairá ao Mundo e falará blasfêmias e o Governará por 3 anos e meio (a 2ª metade da semana de Daniel).

Destas 10 Nações, 03 serão traídas e unificadas a "força" através de alguma ação do anticristo, e isso as unirá. (Daniel)

Esta Besta com chifres terá também outras Nações aliadas a ela, e iniciarão uma guerra em escala global.

E conforme dito, se os próprios elementos não viessem “em socorro” deste Mundo, pouco restaria : "E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.".



O Papa e a "Mulher"


"E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." (Apocalipse 12:17).

O termo “MULHER”, quando no contexto profético que comentamos, refere-se a “Esposa do Cristo” (a IGREJA), quando a mesma atua em direção a fidelidade dos ensinos de Jesus. É sua esposa fiel, sua “MULHER”.

Mas esta mesma “MULHER” quando se afasta dos ensinos de Jesus, lhe traí e torna-se a “PROSTITUTA”.

A "MULHER" e a "PROSTITUTA" são o mesmo personagem, que embora com posturas antagônicas, referem-se a “Esposa de Cristo”, a IGREJA original que depois se tornou a Igreja Católica Apostólica Romana.

Uma análise histórica revela esta dicotomia sem muita dificuldade.

Sobre “ao remanescente da sua semente”, o texto fala de todas as demais Igrejas e Denominações cristãs que surgiram a partir da Católica, ou seja, praticamente todas as demais vertentes cristãs que existem atualmente.

Ou como está em algumas Bíblias, “seus filhos”.

Alguns sugerem que o ac poderia ser um Papa, e dentre tantos motivos práticos que fazem isso não ter sentido, existe o fato de a Igreja não possuir exércitos, e se os possui-se certamente não os usaria contra a Europa, a Itália ou o próprio Vaticano.

São variadas as citações proféticas de diversas fontes que apontam para a impossibilidade disto, deixando claro que a Europa será invadida, e que esta guerra trará morte e destruição por todo o planeta, notadamente na Europa, Ásia e África, tendo termo somente por uma série de eventos ainda mal compreendidos e que beiram o fantástico.

Um Papa com poderio bélico, sendo confundido pelo Messias por judeus, talvez como Mahdi pelos islâmicos e como Jesus pelos cristãos ?! Dominando a ferro e fogo regiões do planeta, invadindo a Europa, destruindo Roma, o Vaticano, a Igreja Católica e perseguindo as demais Religiões ?!

Qualquer análise geral da questão demonstra que isso é fantasia, e mesmo o cenário mais provável para estes eventos é, até o momento, complexo de se entender e de se acreditar.


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Leia ao final deste texto "O que é Mahdismo"





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A Grande Cidade

Na terceira parte do segredo revelado em Fátima por Nsa.Sra., em 1917, segredo este revelado publicamente no Jubileu de 2000, e incorretamente ligado ao atentado de JPII na década de 1980, existe menção a uma Grande Cidade, e que também consta no Apocalipse : "E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.”

Como já dito a "Mulher" é a Igreja, e na Grande Cidade no qual ela Reina sobre os reis da Terra, e ela reina assentada sobre sete cabeças, que segundo o próprio texto bíblico, são montes.

A cidade das sete colinas é Roma, portanto a citação é bem clara sobre qual é a “grande cidade” em questão.

A Grande Cidade, Roma,
a cidade das sete colinas

Lisboa também é conhecida como
a Cidade das Sete colinas.
As Profecias falam de Lisboa ?! ... pouco provável !!


Comparem (por exemplo) :

3º segredo em Fátima :

E vimos n’uma luz imensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições.

Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’êles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.

*

João Bosco :

“ ... Naquele momento, viu-se uma multidão de homens, mulheres, velhos, crianças, monges, monjas e sacerdotes, tendo à frente o Santo Padre, sair do Vaticano ordenando-se como se fosse uma procissão. ...

Nesse meio tempo, chegou-se a uma pequena praça coberta de mortos e feridos, vários dos quais pediam conforto insistentemente.

Depois de ter caminhado por um espaço correspondente a duzentos nasceres do sol, cada um percebeu que não estava mais em Roma. ... Depois, quando pôs os pés na cidade santa, começou a chorar ante a aflição demonstrada pelos cidadãos, muitos dos quais haviam morrido. De volta a São Pedro, cantou o Te Deum ... As cidades, as vilas, os campos tinham sua população bastante diminuída. A terra estava pisada como se tivesse passado um furacão, um temporal, o granizo, e as pessoas iam umas ao encontro das outras dizendo com a alma comovida: Est Deus in Israel.

*


São Malaquias designou corretamente insígnias em latim para 112 Papas. Sobre a última insígnia :

Petrus Romanus 

In persecutione. extrema S.R.E (Sancta Romana Ecclesia) sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis dirueter, & Iudex tremedus indicabit populum fuum. Finis."

Pedro Romano 

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, e o Juiz (que está) tremendo julgará o seu povo (o de Pedro). O fim."

Quando este texto foi escrito, estávamos no 111, Gloria Olivae (Bento XVI), de uma lista de 112 nomes. Após sua renuncia, chegamos a ultima insignia da Lista (Papa Francisco).


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Estes textos (e outros) falam dos mesmos eventos, que em linhas gerais evidenciam uma guerra alcançando os Muros do Vaticano, a fuga e morte do Papa da época, em um cenário de caos e desolação geral.

Diante de apenas este argumento, pode-se mesmo considerar seriamente, baseado em profecias, que o ac será um Papa ?


E o que provocaria a guerra ?

Dando apenas uma hipótese, assim como no Cristianismo temos locais sagrados, estes locais existem para o Islamismo, e que podem ser estopim de levantes, caso sejam danificados ou destruídos.

Vamos analisar três locais : Meca, Medina e Jerusalem.

Meca e Medina estão na Arábia Saudita e possuem, entre outras coisas, a Kaaba, estrutura sagrada para o Islã.

Ka'ba


E há outra estrutura igualmente sagrada, que é o Domo de Pedra, a Mesquita de Omar; construída na Colina do Templo em Jerusalém, aonde segundo a tradição, Muhammad ascendeu aos Céus.

O Domo da Rocha


Imaginemos que tal estrutura seja danificada ou mesmo destruída ?

A reação seria imediata nas massas islâmicas de todo o planeta, que exigiriam retratações e ações de seus líderes em resposta a questão. Também os líderes mais fanáticos de todos os lados rapidamente capitalizariam isso aos seus propósitos, como vemos hoje em ações extremistas; ou seja, vemos que eles são capazes e tem os instrumentos para fazerem isso.

Isso infelizmente é uma hipótese factível, já que exemplos disso no passado são muitos, em que um atentado ou tragédia é atribuído a outro povo ou etnia, para provocar a ira da maioria pela minoria ou contra algum grupo específico.

Há grupos de Judeus-Israelenses e de cristãos até já quiseram financiar a remoção PEDRA-POR-PEDRA da Mesquita de Omar para qualquer cidade que as lideranças Islâmicas indicassem, mas estas querem que permaneça aonde se encontra. Seria como sugerir a remoção da Capela da Natividade ou a de São Pedro em Roma.

Um atentado ao Domo do Rocha alegadamente praticado por cristãos, por judeus ou por alguma Nação em particular poderá desencadear um processo sem volta envolvendo forças beligerantes de várias Nações.

Como existe pressão por parte de alguns grupos para a construção do Terceiro Templo, os islâmicos realmente temem que a Mesquita seja propositalmente danificada ou destruída.

O Segundo e o Terceiro Templo, segundo as medidas
descritas por Ezequiel (Ezequiel 8:1).
No capítulo, Ezequiel é levado por DEUS a uma visão do Terceiro Templo, e lhe diz,
comparando com o Segundo Templo, tempo o qual Jesus foi rejeitado e crucificado :


"Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel
fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens?
Pois dizem: O SENHOR não nos vê; o SENHOR abandonou a terra.
E disse-me: Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem." (Ezequiel 8:12)


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Acréscimo de texto (04/2019)



Um gesto do presidente Jair Bolsonaro em sua visita ao Muro das Lamentações nesta segunda pode ter passado despercebido da grande mídia, mas tem um profundo significado espiritual. Acompanhado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o mandatário do Brasil esteve no Muro das Lamentações, onde fez orações.

Depois, desceu nos túneis que levam a porção subterrânea do complexo e esteve na sinagoga que fica cerca de vinte metros abaixo do que os judeus acreditam ser o local do Santo dos Santos no Templo construído por Salomão. Naquele espaço de culto, conversou com rabinos e assinou um livro. A rápida visita foi mostrada nas redes sociais do premiê israelense, mas curiosamente sem som. (Matéria Jornalistica)




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A segunda guerra mundial, que matou mais de 50 milhões de pessoas e durou 6 anos, começou com a invasão da Polônia por Hitler. A agressão a uma Nação desencadeou uma reação em cadeia que levou o Mundo ao conflito, isso também porque havia a predisposição a este conflito.

Não estamos vendo novamente a humanidade caminhar a passos largos para o conflito e a guerra ?

Além deste teórico fato e dos ressentimentos religiosos e étnicos históricos, haverão outros motivos bem práticos; sendo os mais evidentes para mim relativos a Quebra de Safras e das Cadeias produtivas, resultando situações de graves crises sociais em vários países, muitos deles Islâmicos ou não-cristãos.

Este problema será resultante principalmente das mudanças climáticas, que a este ponto estarão afetando duramente o planeta.

Isso também é profético e bíblico, digo, a fome e o caos social, assim como as tragédias naturais intensificadas pelas alterações na dinâmica do planeta.

Estamos nós todos neste exato momento podendo constatar os efeitos danosos de nossas ações em nosso Mundo; isso é inquestionável.

Relatórios de todas as fontes e estudos indicam que os Limites de nosso Planeta foram atingidos, que a exploração deve ser reduzida, que a poluição e degradação ambiental apresentam dramaticamente seus efeitos em nossas vidas diárias; etc... .

Relatórios de todas as fontes demonstram que as Nações deste Planeta gastam muito e cada vez mais em formas de matar seus semelhantes; ou subjugá-los.

Somente o EUA gastou em 2006 a astronômica quantia de US$ 1,2 trilhões em sua “máquina de guerra”, o que é em numero redondos o PIB do Brasil. Somente para o orçamento de guerras de 2008 (termina agora em Setembro), para o Paquistão e Iraque, foram reservados US$ 245 bilhões.

As disparidades são imensas entre países ricos e pobres; a desigualdade gera desesperança e raiva, e a raiva cristaliza como ódio; ódio este que deságua em violência.

E as projeções para o futuro apontam para cenários ruins, por exemplo, até 2030, 60 % da população mundial não terá acesso a ÁGUA potável. A simples e boa água fundamental as nossas vidas !!

Só este fato já tem o potencial de causar vários conflitos.

Então estamos falando de fanatismo religioso, desinformação e manipulação das massas, forte marketing político e religioso, interesses econômicos; e fatores mais práticos como a Fome, que levará a instabilidade social e ameaçará Governos.

Muitos estarão ao lado da liderança chamada de anticristo, apenas por suas próprias motivações, e ao que me parece, profeticamente teremos um quadro factível para um grande levante bélico entre Nações.

* *

O que é Mahdismo ?

- a explicação é resumida e direta, não abrange todos os aspectos da questão; é uma visão geral e rápida.

- alguns conceitos estão disponíveis na Comunidade Profecias, espalhados em tópicos específicos que tratam de cada assunto citado. No Blog há textos resumidos sobre o Quiyamah, Pequenos sinais e Grandes sinais, assim como sobre o Retorno de Issa (Jesus) e sobre ad-dajjal.

- Sobre os "pequenos sinais", é o mesmo sobre o cenário sobre o qual Imã Mahdi surgiria.


Os islâmicos possuem o termo Quiyamah, que significa JULGAMENTO.

Este termo designa um período de tempo específico em que acontecerão diversos eventos comportamentais e sociais, os quais terão um termo em uma mudança radical da humanidade.

Este período é também conhecido, pelos islâmicos, e por motivos óbvios, como o Fim dos Tempos.

Para sinalizar o período do QUIYAMAH existem dois conjuntos específicos de profecias, chamados de “Os pequenos sinais” e “Os grandes sinais”.

Como exemplo de “pequenos sinais” :

- Haverá muita hipocrisia, e a mentira será uma prática comum;
- Os homens obedecerão as suas mulheres e desobedecerão as suas mães, ou seja, darão preferência às suas mulheres do que as suas mães;
- Os fundos públicos serão considerados propriedades privadas;
- A opressão tornar-se-á dominante, as pessoas serão respeitadas pela sua força e temor da sua brutalidade e não pela sua justiça;
- As pessoas desejarão a morte por causa da prática de maldades (suicídios) e a falsidade tornar-se-á exuberante;
- Haverá muitas matanças entre as pessoas sem justificação (as guerras, assassinatos, etc);

Como exemplo de “grandes sinais” :

- a vinda de Imã Mahdi
- o aparecimento da ad-dajjal


Em outras palavras, o Quiyamah é o similar islâmico do Livro da Revelação, ou Apocalipse. Há diversos pontos em comum com o entendimento cristão deste período, embora é lógico, hajam discordâncias. Dois aspectos interessantes de semelhança falam sobre o retorno de Issa (Jesus) e o surgimento do ac (Al-Masseh-Ad-Dajjal).

O ponto de vista do Islã sobre Jesus (Issa no Corão), situa-se entre os dois extremos :

- O dos judeus, que rejeitaram a Jesus como um Profeta de Deus;
- O dos cristãos que consideram-no o filho de Deus e o adoram como tal.

O Islã considera Jesus um dos grandes Profetas de Deus, e o respeita tanto quanto a Abraão, Moisés e Muhammad, mas não o considera DEUS e nem seu filho, como na visão cristã.


Posto estes conceitos básicos que ajudam no entendimento, o MAHDISMO é considerado um movimento religioso do tipo messiânico, pois o retorno do Imã Mahdi representa de certa forma a crença islâmica na vinda do libertador.

O movimento já foi usado em vários momentos da história islâmica, como promotor da união contra inimigos externos, mas foi principalmente “ressuscitado” com grande força por volta do Século 19, quando do período de colonização do Oriente Médio e Norte da África pelas nações européias.

No período do Quiyamah ou final dos tempos, um grande número de ideologias que negam a existência de ALLAH (DEUS EM ÁRABE) trarão ao Mundo uma grande degradação. As pessoas buscarão um propósito para sua existência, e conseqüentemente irão ter um grande sofrimento espiritual e estarão em um forte colapso moral. Ocorrerão desastres terríveis, guerras e sofrimento, e as pessoas buscarão uma resposta para a questão : “Como podemos ser salvas ?”.

Este periodo do final dos tempos será também o período o qual a Religião será corrompida.

O Islã será pervertido de sua forma original por um grande número de supertições e falsas doutrinas que lhe serão incorporadas. Muitas pessoas que irão agir com hipocresia e conservadorismo sobre uma máscara de piedade, tentarão espalhar supertições cada vez maiores e prejudicarão o entendimento da real moralidade que reside no coração do Islã. Filosofias que encorajam o ateísmo e a oposição a Religiosidade de um lado, e as forças conservadores que tentam destruir as Religiões pelo lado de dentro, de outro lado, irão levar a humanidade em direção a trevas terríveis.

Durante o caos terrível do final dos tempos, ALLAH usará um servo que possue moralidade superior, conhecido como MAHDI (“o guia para a verdade”), e ele orientará a humanidade de volta a direção da moralidade. A primeira tarefa de MAHDI será promover uma guerra de idéias dentro do Mundo Islâmico e fazer com que aqueles mulçumanos que se afastaram da essência verdadeira do Islã, que retornem a crença verdadeira e a moralidade. Neste ponto, MAHDI terá mais três tarefas básicas :

1. Combater todos os sistemas filosóficos que negam a existência de ALLAH e que dão apoio ao ateísmo.

2. Combater a supertição, libertando do Islã do jugo dos indivíduos hipócritas que o corromperam, e então revelar e implementar a verdadeira moralidade islâmica baseada nas regras do Corão.

3. Fortalecer todo o Mundo islâmico, politicamente e socialmente, e então trazer sobre ele a paz, segurança e bem-estar pela solução de todos os problemas sociais.

De acordo com várias Hadiths, o Profeta ISSA (Jesus) retornará a Terra neste tempo, e chamará cristãos e judeus a abandonar suas supertições e juntar-se ao Corão. Se os cristãos o ouvirem, os mundos islâmico e cristão se reunirão sobre uma só Fé e o Mundo experimentará um período de grande paz, segurança, felicidade e bem estar conhecido como a “Era dourada”.


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