O verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo.

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domingo, 22 de novembro de 2015

O Estado Islâmico e o cenário profético contemporâneo


Esta bandeira é usada pelo al-Shabaab, também pelo Boko Haram
pelo Estado Islâmico. Ela se baseia na Shahadah, o primeiro 


Origem do grupo

As origens do Estado Islâmico, também chamado de Estado Islâmico do Iraque e Levante (ISIS, na sigla em inglês) ou Daesh em árabe, remetem à rede terrorista al-Qaeda, de Osama bin Laden, responsável pelos atentados  as Torres gêmeas em Nova York (EUA), em 11 de setembro de 2001



Osama Bin Laden
Principal mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001


No ano de 1999, o jordaniano Abu Musab al-Zarqawi fundou o grupo al-Tawhid wa al-Jihad, (Organização pelo Monoteísmo e Jihad) que cederia lugar à al-Qaeda no Iraque, após a invasão americana a este país. Com a morte de Zarqawi em 2006, atingido por tropas americanas, o grupo ganhou um novo líder, Abu Bakr al-Baghdadi que permanece até hoje.

Com uma postura radical ligado à ala sunita e Wahhabista do Islam, o grupo adota uma leitura literal e própria dos ensinamentos islâmicos, e admite práticas como decapitação e execuções sumárias. Por acreditarem que são os únicos e reais fiéis, veem o resto do mundo, inclusive outros islâmicos que não comungam de suas idéias, como infiéis que querem destruir sua religião. Com táticas brutais, realizam sequestros, praticam assassinatos em massa, escravização, ataques terroristas, destroem heranças históricas e etc..., gerando uma onda de medo e violência em todo o mundo.

Cabe lembrar que este grupo radical só conseguiu este poder através das sucessivas intervenções ocidentais em países árabes e islâmicos, e podemos iniciar isso para efeito desta pequena análise, nos anos de 1980, quando do apoio aos Talebans contra os Russos no Afeganistão, sucedendo o apoio irrestrito a Saddam Hussein no Iraque para destruir o Irã (Guerra Irã-Iraque). Em ambos os casos foram criados "monstros" que se voltaram contra seus mestres.

Os Talebans tomaram o Poder posteriormente, cometeram diversas atrocidades e mostraram o caminho a outros grupos de ideologia similar pelo Mundo. Em 2001 o EUA teve que intervir militarmente no País contra seus antigos aliados, e afundou o País em uma guerra que se estende até os dias de hoje.

Já Saddam Hussein não venceu o Irã, mas armou-se as custas das potencias ocidentais, se convenceu de sua própria grandeza, invadiu países vizinhos no início da década de 1990 (Primeira guerra do Golfo) e manteve uma retórica bélica com seus antigos apoiadores que acabou resultando na mentirosa e trágica Invasão do Iraque em 2003, jogando o País em um caos que perdura até os dias atuais.

Posteriormente e apenas citando os fatos mais relevantes, já que são muitos os detalhes desta estória trágica, houve o engodo da Primavera Árabe, e novamente estavam lá as potencias ocidentais fomentando revoltas e insuflando mudanças sociais e políticas que foram desastrosas para vários destes países, e que resultaram dentre outras coisas em uma Revolução no Egito, outra a Líbia e outra na Síria.

No Egito a duras penas as coisas encontraram um rumo melhor, embora o País viva uma Ditadura de Direita atualmente, como que represando as mágoas que poderão novamente estourar e levar o País a um grande conflito interno. 

Na Líbia a insurgência, que na verdade nunca foi um só grupo unido por um ideal, mas vários grupos cada qual com seus próprios interesses, foi armada pelas potências, o que resultou na queda de Kadafi mas também da Ordem social e política do País, lançando-o a uma guerra civil e a total desorganização, abrindo caminho para o terrorismo do Estado Islâmico e resultando em uma legião de refugiados, muitos dos quais morrem no Mediterrâneo a procura de refúgio e paz na Europa e em ouros países. 

Na Síria tentaram derrubar Bashar al-Assad, igualmente armando uma insurgência desunida e multi-facetada como na Líbia, levando o País a uma fatídica guerra civil que segue para seu quarto ano, matando centenas de milhares e expulsando milhões de seus lares.

Então se o incipiente grupelho radical que atuava nas sombras, atualmente chamado de Estado Islâmico, tornou-se uma potencia terrorista de alcance global, isso foi graças também as desastrosas intervenções ocidentais na região, fruto de uma visão míope que visa seus próprios interesses, e não o Bem Comum.

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Em 2003

Em entrevista à BBC, mecânico que ajudou a derrubar monumento a 
ex-presidente iraquiano diz que país 'voltou à Idade Média' e 'foi roubado dos iraquianos', 

Em 2016

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Divisões

O Islamismo, assim como o Cristianismo e algumas outras Religiões, possui “divisões” na forma de interpretar a Fé.

Existem dois grandes grupos, os Sunitas (Sunis) que representam uns 90% do Islam global, e Xiitas (Shias).

Após a morte do Profeta Muhammad (Maomé) em 632 da nossa era, houve uma forte disputa sobre a identidade de seu sucessor, que fez com que os seguidores do Islam se dividissem. 

Profeta Muhammad recitando o Alcorão em Meca 
(gravura do século XV)

Os Sunis acreditavam que Muhammad não tinha herdeiro direto na condução do Islam, e que um líder religioso deveria ser escolhido dentre as pessoas da incipiente comunidade islâmica. Eles escolheram Abu Bakr, amigo e conselheiro de Muhammad como seu sucessor. Suni deriva da palavra Sunnah, que reune os preceitos islâmicos estabelecidos no século VIII, baseados nos ensinamentos de Muhammad.  

Os Shias acreditam que somente ALLAH (DEUS em árabe) poderia selecionar os líderes religiosos, e que portanto, todos os sucessores de Muhammad deveriam ter consanguinidade com ele. Eles sustentaram que Ali ben Abu Talib, primo e genro de Muhammad, casado com sua filha Fatimah, era o legítimo herdeiro da liderança da religião Islâmica após a sua morte. Shia deriva do termo árabe “Shiat Ali” ou "partido de Ali”.

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Fatimah = Fátima

O nome da filha de Muhammad (Maomé) deu o nome a filha de um nobre mouro que 
ocupava a Península Ibérica durante a ocupação islâmica. Este nobre deu o nome de 
sua filha a uma porção de terras que lhe pertencia, e que séculos depois, no atual 
Portugal, foi palco de aparições marianas, as Aparições em Fátima.

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Sunis e Shias possuem subdivisões

O Ibadismi (ou Ibadismo) e o Sufismo (o chamado misticismo islâmico) são correntes independentes do Islamismo, embora sejam mais afinadas aos Sunis. 

O Mustaali, Xiismo Duodecimano, Zaiditas e o Ismaili, são correntes islâmicas de orientação Shia. 

O Hanafismo, Hanbalismo, Maliquismo, Shafi'i e o Salafismo (Wahhabismo), são correntes islâmicas de orientação Suni.

Portanto quando falamos do Estado Islâmico e sua auto-afirmação de que representa o Islamismo, na verdade eles representam o pensamento de uma das várias vertentes do Islam Sunita, o Salafismo ou Wahhabismo.

Estado Islâmico

O Estado Islâmico ocupa atualmente áreas da Síria e do Iraque, e a partir daí expandiu-se para a Líbia, depois da morte da Kadafi, aproveitando-se da desorganização política e social deste País. 

Mas o grupo tem simpatizantes em vários países do Mundo, sendo um dos mais significativos o Boko Haram (A educação ocidental ou não-islâmica é um pecado) na Nigéria, África, que é atualmente o grupo terrorista que mais mata no Mundo.

Outro a ser citado por sua afinidade de pensamentos com o Estado Islâmico, embora não haja apoio explicito, é o grupo sunita Hamas ("Movimento de Resistência Islâmica") na Faixa de Gaza e West Bank, com seu braço armado, as "Brigadas Izz ad-Din al-Qassam" que atuam basicamente contra alvos israelenses e norte-americanos.

O Hamas é de corrente islâmica Suni e Wahhabista.

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O Estado Islâmico declarou em 2014 ter formado seu próprio califado no Oriente Médio, onde viveriam cerca de 8 milhões de pessoas. O califado é um sistema de Governo que se baseia numa interpretação literal da Lei islâmica, a Sharia, e baseado nisso o Grupo Estado Islâmico obriga mulheres a usar véu, realiza conversões forçadas, realiza perseguição a todos que discordarem de suas práticas, islâmicos ou não, promove castigos severos que incluem chibatadas e imolação, praticam a decapitação e realizam execuções com alto requinte de crueldade, como explodir pessoas, afoga-las, queima-las, joga-las de prédios e locais altos e até mesmo atropela-las com tanques de guerra.

O Califado foi oficialmente extinto como forma de Governo nos anos iniciais do Século 20, e sua ideologia busca formar uma unidade política do mundo Islâmico, sobrepondo-se a ideia da nacionalidade e pregando o fim das fronteiras nacionais em prol da unidade no Islamismo.



Qual é o real nome do grupo?

ISIS, ISIL, EIIL, EI, Daesh, Estado Islâmico, Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Todas são denominações do mesmo grupo e todas são válidas.

Na verdade o autoproclamado Estado Islâmico (EI) não é um Estado formal, não é um País, é um território tomado e governado pela força e pelo medo, sem qualquer representatividade ou reconhecimento formal pelas Nações ou Organizações do planeta.

O nome em árabe do grupo é "ad-Dawlah al-Islāmīyah fī al-‘Irāq wash-Shām" ou em português, "Estado Islâmico do Iraque e Al-Shaam", e o nome em árabe gerou o acronino Da'ish ou Daesh.

Al-Shaam refere-se a Síria ou a Grande Síria, uma região que abrange
alguns países do Oriente Médio como a Jordânia, Israel, Iraque e o Líbano

A grande Síria ou Al-Shaam

Mais recentemente o grupo divulgou o termo "Estado Islâmico do Iraque e do Levante", que deu origem ao acrônimo EIIL, buscando ressaltar a questão do pan-islamismo, e o termo "Levante" inclui geograficamente a Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e Hatay, uma área no sul da Turquia.

O acrônimo ISIS vem da tradução em inglês, Islamic State of Iraq and Syrya.

Portanto todos são nomes válidos e referem-se ao mesmo grupo. Eu prefiro utilizar o termo ISIS, ou o mais comum e que faculta seu melhor entendimento em português, Estado Islâmico, embora este termo seja uma distorção pois não há Estado algum.


Representatividade

Como já explicado, o Estado Islâmico atua defendendo uma das correntes do Islam sunita, o Wahhabismo, e cabe comentar que esta é a linha ideológica, religiosa e política de apenas um País do Mundo Islâmico, País este defendido como um dos "maiores aliados" das potências do Ocidente cristão, a Arábia Saudita, e curiosamente, é praticamente uma nulidade da mídia global quando se fala em terrorismo. 

Por outro lado existe uma ênfase da mídia nos atos de terrorismo em países ocidentais, quando na verdade,  78% das vítimas fatais do terrorismo islâmico se concentram entre Afeganistão, Iraque, Nigéria, Paquistão e Síria, e quase 90% de todas as mortes perpetradas por terroristas islâmicos, são islâmicos.

Não estou condenando a cobertura da mídia, estes ataques tem que ser informados e são crimes contra a Humanidade inteira, mas estou chamando a atenção para o fato de que há uma tendência midiática de focar em demasiado alguns dos ataques, os que são praticados contra Potências ocidentais, enquanto outros de países periféricos praticamente são ignorados, mesmo quando fazem grande número de vítimas, e esta tendência acaba por distorcer a verdadeira face deste grupo, que não pratica uma guerra exclusiva contra cristãos ou o Ocidente, mas contra TODOS que pensam de forma diferente da sua, e suas principais vítimas tem sido islâmicos. 

E isso considerando apenas as mortes, pois se considerarmos os que tiveram que fugir deixando seus lares, propriedades, deixando suas próprias raízes culturais e sociais, estamos aqui falando de milhões de pessoas, milhares deles cristãos e de outras Religiões, mas em sua maioria islâmicos, que buscam asilo em variados países locais, mas também na Europa, sendo este outro aspecto curioso da abordagem midiática.

Porque apenas uma parcela dos refugiados vai para a Europa, e novamente existe uma enfase demasiada a questão, como se isso estivesse ocorrendo apenas "agora", e na Europa houvesse uma ação deliberada de "invasão" ao continente.
A maioria de refugiados do Estado Islâmico estão concentrados em países como a Turquia, Egito, Líbano e Jordânia.

Os islâmicos tem sido as principais vítimas deste radicalismo, e se o apoiassem ficariam em suas terras, em suas casas, se filiariam a sua causa e atuariam de acordo com seus preceitos e práticas.

Mas a maioria foge deles!!

Este enfoque da grande mídia, além de dar uma visão ligeiramente distorcida da questão, a ponto de fomentar grandemente a Islamofobia, o ódio aos Muçulmanos, traz outros aspectos relevantes, principalmente o fomento do medo baseado na religião, nacionalidade e etnia.

E este medo interessa aos radicais de todos os lados, porque quanto mais for presente, maior será a dificuldade de entendimento, maior será o ódio, maior será o preconceito e portanto, maior será o conflito.


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Cenário Profético

O Corão, Livro sagrado do Islamismo, possui em seus escritos um conceito similar ao Apocalipse cristão, o Quiyamah, também conhecido por Dia de Julgamento ou Dia do Juízo Final.

Este é o período assinalado no Corão em que a humanidade será julgada por DEUS por seus atos coletivos, e que traz colocações extremamente similares a Revelação a João e presentes em outros livros proféticos Bíblicos.

Posso citar rapidamente algumas similaridades, como a ascensão do anticristo (ad-dajjal no Corão), Gog e Magog (Yajuj e Majuj), o retorno de Jesus (Issa), Guerras e Mudanças geofísicas.

A proximidade do Quiyamah pode ser percebido, segundo o Corão, por uma série de sinais que podem ser divididos em aspectos sociais, políticos, religiosos, climáticos, geofísicos e outros.

Um dos sinais indicados é que "A religiosidade e o conhecimento islâmico irão baixar, apesar do progresso científico"

E o próprio Muhammad disse sobre isso que "Entre os sinais da aproximação da hora do Juízo Final, estão a existência de muitos leitores e poucos entendedores e de tantos Príncipes e tão poucos Probos."  -   "Haverá no final dos tempos adoradores ignorantes e leitores corruptos."

E acrescentou: "A ignorância dominará as pessoas".

O que Muhammad nos informa com estas palavras, é sobre o surgimento de grupos radicais que usam o islamismo como justificativa, e em como este fato assinala a proximidade do "Dia do Julgamento". Então grupos como os Talebans, a Al-Qaeda, o Estado Islâmico, o Boko Haram, o Hamas e outros, são indiretamente citados neste contexto, porque pervertem a Fé Islâmica, disseminando preconceito e violência em nome de DEUS. 


LEIA


Al-Shaam

Mas os textos sobre o Quiyamah, escritos em torno de 1.400 anos atrás, são ainda mais diretos a respeito do Estado Islâmico, quando afirmam sobre Al-Masih ad-Dajjal, (falso messias, o impostor), o nome dado ao anticristo nos textos do Corão, que "Ele surgirá entre Shaam e o Iraq".

Como já dito acima, Shaam ou Al-Shaam refere-se a própria Síria e sua capital, Damasco, mas também refere-se a uma região geográfica específica, a Grande Siria, que compreende a Jordânia, Israel, Iraque, Líbano, a Ilha de Chipre, Sul da Turquia e a Península do Sinai.



Compare com a área pretendida pelo ISIS para estabelecer seu califado.

Portanto os textos proféticos islâmicos nos falam exatamente da região o qual o Estado Islâmico se estabeleceu, e o grupo ambiciona praticamente o mesmo território de Al-Shaam histórico, o qual ad-dajjal (o anticristo) profeticamente deverá ascender, lembrando ainda que o nome do grupo é "Estado Islâmico do Iraque e Al-Shaam".

Então o ISIS tem relação com a ascensão do anticristo? Esta é uma questão bem relevante, e ao que me parece, Sim.

Não é que esta liderança chamada de anticristo vá surgir do grupo, isso não faria sentido já que ele surgirá inicialmente como uma liderança de Paz. Mas o grupo está no contexto de eventos do Oriente Médio, e porque não, mundiais, que possibilitarão seu surgimento. 

Portanto os textos do Quiyamah, podem estar nos indicando mais que uma região geográfica, eles podem estar indicando um contexto, e este contexto envolve diretamente o Estado Islâmico.

Região geográfica da ascensão do anticristo, segundo profetas Bíblicos
(respectivamente áreas indicadas por Daniel, Isaias e Ezequiel)

                   



É possível que o anticristo surja justamente para se contrapor ao grupo, fazendo com que a retórica radical se esvazie em prol de uma união pan-islâmica, para posteriormente promover uma união Abraâmica (Judeus, Islâmicos e Cristãos). Mas tudo isso será apenas mais uma manipulação da Fé, uma falsa Paz, o qual os objetivos são bem claros na Bíblia e no Corão: Negar a DEUS e se colocar, ele próprio, como Divindade. E com esta pretensão, levará o Mundo a uma gigantesca guerra.

Mahdismo

E o próprio Estado Islâmico se utiliza tanto de afirmações proféticas quanto de afirmações pseudo-religiosas para promover assassinatos, a violência e a guerra. Isso não é muito abordado na mídia, que foca demasiadamente nas atrocidades cometidas, mas uma pesquisa um pouco mais aprofundada sobre a base ideológica do grupo demonstra que eles também se utilizam de retórica profética para arregimentar membros.

Por exemplo, além da ligação inequívoca com al-Shaam, o grupo usa com alguma regularidade e de forma distorcida o Mahdismo,  a crença de que nos tempos finais, ALLAH (DEUS em árabe) usará um servo que possui moralidade superior conhecido como Mahdi (“o guia para a verdade”), e ele orientará a humanidade de volta a direção da moralidade, que no caso do grupo significa a submissão a seus próprios conceitos de comportamento.

Segundo a escatologia tradicional do Islam, a primeira tarefa de Mahdi será promover uma guerra de idéias dentro do Mundo Islâmico e fazer com que aqueles muçulmanos que se afastaram da essência verdadeira do Islam, que retornem a crença verdadeira e a moralidade. 

E Mahdi terá mais três tarefas básicas, ainda segundo a escatologia tradicional: 

1. Combater todos os sistemas filosóficos que negam a existência de ALLAH e que dão apoio ao ateísmo. 

2. Combater a superstição, libertando do Islam do jugo dos indivíduos hipócritas que o corromperam, e então revelar e implementar a verdadeira moralidade islâmica baseada nas regras do Corão. 

3. Fortalecer todo o Mundo islâmico, politicamente e socialmente, e então trazer sobre ele a paz, segurança e bem-estar pela solução de todos os problemas sociais. 

Portanto o ISIS usa uma versão distorcida do Mahdismo (assim como distorce toda a Crença islâmica) para buscar legitimidade entre os demais Islâmicos, tomando para si o papel de abrir o caminho a ascensão de Mahdi.

Cabe comentar que o surgimento de Mahdi é também um dos grandes sinais da proximidade do Dia do Julgamento (Quiyamah).


Profecias cristãs

E o grupo Estado Islâmico também se utiliza de elementos da escatologia cristã, quando afirma, por exemplo, que irá hastear sua Bandeira em Roma ou que matará o Papa, se utilizando de elementos proféticos amplamente conhecidos por aqueles que estudam o tema, mesmo sem grande profundidade, como a própria Revelação a João, as Profecias de São Malaquias ou ainda profecias mais recentes como as do Terceiro Segredo em Fátima, sem citar outras tantas que narram contextos similares e que estão presentes neste Blog.

Capa da Revista do Estado Islâmico, com uma montagem da
Bandeira do Grupo sobre o Obelisco do Vaticano.

E pode até haver uma motivação sincera quando assim afirmam, o que seria ainda mais intrigante em termos proféticos, porque estas afirmações reafirmariam o que outros textos proféticos cristãos dizem sobre a perseguição aos cristãos, a invasão bélica da Europa e a destruição do Vaticano.

  • "Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; (Apocalipse 17:9)  ... Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo." (Apocalipse 17:15-16)
  • "Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. " (Trecho do Segredo revelado em Fátima - 1917, transcrito em 1944 por Irmã Lucia)
  • … enquanto nos aproximávamos, o fogo se arrefecia e nós vimos um prédio enegrecido. Nós entramos nele, passamos através de alguns recintos magníficos e nós finalmente chegamos ao Papa. Ele estava sentado e dormia em uma grande cadeira. Ele estava muito doente e fraco, e não conseguia mais andar. Os membros da Igreja mais próximos olharam de forma pouco sincera e demonstravam um zelo inexistente; eu não gostei deles.” (Anne Catherine Emmerich - inicio dos anos 1800)
  • "Pobre Itália, está caminhando para uma violência feia... O mundo está caminhando para a ruína. Cuidado com o mês de maio; vejo terremotos, aluviões, vejo sangue... Ocorrerão fatos tremendos. Um meteoro cairá sobre a Terra e tudo estremecerá. Será um desastre muito pior que uma guerra. ... A volta de Cristo não está próxima... mas falta pouco... O silêncio e o sossego voltarão um dia a reinar sobre a Terra, somente então o homem redescobrirá o homem". (Padre Pio de Petrelcinna - na metade do século 20)
  • "E de ti, Roma, que será? Roma ingrata, Roma efeminada, Roma soberba. Tu chegaste a tal ponto que não procuras outra coisa, nem nada mais admiras em teu soberano senão o luxo, esquecendo que sua glória verdadeira está sobre o monte Gólgota. ... Roma! ... Eu irei a ti quatro vezes. Na primeira golpearei as tuas terras e os seus habitantes. Na segunda, levarei a destruição e o extermínio até os teus muros. Não abres ainda os olhos ? Virei a terceira vez e derrubarei as defesas e os defensores e ao comando do Pai seguirá o reino do terror, do medo e da desolação. Mas os meus sábios fogem. A minha lei continua sendo pisada. Por isso farei a quarta visita. A guerra, a peste e a fome são flagelos com os quais serão castigadas a soberba e a malícia dos homens.” (Dom Bosco, 1870)



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A Rússia

Outro aspecto muito relevante na questão é o envolvimento direto da Rússia no conflito da Síria, algo que nos remete a profecias bíblicas de Ezequiel e igualmente presente no Corão e no Torah, sobre Gog e Magog (Yajuj e Majuj).

Gog e Magog ou Yajuj Majuj no Corão, foi o nome de uma comunidade descendente de Yafith ou Jafé, filho de Nuh (Noé).

Yafith ou Jafé é associado a um povo de etnia branca que ocupou a área da atual Turquia e Armênia, formando posteriormente o povo chamado pelos gregos de Citianos (Scythians, Sakas ou Sakai), que se espalhou também pela Ásia, chegando a Índia, e posteriormente também a Rússia e a Europa, em um processo de migração e miscigenação de séculos. 

Existem algumas hipóteses, dentre elas que quando os citianos começaram a ocupar as terras mais ao norte do Cáucaso, em direção a Europa, miscigenaram com os Varangians, descendentes de vikings que migraram para o sul da Escandinávia, e daí surgiu o povo Rur, que deu origem ao nome Rússia. 

É por isso que se associa Yajuj e Majuj (Gog e Magog) a Rússia ou a nações da antiga União Soviética, e se até poucos anos a atuação russa na região era mais discreta, hoje todos sabemos que o próprio Assad, governante sírio, só se mantém no Poder devido ao apoio russo, que no inicio da insurgência contra o Governante promovida pelo Ocidente, se opôs ao EUA e potencias europeias que pretendiam alija-lo a força do Poder, assim como fizeram com Kadafi na Líbia e Saddam no Iraque.

E atualmente o envolvimento da Rússia vai além da retórica política, sendo País atuante no cenário bélico da região, atuando contra o ISIS diretamente, bombardeando cidades sob o controle do grupo, fornecendo armas e dando apoio logístico ao exército sírio leal a Assad.

Este cenário não é ainda o de fato descrito sobre Gog e Magog, mas traz a Rússia a posição de destaque na atuação na região, fato que não ocorria antes, e abre inúmeras possibilidades, podendo mesmo a Rússia não mais abrir mão de sua influência regional direta, e indo de encontro a interesses futuros de países como Israel e o próprio EUA.




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Ainda sobre a Arábia Saudita

Mais acima eu comento sobre a Arábia Saudita e sua linha político-religiosa Islâmica Sunita Wahhabista. Estes comentários são baseados nos fatos que podemos apurar, e portanto, cabe a responsabilidade de afirmar aquilo que podemos efetivamente demonstrar pela lógica e pelos acontecimentos divulgados.


Mas penso que a Arábia Saudita é um dos principais financiadores e apoiadores do Grupo Estado Islâmico.

Não falo aqui exatamente do Governo Saudita, mas o País é governado por uma Elite familiar, a "Casa dos Saudi" cujos os membros circulam pelos Salões da Diplomacia e do Poder Mundial, são riquíssimos e influentes, principalmente pela força de Petróleo e Gás que seu País produz.

E também cabe lembrar que esta casta familiar governa o País com o auxilio de outra casta, a elite Religiosa Sunita e Wahhabista que dita as regras de comportamento e moral no País, que dentre outras coisas proíbe mulheres de dirigir ou viajar, suprime qualquer outra manifestação de Fé, proíbe judeus de pisarem no solo do  País (nem sequer em vôos com escalas), e no qual até usar a internet pode ser um crime passível de imolação ou morte.

Portanto entendo que membros destas castas sauditas, e certamente também de outras esferas sociais do País, acabam por dar apoio financeiro ao grupo, através de doações generosas e também na facilitação de negócios e contatos para o Estado Islâmico.

A afinidade politico-ideológica e religiosa do grupo com a Arábia Saudita é inquestionável, e até mesmo a maior parte da Liderança do Estado Islâmico, assim como era da Al-Qaeda, é Saudita.

Mas posso estar errado e o tempo dirá.

Este "aliado do Ocidente", a Arábia Saudita, não por acaso quase não é mencionado na mídia ocidental quando se fala em Terrorismo, em Direitos Humanos ou Democracia, já que boa parte da mídia, notadamente ao abordar cenários externos, busca produzir pautas alinhadas aos interesses políticos e econômicos de seus países de origem.

Os interesses que movem esta associação profunda entre alguns países Ocidentais e a Arábia Saudita, escapam das análises mais evidentes sobre Petróleo. Elas esbarram em profundas questões geopolíticas, que fogem a nossa lógica comum e constituem-se de uma contradição por parte de alguns países, entre o Discurso e Prática no cenário global.


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Srs.,

a conclusão inevitável sobre o ponto de vista profético, é que o surgimento do grupo Estado Islâmico está muito vinculado ao tema.

Trata-se de uma "coincidência" que eu chamaria de incrível, que textos escritos há dezenas de séculos como Ezequiel, Daniel, Isaías ou ainda o Quiyamah, sejam tão precisos ao citar uma região geográfica específica como o cenário de eventos atuais de relevância global, e que estes eventos estejam ocorrendo em série, citando também países como o Irã, Israel, Turquia ou Egito, além da própria Síria e o Iraque.

E também chama a atenção que tais citações proféticas tenham sido preservadas nas três religiões monoteístas abraâmicas, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Mesmo considerando a origem em comum destas religiões, a preservação e observância destes textos nas três Religiões é fato relevante.

Considerando o nível de acertos destes textos em relação ao cenário atual, considero relevante que se preste atenção ao que estes mesmos textos nos dizem sobre o cenário que ainda está em nosso futuro.

E cabe lembrar sempre que este grupo não representa o Islam, não representa os Islâmicos em geral, assim como tantos outros grupos que se denominam cristãos, não representam a totalidade do Cristianismo.

O extremismo não tem Religião, tem apenas objetivos que coadunam com seus próprios interesses.

Radicalismo, Política, Poder e Dinheiro NÃO TEM FÉ.





sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A Lua e a Novilha, O Rabi e o Papa, Mahdi e o Messias


"Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo! ’ ou: ‘Ali está ele! ’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos."
(Mateus 24:23-24)


Olá Srs.

Há 10 anos, em 2004 na extinta Comunidade Profecias no Orkut, fiz comentários sobre Israel e sobre a “última semana de Daniel”.

Há milhares de anos o Profeta Daniel registrou uma revelação de 70 semanas de anos, na realidade, 490 anos nos quais ocorreriam importantes acontecimentos relacionados com Jerusalém e o povo judeu.

“Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Daniel 9:22-27)



Os dois primeiros períodos maiores abrangeram 483 anos ou 69 semanas.

O primeiro período das setenta semanas de Daniel começa com a ordem para a restauração de Jerusalém, ordem esta dada por Neemias no ano de 445 ac. Foram sete semanas ou 49 anos que corresponderam ao tempo de reconstrução de Jerusalém.

O segundo período de 62 semanas (434 anos) assinala o tempo que iria passar até que o Messias fosse morto.

A soma destes dois períodos revela a exatidão da profecia de Daniel, pois Jesus foi crucificado pouco antes do término dos 483 anos previstos.

Só que ainda falta 01 semana não cumprida, que se refere ao “povo do príncipe, que há de vir”, e entendo que o anticristo é este “príncipe”, e a semana é o período de 7 anos os quais ele exercerá seu poder, com 42 meses de paz e 42 meses de guerra.

Este período de sete anos é a “última semana” e representa a chamada “Grande Tribulação”. 

Posta a explicação acima sobre o que é a "última semana", em 2004 teorizei sobre a fundação de Israel e o início desta “semana”: Acredito que para se situar o começo desta semana, podemos nos utilizar a fundação de Israel como balizamento, mas neste caso em um período de 70 anos (em vez de uma semana de sete, uma semana de 70 ou sete décadas).

Assim, 1948 + 70 = 2018.

Então em 2018 ou o anticristo estaria assumindo ou seria o começo da última semana descrita por Daniel. Se colocarmos o surgimento do anticristo em 2018, poderíamos retroceder mais ou menos 3 anos e chegaríamos a 2015. Mas acho que 2018 será realmente o começo da última semana, tendo o anticristo  assumindo por volta de 2021 ou 2022. (3 anos e meio depois de 2018)."


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O trecho acima foi escrito a uma década atrás e continua sendo apenas uma teoria, mas ao longo desta década eu vi surgirem outras referencias ao período entre 2017 e 2019, ou ainda que fazem este período coerente no tempo, e isso me chamou a atenção.

Até mesmo se voltarmos a exemplo de Israel, em 2017 completam-se 50 anos da reconquista de Jerusalém pelos judeus, que ocorreu na “Guerra dos seis dias” em 1967, outra datação marcante do ponto de vista histórico e profético.

Então Srs., neste texto eu busquei reunir algumas informações que apontam para a possibilidade algo de relevância profética ocorrendo em tempo próximo, e talvez mesmo até durante o triênio indicado.

Não se trata de afirmar que isso ou aquilo irá ocorrer neste período, mas sim trazer estas informações de forma clara e das fontes originais, evitando assim mais controvérsia além das própria controvérsia criada por elas. Mas sem dúvida, é verdade que os principais "marcos proféticos" que dispomos, apontam para o contemporâneo, e dentre eles a própria fundação do moderno Estado de Israel (1948), nas terras de Eretz Israel.  

Lembre-se de que estas afirmações são fatos reais, observados por premissas históricas e religiosas, quando não, diretamente ligadas aos temas Religião e Escatologia.

Considere as crenças citadas o mais isento possível, e sempre tenha em mente a dificuldade de se estabelecer datas para profecias.

Acréscimo de texto (12/2017)


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (6) que reconhece Jerusalém como capital de Israel e que pediu ao Departamento de Estado que inicie o processo de transferir para lá a embaixada americana atualmente instalada em Tel Aviv.

O anúncio foi feito um dia após diversos apelos da comunidade internacional para que a decisão não fosse tomada. O reconhecimento da cidade como capital é considerado polêmico, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado, e a comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense sobre a cidade como um todo. (Matéria Jornalistica)

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Srs.

o fato ocorrido em dezembro de 2017, o reconhecimento de Jerusalém como Capital de Israel, é muito relevante em variados aspectos e pode ter consequências do ponto de vista profético.

Por exemplo, se de fato e de Direito Israel se apossar de toda a Jerusalém, grupos cristãos e judeus que defendem a construção do Terceiro Templo, ganharão força. O tema é mencionado neste texto.

Em verdade, com o reconhecimento de Jerusalém como Capital de Israel pelo EUA, estes grupos já saíram fortalecidos, e se Trump também vier a reconhecer que o Muro das Lamentações é área de Israel, seus esforços se intensificarão.

"Não podemos imaginar Israel assinando nenhum acordo de paz que não inclua o Muro das Lamentações, nem uma situação na qual o Muro não seja parte de Israel", disse um funcionário da Casa Branca, comentando que Trump acredita que "as fronteiras específicas da soberania de Israel serão parte do acordo final". (Matéria Jornalistica)

Leia:

Alias Donald Trump, desde que assumiu a Presidência do EUA em 2017, vem tendo uma contribuição marcante no aumento das tensões internacionais, tensões bélicas e tensões étnicas por todo o Mundo, bem como seu Governo se caracteriza por uma atuação marcante no desmonte dos aspectos ligados a energia limpa, preservação ambiental, mudanças climáticas e temas afins.

Acréscimo de texto (04/2019)



Um gesto do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, em sua visita ao Muro das Lamentações nesta segunda pode ter passado despercebido da grande mídia, mas tem um profundo significado espiritual. Acompanhado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o mandatário do Brasil esteve no Muro das Lamentações, onde fez orações.

Depois, desceu nos túneis que levam a porção subterrânea do complexo e esteve na sinagoga que fica cerca de vinte metros abaixo do que os judeus acreditam ser o local do Santo dos Santos no Templo construído por Salomão. Naquele espaço de culto, conversou com rabinos e assinou um livro. A rápida visita foi mostrada nas redes sociais do premiê israelense, mas curiosamente sem som. (Matéria Jornalistica
Jair Bolsonaro afirmou em Fevereiro de 2020, que transferirá embaixada brasileira para Jerusalém até 2021.

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- A Lua de Sangue -

Desde 2008, especialistas em profecias estão alertando a igreja para prestar atenção aos “sinais nos céus”. 

Surgiram livros sobre o assunto, sendo o mais famoso o que foi escrito pelo pastor Mark Biltz, um descendente de judeus que fala extensivamente sobre como em Gênesis o Sol e a Lua serviriam “para sinais e para as estações do ano”.

O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece Biltz. 

Afirma ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.

Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.

Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “Lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015.

O Talmude, livro da tradição judaica diz claramente: “Quando a lua está em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se estiver vermelho como o sangue, “a espada” está chegando para o mundo”. De acordo com os milenares ensinamentos judaicos, um eclipse lunar é o prenúncio de eventos significativos para o povo de Israel. Luas de sangue (vermelhas) que acontecem durante as festas bíblicas são particularmente importantes. Se ocorrer um eclipse é um sinal de que uma guerra está chegando.





Após o aparecimento da primeira “Lua de sangue” em 15 de abril (festa da Páscoa), o mundo testemunhou uma guerra entre Israel e o Hamas além do fortalecimento do Estado Islâmico, além dos conflitos armados entre Ucrânia e Rússia. Esses eventos custaram a vida de muitas pessoas e um clima de insegurança no mundo. (Matéria Jornalistica)

A “Lua de Sangue” é vista como um evento profético, ligado a vinda do Messias, a Parusia, e com isso a toda a sorte de eventos que profeticamente, caracterizam o período.


Acréscimo de texto (09/2015)

Em 01 de Setembro de 2015, o Rabino Mendel Kessin, Phd em psicologia pela Universidade de Fordham, em NY, educador que circula o Mundo divulgando temas ligados ao Judaísmo, Estudo do Torah e Messianismo,  afirmou sobre os fenômenos da Lua de Sangue que "este é um sério assunto espiritual, pois cada um desses sinais no céu, “é um avanço messiânico”. Ele lembra que “acontecimentos incríveis devem antecedem o Messias”.

Kessin explica que para os estudiosos, os eclipses lunares que deixam a aparência da lua num tom vermelho-sangue, são uma má notícia para Israel e para o povo judeu. Porém, quando ocorrem nos dias das festas bíblicas representam uma boa notícia. “Significa que a redenção está próxima”, afirma.

O rabino lembra ainda que a próxima lua de sangue irá ocorrer apenas duas semanas após o final do ano Shemitá.

Este é o nome do ano sabático em que as dívidas devem ser perdoadas e a terra precisa descansar. Esses são mandamentos claros para os judeus desde os tempos de Moisés. Para Kessin e muitos outros rabinos, o Messias deve vir no ano seguinte ao ano Shemitá.

“Entramos agora em contagem regressiva para o Messias, o que é inacreditável”, disse Kessin, mencionado a profecia de Joel 2:3: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.”  (Matéria Jornalistica)


Poucos meses antes, em Julho/2015, o rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, declarou sem rodeios : "a vida do Messias é iminente". 

E continuou suas declarações exortando a todos os judeus que voltem para Israel o mais rapidamente possível, com o entendimento de que esta é uma ação espiritual que marcará a vinda do Messias judeu.

Em fevereiro de 2020 o Rabino Yaakov Zisholtz concedeu uma entrevista de quase três horas na Radio 2000 em Tel Aviv, Israel, em que disse que o Rabino Kanievsky mantém contato com Mashiach (Messias), e não só ele como outros Rabinos que compõem o Nistarim.

E o que é o Nistarim? Seria um grupo de 36 pessoas pelo Mundo, os 36 JUSTOS que muitos entendem que são Rabinos, considerados muito próximos a Deus. Nesta Crença, se não fosse por eles o mundo chegaria ao fim.

Então a fala de Zisholtz é um elemento de Crença judaica e crença pessoal, e no entendimento dele, o Rabino Kanievsky é um dos 36 do Nistarim. Não é um fato incontestável e muito menos é como se Mashiach pegasse um telefone para ligar para o rabino Kanievsky ou outros.

É interessante compreender isso porque existem videos e afirmações que circulam,  principalmente ligados a denominações neo-pentecostais mas também a Grupos místicos, afirmando que o Rabino Kanievsk fala com o Mashiach e portanto Ele já está presente entre nós. Sobre isso leia Mateus 24.

Quanto ao Rabino Chaim Kanievsky, pelo menos por enquanto, nada disse sobre isso publicamente.


Acréscimo de texto (11/2015)

"Os atuais eventos mundiais levaram um grupo de rabinos a fazerem um clamor em concordância pela vinda do seu tão esperado messias.
O clamor, realizado em Jerusalém, foi liderado pelo rabino Shlomo Amar, um dos chefes religiosos da cidade, ao final da Conferência Internacional da Chabad-Lubavitch, uma das maiores organizações judaicas do mundo.
De acordo com informações do Breaking Israel News, a Conferência da Chabad-Lubavitch reuniu mais de seis mil rabinos e líderes judaicos de 75 países.
Ao comentar o clamor, o rabino russo Berel Lazar destacou que há 25 anos os líderes religiosos judeus discutem a declaração de uma din psak, uma decisão rabínica oficial, sobre o pedido de redenção do povo judeu.
Sobre essa questão, o rabino Amar concordou que havia chegado a hora de anunciar o pedido a Deus para que Ele “acelerasse” a chegada do Messias, propiciando a “redenção final” dos judeus.
Não há notícia recente sobre uma concordância tão expressiva e abrangente entre rabinos sobre o momento de pedir a Deus a vinda do Messias." 
“Decidimos, atendendo ao pedido do público, reivindicar – embora vejamos o que pede, não podemos ver o réu – que Deus Todo-Poderoso acelere o fim e revele o Messias diante de nossos olhos em nossos dias”, disse Amar, em trecho de seu discurso, seguido de um vibrante “amém” dos rabinos que o cercavam, que cantaram uma canção que diz em seus versos “nós queremos o Messias agora, nós não queremos esperar!”.  (Matéria Jornalística)
Clique para ver o vídeo
Fim dos acréscimos

 (em 02/2020)

Em 05 de Fevereiro de 2020, foi noticiado em Israel que o rabino Shlomo Amar,   ex -rabino   chefe  sefardita de Israel, foi o orador principal na cerimônia realizada na última quinta-feira (30/01/2020) em comemoração ao 36º aniversário da morte do rabino Israel Abuhatzeira em Netivot, Israel.

Na ocasião o rabino discursou: "Quero dizer coisas que me machucam e me machucam muito", disse o rabino Amar na abertura de seu discurso. "E tenho certeza de que isso não machuca você, assim como a maioria do povo de Israel." 

Estamos em péssimas condições. Nunca tivemos eleições assim antes. Eu não sou uma pessoa política e não falei sobre isso antes, mas haverá outra eleição e talvez ainda mais depois disso e não vejo saída. Quem sabe o que Deus está preparando para nós, quem sabe se o Messias ainda não está a caminho.

Não estou dizendo isso apenas como uma opinião pessoal. Veja o que o presidente dos EUA, Trump, está fazendo, coisas que nunca sonhamos, nem em nossos melhores sonhos. E tem mais. Todos os líderes que vieram [para Israel. Isso é impossível de ignorar. Essas são coisas que nunca sonhamos. Como podem ser essas coisas, se não como preparação para a vinda do Messias? ”  

A narrativa do rabino Shlomo Amar continua com uma estória pessoal, e recomendo que se leia a matéria indicada para uma melhor compreensão, mas destaco a frase: "Todos os grandes rabinos desta geração estão dizendo que o Messias está prestes a se revelar". 

“Todos os sinais que os profetas deram, todos os sinais previstos na Gemara, Mishnah, Midrash, tudo está ocorrendo, um por um. Tudo o que precisamos é permanecer fortes por mais um pouco. ”

Dias antes, em 28 de Janeiro de 2020, o rabino Baruch Abuhatzeira, um místico sefardita, fez um comentário sobre o Acordo de Paz apresentado em Janeiro de 2020 pelo Presidente do EUA, Donald Trump: "O 'Acordo do Século' não será promulgado porque o Messias virá primeiro." 

O rabi acrescentou: “Veja as condições dos árabes. Um grande terror caiu sobre eles quando souberam que Trump tem um plano para a paz. Mas não haverá nada - por quê? Porque o Messias virá e ele cancelará tudo. Não haverá plano."


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- O Rabi Yitzhak Kaduri -

O mais importante rabino na história moderna de Israel, Yitzhak Kaduri tido como um profeta por milhares de seus seguidores, era chamado de “rabino dos rabinos” pois não era rara que outros líderes judaicos o procurassem pedindo aconselhamento. Era responsável pela escola de rabinos Nahalat Yitzhak Yeshiva. 

No dia de seu enterro, em Janeiro de 2006, cerca de 250 mil pessoas seguiram o caixão pelas ruas. Ele faleceu aos 108 anos de idade, e deixou uma enigmática carta que só poderia ser divulgada um ano depois que tivesse morrido.

Nela, ele conta que encontrou-se pessoalmente com o Messias e lhe foi revelado o seu nome. Para a surpresa geral, escreveu que era Yehoshua ou Jesus.  Obviamente isso chocou o meio religioso em Israel, mas a família assegurou a veracidade do documento. Contudo, a mídia israelense negou-se a repercutir o assunto. 


A carta de Yitzhak Kaduri

A profecia de Kaduri não cita a data ou a hora em que o Messias seria revelado, mas deixa um adendo perturbador.  Só ocorreria depois que Ariel Sharon tivesse morrido

Não há explicação de qual seria a ligação entre os dois acontecimentos, mas cabe lembrar que Sharon faleceu em Janeiro de 2014, o que coloca o surgimento do Messias em qualquer ponto do tempo a partir desta data, segundo os escritos do Rabi Yitzhak Kaduri.

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- O Choro do Muro das Lamentações -


Em Julho de 2002, quatro anos antes do falecimento do Rabí, ocorreu um fenômeno no Muro das Lamentações ao qual foi atribuído um caráter profético por parte do rabinato. 

Um filete de água surgiu no Muro, de forma misteriosa porque lá não existem canos de água que justifiquem vazamentos. 


Segundo o rabino-chefe do muro na época, Shmuel Rabinovitch, “muitos judeus acreditam que o choro é um sinal da chegada do Mashiach” (Messias)   

Isso foi noticiado por diversas mídias, em torno de 04 de Julho de 2002. 

Escavações para determinar a origem da água não foram permitidas pelas autoridades islâmicas, já que isso representaria cavar em baixo do Domo da Rocha, o terceiro local mais sagrado para os islâmicos. 


Divulgou-se posteriormente que a substância era a resina de uma planta que estava crescendo entre as rachaduras do Muro. 

Mas a questão é que o Muro “chorou”, e muitos viram e ainda vêem isso como um sinal da proximidade da vinda de Mashiach.

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- "O povo judeu e suas escrituras sagradas na Bíblia cristã" -

Também em 2002, Vaticano emitiu um parecer sobre a Doutrina dos judeus sobre o Mashiach (Messias), em que endossa esta espera. O endosso foi assinado pelo então Cardeal Joseph Ratzinger em 2002, na época Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e causou surpresa. 


O texto de fevereiro de 2002, chamado “The Jewish People and their Sacred Scriptures in the Christian Bible” (O povo judeu e suas escrituras sagradas na Bíblia cristã"), da Vatican Pontifical Biblical Commission, afirma que: 


O que já foi cumprida em Cristo deve ser cumprido em nós e no mundo. O cumprimento definitivo será no final com a ressurreição dos mortos, um novo céu e uma nova terra. Expectativa messiânica judaica não é em vão. Ela pode se tornar para nós cristãos um estimulante poderoso para manter viva a dimensão escatológica da nossa fé. Como eles, nós também vivemos na expectativa. A diferença é que para nós o que há de vir terá os traços de Jesus que já veio e já está presente e atuante entre nós”. 


Então o Cardeal Ratzinger e ex-Papa Bento XVI, endossou em nome da Igreja Católica, a espera dos Judeus pelo Mashiach (Messias).



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- A Novilha Vermelha -

O nascimento de uma novilha vermelha nos EUA está criando grande agitação entre os que esperam para breve a construção do Terceiro Templo. Segundo autoridades judaicas, nenhuma novilha vermelha sem defeitos nasceu em Israel desde a Queda de Jerusalém, em 70 d.c.

Para os estudiosos, o ressurgimento de uma novilha que segue o padrão estabelecido pelo Livro de Levítico é um sinal da iminente vinda do Messias e o restabelecimento do Templo com seu sistema de sacrifícios. Em "Números", capítulo 19, as cinzas desse animal raro são usadas para o ritual de purificação essencial antes de adoração promovida pelos sacerdotes.


O Instituto do Templo, organização que tem preparado todos os acessórios do interior do Templo de Salomão, treinado levitas e fazendo sacrifícios, postou um vídeo este mês mostrando o que parece ser uma novilha vermelha perfeita, criada em um local não identificado nos Estados Unidos.


“Na verdade, o destino de todo o mundo depende da novilha vermelha,” afirma um representante do Instituto. “Pois suas cinzas são o único ingrediente que falta para o restabelecimento da pureza bíblica - e, portanto, a reconstrução do Templo Sagrado.”


O papel do Terceiro Templo para toda a humanidade traz a visão messiânica do futuro: o chamado para viver uma vida eterna, liberado da farsa e da infelicidade que é a condição atual de tantas pessoas”, afirma a organização em comunicado. “A ordenança divina da novilha, que está além do alcance frágil do intelecto humano, com todos os detalhes de sua preparação e cerimônia, chama a Israel e a todos os que procuram agarrar-se a palavra viva do Deus de Israel: purificai-vos!”.

O porta-voz do instituto, o rabino Chaim Richman, explica que a novilha precisa ser totalmente vermelha, sem um único cabelo preto. Pertencente à raça Angus, o animal estaria mais seguro nos EUA do que em Israel. Afinal, no passado já surgiram outros animais que se esperavam que cumprisse o requerimento bíblico e foram ameaçados por judeus que diziam querer evitar uma guerra em potencial. Também havia medo de grupos radicais árabes, que não desejam que os judeus usem a novilha como uma “desculpa” para querer destruir o Domo da Rocha islâmico. (Matéria Jornalistica)

O nascimento de uma novilha vermelha, é evento considerado por algumas correntes religiosas cristãs e judáicas, como fundamental para a construção do Terceiro Templo, e com isso, promover a vinda do Messias.  A novilha vermelha nasceu em Junho de 2014.

Acréscimo de texto (09/2018)

Em Junho de 2014 nasceu uma Novilha Vermelha no EUA, conforme citado acima, e isso jã vinha sendo tratado pelo rabinato como um sinal profético da proximidade da vinda do Messias. Agora nasceu uma no próprio Israel, e no triênio mencionado neste texto (2017-2018-2019).

A interpretação do nascimento de um bezerro vermelho em Israel como um sinal, faz ainda mais sentido a luz deste entendimento profético."


Nascimento de boi vermelho é visto como sinal de "fim dos tempos" em Israel

O nascimento de um bezerro vermelho em Israel, anunciado pela entidade judaica Temple Institute na última semana, é visto como “um sinal do fim dos tempos”. O animal é o primeiro totalmente vermelho a nascer em 2 mil anos na região, ainda segundo a instituição, e significa que a pureza “será restaurada no mundo”.

A aparição do bovino, segundo a crença religiosa registrada em profecia bíblica, implicaria na chegada do “messias” esperado pelos judeus — que não seguem a tradição cristã — e marcaria a construção do terceiro Templo de Jerusalém. Ou seja, significaria o início de um novo mundo.

Diretor da entidade, o rabino Chain Richman anunciou o nascimento do animal ao tablóide britânico Daily Star. O bezerro está sendo examinado por especialistas, que pretendem atestar se ele realmente pertence à rara espécie.

Três anos atrás, o Temple Institute criou o programa Raise a Red Heifer in Israel, para tentar criar o animal na região. A entidade chegou a importar embriões de angus vermelhos dos Estados Unidos e implantá-los em vacas domésticas.

“Se não houve um bezerro vermelho em 2 mil anos, foi porque, talvez, não era o momento certo. Israel se mantinha longe de estar preparada”, disse o rabino ao Daily Star.

Matéria Jornalistica de 10 de setembro de 2018 : Nascimento de boi vermelho é visto como sinal de "fim dos tempos" em Israel

Fim do acréscimo


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- A reconstrução do Templo -

Em 22 de Dezembro de 2014, o Middle West Monitor, agência especializada na análise de fatos e divulgação de noticias do Oriente Médio, publicou a noticia de que Rabinos de Israel tem planos de construir o Terceiro Templo sobre as Ruinas de Al-Aqsa, o Domo da Rocha, o terceiro local mais sagrado para o Islamismo. A noticia não tem respaldo Oficial, mas em Janeiro de 2014, o ministro de habitação de Israel, Uri Ariel, declarou que "Israel está decidido em construir templo judaico em Al-Aqsa". 

Ele não foi confirmado pelo Governo de Israel, mas não foi desmentido, e ao que parece há mesmo uma planificação seriamente conduzida neste sentido, Oficial ou apenas apoiada pelo Governo de Israel, lembrando que derrubar Al-Aqsa seria uma ofensa  gravíssima a 1 bilhão de islâmicos. Seria algo como demolir a Igreja da Natividade, para os cristãos. (Trecho atualizado em 28/12/2014).


Acréscimo de texto (07/2015)

Em 06 de Julho de 2015, rabino Chaim Richman declarou que "A vinda do Messias é iminente".


O Rabi, que conforme explicado acima, é o porta-voz do Instituto do Templo, pode simplesmente estar promovendo sua Crença para o fortalecimento da causa do Instituto, mas não deixa de ser interessante outro fato comentado por ele (e por outros), de que o retorno do Messias ocorrerá em um Ano sabático.

Anos sabáticos são períodos de tempo separados por intervalos de 7 anos, e isso está ligado a própria Crença da criação do Mundo, (Genesis 1:1) o qual DEUS criou o Universo, a Terra e a vida em 6 dias, e descansou no Sétimo. Portanto tem ligação com o termo Shabat, o dia de descanso semanal judáico, ligado também a origem da palavra Sábado.

O biênio 2014/2015 compreende um Ano Sabático, que termina pelo calendário comum em 12 de Setembro de 2015.  E o próximo Ano Sabático ocorrerá no biênio 2021/2022.

Coincidência ou não, mais acima você lê sobre teoria minha, escrita há uns 12 anos (ou mais), ligada a restauração de Israel e a ascensão do anticristo.

"Então em 2018 ou o anticristo estaria assumindo ou seria o começo da última semana descrita por Daniel. Se colocarmos o surgimento do anticristo em 2018, poderíamos retroceder mais ou menos 3 anos e chegaríamos a 2015. Mas acho que 2018 será realmente o começo da última semana, tendo o anticristo assumindo por volta de 2021 ou 2022. (3 anos e meio depois de 2018)."
Fim do acréscimo

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Papa diz que lhe restam apenas "2 ou 3 anos" de vida -

De maneira inédita, o Papa Francisco conversou com jornalistas sobre sua saúde e perspectiva de vida. Durante coletiva de imprensa que aconteceu no voo de retorno ao Vaticano da viagem à Coreia do Sul, nesta segunda-feira, ele disse que tenta observar seus erros e pecados para não ser orgulhoso, já que lhe restam apenas “dois ou três anos de vida”.  (Matéria Jornalistica)


A declaração feita em agosto de 2014, aponta o seu falecimento para o ano de 2017.

É claro, nem mesmo o Papa sabe quando irá falecer, mas não deixa de ser interessante que o Papa Francisco aponte ele mesmo, para um acontecimento de relevância global, a sucessão papal, para o triênio 2017-2019.

Em 19 de Dezembro último (2014), o Papa reafirmou sua opinião sobre sua expectativa de vida, ao dizer que "eu não estarei por aqui daqui há 10 anos", por ocasião de cerimônia com os atletas do Comitê para Roma sediar a Olimpíada de 2024. (Trecho atualizado em 20/12/2014)

Mas o Papa Francisco, em apenas dois anos de Pontificado, fez mais dois outros pronunciamentos públicos sobre sua própria expectativa de vida.

Em 10 de Março de 2015 o Papa revelou ao Jornal Argentino La Carcova News que "a vida está nas mãos de Deus. Eu disse ao Senhor Toma conta de mim. Mas se for de tua vontade que eu morra ou que algo me aconteça, só te peço um favor: que não doa muito. Porque sou um verdadeiro medricas no que toca à dor física'".

E quando completou dois anos de Papado, em 13 de Março de 2015, o Papa Francisco afirmou que "Tenho a sensação que meu pontificado será breve. Quatro ou cinco anos. Não sei, ou dois, ou três. Pelo menos dois já passaram. É como uma sensação vaga. É como a psicologia de quem joga e acredita que vai perder para não se desiludir (...) Tenho a sensação de que o Senhor me colocou aqui para uma missão breve". (Trecho atualizado em 17/03/2014)

Acréscimo de texto (04/2017)


O pontífice de 80 anos falou da própria mortalidade duas vezes num espaço de poucos minutos, enquanto se dirigia a jovens que participarão do festival católico do Dia Mundial da Juventude, a ser sediado no Panamá, em 2019.

"Não sei se serei eu, mas o papa estará no Panamá!", disse Francisco. Antes disso, ele tirou suspiros do público quando disse que "na minha idade, nós (pessoas idosas) estamos prestes a morrer".

Sentido a reação do público, ele disse: "quem garante a vida? Ninguém. Na sua idade, vocês tem todo o futuro pela frente".

Acréscimo de texto (12/2016)


- Sangue de San Gennaro não se liquefez em Dezembro de 2016 -

A notícia escrita segura mais antiga do milagre consta de uma crônica do século XIV. Desde 1659, estão rigorosamente anotadas todas as liquefações, que já perfazem mais de dez mil!
As datas da liquefação do sangue de São Januário são sempre celebradas com grande pompa e esplendor. As relíquias são expostas ao público, e se a liquefação não se verifica imediatamente. iniciam-se preces coletivas. Se o milagre tarda, os fiéis compenetram-se e se inqietam, crendo que a demora se deve aos seus pecados. Rezam então orações penitenciais, como o salmo “Miserere".

Quando o milagre ocorre, o Clero entoa solene Te Deum, a multidão prorrompe em vivas, os sinos repicam e toda a cidade se rejubila.


Entretanto, sempre que nas datas costumeiras o sangue não se liquefaz, Isso significa o aviso de tristes acontecimentos vindouros, segundo uma antiga tradição nunca desmentida. (Matéria Jornalistica)

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 - São Malaquias -

O Papa terá 78 anos de idade ao final deste ano (2014), demonstra saúde e disposição, e é provável que ultrapasse a expectativa de vida que comenta, mas considerando sua insígnia profética conforme atribuída por São Malaquias em sua “profecia dos Papas”, o fato de sua morte reveste-se de importância profética, pois nestas profecias é dito que Petrus Romanus, a insígnia de Malaquias ligada a Francisco, irá falecer de forma trágica.

Edição do Lignum Vitae (Árvore da Vida), de 1595.
Foi o primeiro Livro a publicar as Insignias de Malaquias.
  

"In persecutione. extrema S.R.E sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis dirueter, & Iudex tremedus iudicabit populum suum. Finis.".

"Na derradeira perseguição da Santa Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas destruída, e o Juiz (que está) tremendo julgará o seu povo (o de Pedro). O fim.”

Então qualquer especulação sobre o falecimento do Papa Francisco tem relevância profética, ainda mais quando pronunciada por ele próprio.

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 - Aparição em Fátima -

Este contexto de perseguição da Igreja Católica, é coerente com uma série de afirmações proféticas, recordando que a aparição em Fátima fará 100 anos da primeira aparição em 13 de maio de 2017. E em 13 de Outubro de 2017, completarão 100 anos da última aparição.

“E vimos n’uma luz imensa que é DEUS: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas a subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’êles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de DEUS.”
Lúcia (no meio - 10 anos) e seus primos,       

Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos)         
O cenário da mensagem escrita em 1944 por Irmã Lúcia, e único texto endossado por ela, sendo ela uma das três crianças que viu e ouviu diretamente Nsa.Sra. na aparição de 1917 em Fátima, Portugal, fala de um cenário de destruição ( .. Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia e ruínas .. ), sofrimento e morte ( .. meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho .. ), e guerra ( .. prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas .. ).

Não precisamos de muito para ligar “a derradeira perseguição da Santa Igreja Romana”, conforme descrito por Malaquias, a este cenário retratado na Aparição em Fátima. Trata-se dos mesmos eventos.

Em 2000 o Vaticano ligou esta mensagem ao atentado cometido contra João Paulo II, em 13 de maio de 1981, dia consagrado a Nsa.Sra. em Fátima, e divulgando que a profecia foi cumprida.

A leitura do texto revelado por Irmã Lucia evidencia que a comparação com o atentado realizado contra João Paulo II não tem qualquer relação, pois basta ler para perceber que não há ruínas, ele não caminhava, não haviam cadáveres e não haviam soldados lhe atirando. E por fim nesta Profecia, o Papa morre, o mesmo desfecho dado para a última insignia de Malaquias, e João Paulo II sobreviveu.


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 - A vinda do Iman Mahdi -

O Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, afirmou que sua nação deve se preparar para a guerra e “o fim dos tempos”, enquanto continuam desenvolvendo armas nucleares.

Em um esforço coordenado, que envolveu os órgãos estatais de mídia, a mensagem semanal do aiatolá na última sexta-feira falou sobre a vinda do último profeta islâmico. Os meios de comunicação iranianos em geral citavam os clérigos dirigentes de seminários ao falarem sobre a questão do “messias” islâmico. No entanto, a ampla publicação das últimas declarações de Khamenei mostram a necessidade do povo se preparar para o fim dos tempos enquanto preveem um confronto iminente com o Ocidente por causa de seu programa nuclear.

A questão do Imã Mahdi é de extrema importância, e seu reaparecimento foi claramente explicitado pela nossa santa religião do Islã”, disse Khamenei. Devemos estudar e lembrar-nos do fim dos tempos e a era do Imã Mahdi… Temos de preparar o ambiente para a vinda desse grande líder”.

A maioria dos relatos históricos dizem que “Al Mahdi” viveu no século 13, mas desapareceu sem morrer. Ele voltará sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. 

De acordo com a tradição, esse iman deve:

• Ser um descendente de Maomé e filho de Fatimah
(O nome da filha de Muhammad (Maomé), Fatimah, deu o nome a filha de um nobre mouro que ocupava a Península Ibérica durante a dominação islâmica da região. Este nobre deu o nome de sua filha a uma porção de terras que lhe pertencia, e que séculos depois, no atual Portugal, foi palco de aparições marianas, as Aparições em Fátima.) (Do Livro "O que são Profecias")
• Retornar pouco antes do fim do mundo
• Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
• Fugirá de Medina até Meca, onde milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
• Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
• Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
• Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e se unirá a ele 

A crença no surgimento de Iman Mahdi ou Mahdismo é considerada um movimento do tipo messiânico, pois o retorno do Iman Mahdi representa de certa forma, a crença islâmica na vinda de um libertador. 

O surgimento de Mahdi está no contexto dos “Grandes sinais do Quiyamah” , também conhecido por “Dia de Julgamento”, “Dia do Juízo” ou “Dia da Ressurreição”. É basicamente a mesma ideia expressa pelo termo bíblico “Dia do Senhor”, que aparece em pelo menos sete textos bíblicos, indicando o momento em que DEUS julgará os homens, isso associado ao ápice de eventos profetizados. 

Um Iman é uma liderança religiosa dentro do Islamismo, mas o entendimento desta liderança varia desde a coordenação e entendimento religioso, como um teólogo, até uma liderança iluminada por ALLAH que deve guiar os islâmicos em assuntos religiosos e seculares. 


Alguns entendem que o Mahdismo é exclusivamente um movimento Shia (Xiita), mas os textos que narram sobre ele apenas o designam como islâmico, sem detalhar se será Suni (Sunita) ou Shia. Sunis crêem que ele ainda virá, Shias crêem que ele já veio e que retornará. 


O Mahdismo já foi usado em vários momentos da história islâmica, principalmente como promotor da união contra inimigos externos. Entrou em esquecimento, mas foi resgatado com grande força por volta do Século 19, quando do período de colonização do Oriente Médio e Norte da África pelas nações européias. 


É dito nas Hadiths que no período do Quiyamah, um grande número de ideologias que negam a existência de ALLAH (DEUS em árabe), trará ao Mundo uma grande degradação. 


As pessoas buscarão um propósito para suas existências, e irão vivenciar um grande sofrimento espiritual, e um forte colapso moral. Neste período também ocorrerão desastres terríveis, guerras e muitas dificuldades, e as pessoas buscarão respostas. 


O Islam será pervertido de sua forma original por um grande número de superstições e falsas doutrinas.  (isso está ocorrendo, vide o extremismo, os homens bomba, os Jihadistas, o Califado Islâmico, e outros exemplos recorrentes em nossa midia). 

Muitas pessoas irão agir com hipocrisia e conservadorismo sobre uma máscara de piedade, e tentarão espalhar superstições cada vez maiores, prejudicando o entendimento da real moralidade do Islam. 

Durante este período, ALLAH usará um homem que possui moralidade superior, conhecido como Mahdi  (“o guiado”), que orientará a humanidade de volta a direção da moralidade. A primeira tarefa de Mahdi será promover uma grande mudança dentro do Mundo Islâmico, e fazer com que aqueles muçulmanos que se afastaram da essência verdadeira do Islam, que retornem a crença verdadeira. 


E Mahdi terá mais três tarefas: 


1. Combater todos os sistemas filosóficos que negam a existência de ALLAH e que dão apoio ao ateísmo. 


2. Combater a superstição, libertando do Islam dos que o corromperam, e então revelar e implementar a verdadeira moralidade islâmica baseada nas regras do Corão. 


3. Fortalecer o Mundo islâmico politicamente e socialmente, e então trazer sobre ele a paz, segurança e bem-estar, pela solução de todos os problemas sociais. 




De acordo com algumas Hadiths, o Profeta Issa (Jesus) retornará a Terra neste tempo, e será quem liderará o Salat al-Janaza (Preces islâmicas relativas a morte) de Mahdi. Se os cristãos e judeus o ouvirem, o Mundo experimentará um período de grande paz, segurança, felicidade e bem estar conhecido como a “Era dourada”.


E segundo várias lideranças religiosas islâmicas, a vinda de Mahdi está próxima, e com ela toda a série de eventos descritos no Qyamah, por exemplo :  "Durante o período da prática dos grandes pecados, depois do décimo dia do mês de Zil-Hajj (Dhu-al-Hijja), a noite será muito longa, equivalendo a três ou quatro noites. Nessa altura, as crianças tornar-se-ão impacientes e histéricas. Os mais velhos vão grita, chorar e recorrer ao Taubah (arrependimento).  Os animais com medo abandonarão o mato vindo para as, cidades e nessa altura, o Sol mudará o seu movimento aparente, e nascerá no Ocidente, como se de um eclipse solar se tratasse, e subira até ao ponto de meio dia.  Ao verificarem este fato, todas as criaturas vão chorar, gritar e pedir perdão. Contudo, a partir do ponto de meio dia, o sol declinará de novo para o Ocidente, por onde desaparecerá e retomará o seu nascer pelo Oriente como é normal.” 

Ou ainda : “Na manhã desse dia, um melodioso som será ouvido que deixará as pessoas bem dispostas. Porém gradualmente o som intensificar-se-á e tornar-se-á mais forte, como a trovoada, causando estragos, e fazendo seres humanos e animais morrerem de medo. Grandes edifícios e estruturas serão reduzidos a fragmentos, montanhas voarão na atmosfera como flocos de algodão, as estrelas, o sol, a lua, ficarão sem luz ou brilho, e o céu irá fender-se perecendo.

A atual turbulência política em países do Oriente Médio, inicialmente com a "Primavera árabe", mais recentemente com insurreições e conflitos bélicos internos,  o surgimento do Califado Islâmico  e a ascensão da Direita em Israel, também são vistos como sinais proféticos de que a vinda de Mahdi está próxima. 

Também a sucessão real na Arábia Saudita, com a morte se aproximando do Rei Abdallah e a disputa interna da Familia Saud, é considerada por muitos Shias como um sinal da vinda de Mahdi. 

Rei Abdallah, da Arábia Saudita

(Atualização em 23/01/2015)


O rei saudita Abdullah bin Abdul Aziz morreu à 1h desta sexta-feira (23), pelo horário local (noite de quinta-feira no Brasil), anunciou a TV estatal da Arábia Saudita. Com a morte de Abdullah, seu meio-irmão Salman Ben Abdel Aziz, de 79 anos, se torna o novo rei da Arábia Saudita, segundo comunicado transmitido pela TV.

De acordo com algumas agências de notícias, o rei saudita tinha 91 anos. Porém, não se sabe a data exata de seu nascimento. Muqrin bin Abdul Aziz, irmão mais novo de Abdullah, passa a ser o novo príncipe.

Antes de fazer o anúncio, a TV estatal cortou a programação para exibir versos do Corão, o que significa que viria o anúncio de morte de uma autoridade real.

(Atualização em 18/01/2017)


Alguns dos principais líderes muçulmanos já vem discutindo sobre o ressurgimento do Califado, mas o assunto divide opiniões. Assim como os cristãos, os seguidores do Islã esperam que o fim dos tempos seja marcado por sinais muito claros, que foram revelados há centenas de anos.

Expectativa pela vinda do Mahdi

Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente da Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã e profeta islâmico, que virá governar o mundo.

Já existe um exército sendo preparado para servir a este líder, reunindo jovens de Irã, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen.

Alguns estudiosos islâmicos apontam que 3 anos e meio após o surgimento do “governo final” islâmico, o Mahdi aparecerá. Essa figura mítica, também é conhecida como o 12°Imã. Ele é uma espécie de Messias que levará os exércitos do Islã à vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias. (Matéria Jornalistica)
(Fim das atualizações)

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- Chico Xavier e 2019 -

Em 1986, Chico Xavier fez uma série de revelações sobre o futuro do Brasil e do Homem, na Folha Espírita, e nestas revelações declarou que : “Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período.” 

A entrevista original pode ser lida AQUI, e não irei reproduzi-la por completo porque é longa, e comentarei apenas alguns aspectos que considerei os mais intrigantes.

Geraldo Lemos Neto e Chixo Xavier, na década de 1980

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"Também os nossos irmãos de outros planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos apresentarem abertamente
Chico Xavier

Esta afirmação em particular muito me impressionou, porque a palavra chave aqui é PERMISSÃO. Qualquer um pode afirmar sobre um contato a qualquer tempo, mas citar PERMISSÃO é algo incomum e que liga esta afirmação a outras afirmações neste sentido e de fonte inesperada, o Corão.

Esta "permissão" para o pleno contato com seres inteligentes de outros Mundos é um entendimento pouco compreendido, ligado a nossa moral comportamental e nossa índole bélica, que nos impede ainda de um contato pleno com seres cuja a civilizações já atingiram um estágio de equilíbrio planetário, comunhão e paz. 



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O Corão nos deixa claro que temos que nos mostrar dignos deste contato, e se faz necessário alguma explicação.

Na 42ª Surata (AX XURA) é dito : E entre os Seus sinais está o da criação dos céus e da terra, e de todos os seres que aí disseminou, e poderá congregá-los quando Lhe aprouver.” 

A palavra “céus” é escrita originalmente como sama, e este termo pode ser traduzido tanto como céus como por Paraísos. No entanto quando o termo é usado da forma apresentada, “céus e da terra”, representa a ideia de Universo e não de coisas em separado. Representa o TODO.

O termo traduzido como “congrega-los” é escrito originalmente como Jam-'i-him, um termo árabe que representa algo como "vida de todos os lugares". O temo Jam apenas, representa uma forma de contato que pode ser físico ou remoto.

Na 16ª Surata (AN NÁHL) : Ante Deus se prostra tudo o que há nos céus e na terra, criaturas que se movem (seres vivos) bem como os anjos, que não se ensoberbecem!” 

O termo original para “criaturas que se movem” é Dabbatun, e refere-se a qualquer ser físico capaz de se mover. Portanto a frase refere-se a formas de existência bem distintas, uma material como nós e outra espiritual (os anjos).

Unindo-se os pontos acima, podemos entender que estas palavras estão nos dizendo que há outros Mundos e outras Terras, que existem outros seres nestes Mundos, e que todos devem obediência a DEUS. E sugere que tais seres podem manter intercâmbio direto ou remoto conosco, caso assim DEUS permita. E se podem manter contato conosco, é porque pelo menos alguns deles são inteligentes.

Já na 55ª Surata (AR RAHMAN) há uma ordem curiosa : “Ó assembléia de gênios (djins) e humanos, se sois capazes de atravessar os limites dos céus e da terra, fazei-o! Porém, não podereis fazê-lo, sem autoridade. Assim, pois, quais das mercês do vosso Senhor desagradeceis?

Porque DEUS dá uma ordem direta para irmos em direção ao espaço? Seria agora, no nosso contemporâneo, que se aproxima o momento que “LHE Aprove” de realizar Sua congregação entre "todos os seres que disseminou ?"

De qualquer forma tal ordem tem que ter um propósito, uma razão, pois do contrário não estaria presente, e apenas começamos a cumpri-la pois ainda não dispomos dos meios para avançarmos sobre o Universo e os diversos Mundos que o compõem.

Somos nós que devemos ir até a eles, ou ainda, somos nós que temos que mostrar que estamos preparados para recebe-los em nosso Mundo, chegando antes as estrelas?

Uma questão que corrobora com este entendimento de que somos nós que devemos nos mostrar dignos deste contato, ou mesmo provoca-lo, está na 40ª Surata (GHÁFER), que diz: “Seguramente, a criação dos céus e da terra (O Universo) é mais importante que a criação do homem; porém, a maioria dos humanos o ignora.



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- Chico Xavier e III Guerra -

O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os polos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e, neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo terrestre.” 
Chico Xavier

Chico faz citações sobre os ELEMENTOS acabarem com a guerra, algo que é recorrentemente citado em Profecias, e que está presente na Bíblia : "Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados" (Mateus 24:22)

Sobre a grandiosidade da ação dos elementos ele cita “terremotos gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os polos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras

Pessoas diversas e de várias nacionalidades, comumente em transe, se propuseram a colocar graficamente as visões que tiveram do futuro geofísico do planeta, e algumas destas representações estão na série de textos sobre "Supostos Mapas pós-transição".

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- Chico Xavier, Brasil e Mudanças geofísicas -

“Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Goiás e ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru. E, por fi m, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores. Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho.” 
Chico Xavier

América Latina e o Brasil pós-tribulação, de Gordon Michel Scallion.

Pietro Ubaldi já comentava nos anos de 1950 sobre o destino do Brasil, para o resgate dos povos destroçados pela guerra e pelos elementos no futuro, e que migrariam para cá. Outros também já comentaram sobre isso, sendo isso recorrente desde os relatos de Dom Bosco, até a Chico Xavier.

É difícil crer que não haverá violência no imediato pós-transição, salvo não restar pessoas o suficiente para isso, o que não é o caso que comentamos aqui. Mas ainda assim, estas afirmações sobre "ocupações" de nosso território por outras Nações, causam surpresa.



"O próprio espírito de Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro, nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São, na realidade, um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho."   Geraldo Lemos Neto


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Profecias podem ser classificadas em dois tipos básicos  


Futuros Possíveis não tratam de profecias fatalistas, suas pré-condições devem ser satisfeitas no decorrer do tempo até seu cumprimento, portanto é simples perceber que, não satisfeitas as pré-condições, o desfecho será diferente. São eventos que podem ser modificados, embora não saibamos até que ponto isso é possível. Elas se tornam fatalistas na medida em que são ignoradas ou incompreendidas, e suas pré-condições ocorrem, ou seja, quando ultrapassam o "ponto-de-retorno" o qual uma ação se inicia e terá que necessariamente gerar suas reações. 

O comentário acima de Geraldo Lemos Neto, fala sobre elas.

"Profecias Determinantes" narram fatos que mudam o rumo da humanidade, sem a atuação de nosso livre arbítrio. Elas mudam e moldam a realidade a nossa volta, e independem de nossa ação individual ou coletiva.
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Devemos estar atentos as informações que nos chegam,
mas até mesmo as Profecias nos alertam para sermos críticos


"Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos." (Marcos 13:22) 

"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores." (Mateus 7:15) 

E para cada data fornecida, crédulos se fanatizam e até se matam. E para cada data não cumprida, mais pessoas se afastam do tema profético.


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Datas em Profecias

Datas não são mais que referências fracas e que nada servem para nós, relativo a profecias. Nós precisamos de datas para nos relacionar, mas para aqueles que nos trazem as “verdades proféticas”, inspirando os homens ao longo dos séculos, datas são inúteis. 

Jamais foi dado a ninguém saber, e se soubesse de nada adiantaria sabê-lo porque esse acontecimento não faculta a barganha, não permite que se esconda ou que se fuja. 

E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6:16-17) 

Para nós que estudamos o tema profético, devemos observar os eventos descritos, os “marcos proféticos", e estes servem de balizamento para antevermos acontecimentos, embora na prática isso sirva apenas para aplacar nossa curiosidade.

Por isso o verdadeiro objetivo do conhecimento profético se alcança apenas pela reforma interior, e não pelo conhecimento acumulado em si mesmo. Saber Quando, Aonde, Como; nada é tão importante quanto entender Porque, já que só conhecendo as causas é que se pode buscar a mudança, e com isso, modificar-se as consequências. 

A ideia de que há uma data específica para a conclusão de eventos proféticos, rompe com a dinâmica de eventos que não são controláveis, e que são partes fundamentais da ocorrência destas profecias. 

Porque tais eventos também dependem de nossa própria ação, de nosso arbítrio pessoal e coletivo, e isso pode variar rapidamente. E também porque muitos destes eventos são forças naturais ou do acaso, que não controlamos, e até mesmo desconhecemos. 

Simplificar e dizer que determinado evento profético do contexto que comentamos, irá ocorrer com certeza no dia, mês e ano tal, é impossível, e todas as centenas de tentativas feitas ao longo dos Séculos falharam.

"O real objetivo do conhecimento profético 
se alcança apenas pela reforma interior, 
não pelo conhecimento acumulado em si mesmo"

Incontáveis gerações nestes últimos dois mil anos de cristianismo estudaram a Bíblia e outros textos proféticos, atuaram com caridade e desprendimento, e até mesmo profetizaram. E nestes milhares de gerações, todos os tipos de pessoas pisaram neste Mundo, e nenhuma pode aferir este dia. Todas as datas fornecidas por aqueles que se arrogaram conhecê-la falharam, mas os "marcos proféticos" são valiosos como sinalizadores que nos indicam o que vem a seguir. (Do Livro "O que são Profecias")


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